Pensar e Falar Angola
ASSUNTO: Publicação da obra intitulada “OS SERVIÇOS DE INTELIGÊNCIA DE ANGOLA, NO ÂMBITO DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DE REUNIÃO E MANIFESTAÇÃO”
Cordiais saudações!
A EDITORA SINDJECUMBI e a ACADEMIA CULTURAL LUZ À LITERATURA têm a honra e o prazer de convidar-vos a participar da cerimónia oficial de lançamento, venda e sessão de autógrafos do livro intitulado OS SERVIÇOS DE INTELIGÊNCIA DE ANGOLA - no âmbito dos direitos fundamentais de reunião e manifestação, da autoria de Martinho Kambundu, a ocorrer no dia 16 de Abril, do ano em curso, no auditório da União dos Escritores Angolanos, a partir das 15h00, ao preço de KZ 6000 (seis mil Kwanzas).
Numa época em que nos deparamos com diversas opiniões no que concerne aos Serviços de Inteligência em Angola, bem como a aplicação dos direitos de manifestação e de Reunião na sociedade angolana, o autor pretende, dentre vários outros objectivos, ajudar o Estado Angolano e a Juventude a encontrarem um meio-termo de entendimento e coesão, na medida em que ambos são a força motriz para o desenvolvimento deste magnífico país que, apesar das várias peripécias por que passamos, ainda o carregamos com amor e carinho.
* * *
SOBRE O AUTOR
JOAQUIM CARLOS DA SILVA ou MARTINHO KAMBUNDU, como faz constar o seu pseudónimo literário, nasceu na Província do Cuanza-Sul, Município da Quilenda, na Localidade de Ndala Ngombe, no dia 14 de Setembro de 1967.
É Licenciado em História, pela Universidade Agostinho Neto e Mestre em Direito e Segurança, pela Universidade Nova de Lisboa.
Em 1977, teve o privilégio e a elevada honra de, enquanto membro da OPA, pertencendo ao grupo Comandante Cuenha, amarrar o lenço ao Camarada Doutor António Agostinho Neto, na sua primeira visita ao município do Porto-Aboim, província do Cuanza-Sul.
Da sua vasta carreira e experiência laboral, destaca-se o cargo de chefe do SOM – Secção Operativa Municipal, no Wako Kungo, onde permaneceu até 2011, altura em que foi nomeado ao cargo de Chefe Municipal do Serviço Operativo Territorial da Conda, onde trabalhou até aos dias de hoje, completando com muita honra e sentimento de dever cumprido, os seus 35 anos de trabalho, ao serviço da nação angolana.
Para entrevistas com o autor: 937 684 482; 930 270 427; 924 514 944.
Editora Sindjekumbi, em Luanda, 9 de Abril de 2021.
O Director
Alfredo Joaquim Neves

O anúncio de João Lourenço foi feito na abertura da reunião do Conselho de Ministros, dia 2 de Fevereiro, em Luanda, alertando que será uma “revisão pontual” sobre determinados aspectos e só o poderá ser nestes aspectos especificados por sua Exa.
Para além do já referido abordou a eliminação do gradualismo como princípio constitucional condutor do processo de institucionalização efectiva das autarquias locais. Pensando eu que aqui uma medida para obter um alargamento do tempo anteriormente anunciado, o que daria tempo à Sociedade Civil para se organizar, se para aí estiver virada, para os pequenos partidos se estruturarem localmente e para que o trabalho de casa destes últimos anos acabe por ser feito a bem das populações.
O Presidente João Lourenço justificou a revisão pontual, na qual podem vir a ser introduzidas outras matérias, com a necessidade de se preservar a estabilidade social e a consolidação dos valores fundamentais do Estado democrático e de Direito.
“Com esta proposta de revisão pontual da Constituição, pretende-se preservar a estabilidade dos seus princípios fundamentais, adaptar algumas das suas normas à realidade vigente, mantendo-a ajustada ao contexto político, social e económico, clarificar os mecanismos de fiscalização política e melhorar o relacionamento institucional entre os órgãos de soberania, bem como corrigir algumas insuficiências”, disse João Lourenço, quem reforçou que “pretende-se, com isto, ter uma melhor Constituição, para que continue a ser o principal instrumento de estruturação da sociedade angolana, capaz de congregar os angolanos em torno do nosso projecto comum de sociedade, a construção de uma sociedade de paz, justiça e progresso social”.
O Presidente João Lourenço não se referiu a datas, nem adiantou se haverá audiências públicas ou auscultação de grupos de cidadãos.
Cremos ter chegado a hora de enterrar fantasmas do colonialismo, racismo e até vícios do poder popular e monopartidarismo que se encontram enraizados nas múltiplas estruturas em que se alicerça o país. Há que deixar de pensar em partido único quando se opta pela democracia e se quer que as ideias, a alternância de pensamento, a discussão de temas sejam a força motriz dum país alicerçado numa Constituição que é o instrumento estruturante da sociedade, congregado num projecto comum de justiça e progresso social.
https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...