Mostrar mensagens com a etiqueta unita. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta unita. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

UNITA projecta autarquias


UNITA projecta autarquias para combater assimetrias

A UNITA no Cuanza-Norte está empenhada na capacitação dos militantes sobre as estratégias do partido viradas para a criação de uma lei sobre autarquias que assegure a eliminação das assimetrias regionais e desigualdades entre os cidadãos, afirmou o secretário provincial do partido, Francisco Falua.
Militantes da UNITA
Fotografia: José Cola | Edições Novembro
O político fez as declarações na sexta reunião ordinária do comité provincial do partido, lembrando que entre as prioridades da UNITA na região destaque para a formação e preparação dos militantes sobre as vantagens da implementação das eleições autárquicas de forma simultânea em todos os municípios do país.
A UNITA já tem estratégias para a publicitação das vantagens das autarquias em todo o território nacional, numa altura em que a organização já conta com representações nos dez municípios do Cuanza-Norte e na maioria das sedes comunais, onde tem criadas bases políticas, sobretudo de mobilização de novos membros para as suas fileiras.
Francisco Falua criticou a proposta gradual para a implementação do processo autárquico por constituir uma medida que promove as assimetrias e eleva o crescimento desigual dos municípios do país.
O encontro em que participaram delegados dos dez municípios do Cuanza-Norte também analisou o actual nível de crescimento económico da província e o reforço da cooperação com as igrejas para adopção de estratégias conjuntas de resgate dos valores morais e cívicos da sociedade.
A problemática do aumento dos níveis de infecção do VIH-Sida na província, considerada a terceira mais infectada do país, o fenómeno da criminalidade e o desemprego no seio da camada juvenil constituíram também temas do encontro, que aprovou o relatório de actividades do partido referente ao presente e ao próximo ano.

Jornal de Angola


Pensar e Falar Angola

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Faleceu Dr. Carlos Morgado

CASA-CE
Convergência Ampla de Salvação de Angola
COMUNICADO FUNEBRE
O Secretariado do Executivo Nacional da CASA-CE cumpre o doloroso dever de comunicar aos seus membros, militantes e amigos, bem como à Opinião Pública Nacional e Internacional, o falecimento do Companheiro Carlos Veiga Morgado, que em vida era membro do Conselho Deliberativo Nacional, do Conselho Executivo Nacional e Secretário para Administração, Finanças e Património da CASA-CE ocorrido dia 08 de Outubro de 2013 em Lisboa-Portugal, vítima de prolongada doença.
A data das exéquias fúnebres será anunciada oportunamente.
O Secretariado do Executivo Nacional da CASA-CE endereça a família enlutada, aos amigos e companheiros da CASA-CE, os seus mais sentidos pêsames.
Luanda aos 08 de Outubro de 2013

O Secretariado Executivo Nacional da CASA-CE


Pensar e Falar Angola

quarta-feira, 20 de junho de 2012

DECLARAÇÃO DE BENS DE ISAÍAS SAMAKUVA



samakuva
Como vou ser cabeça de lista na candidatura da UNITA, desejo fazer a declaração pública do que considero ser meu património. Isto é para que todos saibam o que tenho,revelou, o presidente da UNITA, Isaías Samakuva.Achamos bem,como o CAI vem dizendo,sempre achamos que os deputados assim como os titulares de cargos governamentais  deveriam apresentar uma “declaração de interesses” que deveria incluir o seu salário, as suas atividades remuneradas paralelas e pertença a conselhos de administração de empresas, associações ou ONG`s.
Não basta ter boas regras é essencial que o respeito por essas regras de conduta ética seja assegurado de um modo inquestionável.Quem fiscaliza quem?Os juízes em causa própria é uma prática política que tem que ser extinta,não era má ideia criar-se também um código de conduta para os titulares de cargos governamentais para se acabar com os subornos e incentivar o combate a corrupção na administração pública.
1aaabbbcccamakuva
Dclaração de bens do cidadão Isaias Henriques Ngola Samakuva
Caros amigos,
Costuma-se dizer que o prometido é devido. De facto, havia prometido dizer-vos, o mais tardar até dia 20 do corrente, o que considero ser meu património. Ei-lo, pois, a seguir, aqui reservado para os meus amigos facebookianos:
DECLARAÇÃO DE BENS DE ISAÍAS SAMAKUVA
Eu, Isaías Henrique Ngola Samakuva, cidadão angolano, portador do B. I. Nº 001929406BE035, emitido em Luanda aos 06 de Novembro de 2005, pela Direcção Nacional de Identificação, residente habitualmente em Luanda, casado em regime de comunhão de bens com Albertina Inês Samakuva,
Declaro, no interesse público, e para todos os efeitos legais, que, na presente data, a totalidade do meu património, o património do meu cônjuge e de meus dependentes ascende a Kz. 40,296,416.25, e é constituído pelos bens arrolados a seguir, móveis e imóveis, avaliados a preços estimados de mercado:
I – DINHEIRO EM BANCOS ANGOLANOS :
Sou titular das seguintes contas bancárias, que à data de 31 de Maio de 2012, deveriam apresentar um saldo total no valor de Kz. 5,231,315,25, assim constituído:
Conta à ordem junto do BPC ………Kz 2,447,067.85
Conta à ordem junto do BAI ………Kz 2,664,247.40
Conta à ordem junto do BFA……….Kz 60,000.00
Conta à ordem junto do BCI …… ..Kz 60,000.00
II- DINHEIRO EM BANCOS ESTRANGEIROS:
Sou titular das seguintes contas bancárias, que à data de 18 de Junho de 2012, deveriam apresentar um saldo total equivalente a Kz. 104,101.00, assim constituido:
Conta à ordem junto do NatWest Bank – Londres £ – 6.71 ………….= Kz. 101.00
Conta à ordem junto do BPI – Paris € – 800.00 = Kz. 104,000.00
III- OUTROS BENS MÓVEIS
Não sou titular nem portador de títulos do tesouro, acções, joias, pedras preciosas ou outros bens móveis. Não possuo interesses em sociedades comerciais, angolanas ou estrangeiras.
IV – IMÓVEIS URBANOS E RURAIS:
1- Não tenho imóveis urbanos.
2- Sou co-herdeiro, junto com minha família, das terras dos meus ancestrais, no Vié (que os portugueses chamaram Bié). Não há ainda uma repartição efectiva nem uma atribuição feita à minha pessoa de nenhuma parcela específica. Não há também posse jurídica efectiva e, por isso, não considero estas terras parte do meu património.
3- Possuo um terreno no Bairro Benfica, em Luanda, com 13,600 metros quadrados, adquirido em Novembro de 2002, por cerca de Kz. 825,000.00, quando ainda era uma lavra de mandioca. As benfeitorias efectuadas no período de 2003 a 2006 incluem um tanque subterrâneo para água, com capacidade de 35.000 litros, um sistema de canalização de água, plantação de árvores, uma casa de campo de 84 metros quadrados, ao custo de Kz. 3,302,400.00, um muro em alvenaria, construído no período de 2004 a 2007 ao custo de Kz. 7, 790,000.00, e um anexo de dois quartos construído por Kz. 1,053,000.00. O imóvel tem um gerador a diesel de 37,5 KVA adquirido por Kz. 3,000,000.00 e está mobiliado com recheio adequado, que inclui duas gelerias, uma arca, um fogão, mesas, cadeiras, camas e quatro televisores. O custo total deste imóvel, incluindo o valor total dispendido, ao longo dos anos, na construção destas benfeitorias, equivale hoje a cerca de Kz. 19,248,000.00. O seu valor de mercado, é mais especulativo, e pode ascender a Kz. 34,000,000.00. Este valor especulativo constitui 78,8% do valor total do património acima indicado.
V – BIBLIOTECA E ARMAZÉM:
1 – Organizei uma biblioteca com cerca de mil duzentas e catorze obras, de diversos autores, sobre história, sociologia, ciência política, ficção, romances, diplomacia, economia e relações internacionais, adquiridos por compra ou ofertados, ao longo dos anos. A biblioteca funciona num contentor, e está equipada com dois computadores, sendo um de mesa e outro portátil, duas impressoras, um Ipad e um sistema de comunicações.
2 – Num outro contentor funciona um armazém, contendo ferramentas e outros instrumentos de trabalho, bem assim como utensílios úteis para a manutenção da propriedade.
Excluindo os livros, que não valorizo em termos monetários, estimo que o valor de mercado dos dois contentores, do equipamento de escritório e dos restantes artigos mencionados ascenda a Kz. 961.000.00
VI- RENDIMENTO LÍQUIDO ANUAL :
O meu rendimento líquido anual auferido em dinheiro é constituído por:
• Pensão inerente à minha condição de ex-oficial das FAA
na reforma com a patente de Brigadeiro
• Subsídio do Conselho da República
• Subsídio da UNITA
O valor líquido que auferi em subsídios e pensões no ano transacto de 2011 totaliza Kz. 11.669.040,00 sendo:
-Kz. 960.000 da UNITA
-Kz. 4.451.664.00 da minha pensão de reforma
-Kz. 6.257.376.00 dos meus subsídios enquanto membro do Conselho da República.
VI- DÍVIDAS A TERCEIROS :
Não contraí empréstimos e não tenho dívidas de qualquer espécie para com nínguém.
VII – OUTROS BENS E BENEFÍCIOS:
Na minha qualidade de actual Presidente da UNITA e, na de membro do Conselho da República, desfruto de alguns benefícios inerentes a estas funções. Tais benefícios incluem viver temporariamente numa residência que é propriedade da UNITA, em Luanda, e fazer uso de viaturas protocolares ou de função da UNITA ou do Estado. Estes benefícios são temporários e duram apenas enquanto durar o meu mandato. Os bens que utilizo no exercício destas funções não me pertencem e vou devolvê-los quando terminar o mandato. Por isso, não devem ser incluídos nesta declaração de bens e rendimentos pessoais.
Declaro ainda que os valores acima apresentados reflectem uma livre estimativa que efectuei, tão só, para os efeitos pretendidos por esta declaração, que incluem o desenvolvimento da consciência colectiva de probidade, transparência e prestação de contas dos angolanos titulares de cargos públicos, elemento fundamental para a construção da democracia angolana e de um verdadeiro Estado de direito.
Autorizo a confirmação e averiguação das informações acima, por autoridade legalmente competente.
Sendo tudo o que tenho a declarar e, por ser a expressão da verdade, firmo a presente Declaração.
Luanda, 19 de Junho de 2012
Isaías Samakuva



Pensar e Falar Angola

domingo, 13 de maio de 2012

UNITA e o 19 de Março - Opinião

artigo retirado do Facebook



A UNITA, maior Partido da oposição em Angola (com 16 Deputados contra os 191 do MPLA num universo de 220) diz que vai fazer parar o país dia 19 de Maio sábado.
__________________________
Mas no sábado o país já não está parado?
Que país é que a UNITA quer afinal de contas parar? (pergunta estúpida?) Não, não é, e tem sentido se percebermos às particularidades muito "particulares" dos angolanos. É que literalmente o país para no sábado e domingo (e ninguém quer saber de trabalho e até desligam o telemóvel); ninguém trabalha a não ser os serviços de segurança, ordem publica, hospitais, bombeiros etc...Não creio que a UNITA consegue parar mais ainda.
Se a UNITA quiser parar o país, devia convocar esta manifestação para um dia em que realmente podia-se fazer sentir os efeitos, neste caso um dia normal de trabalho. Sexta 18 seria o ideal. Aí sim veríamos a força que este Partido tem, por um lado, e pelo outro veríamos se realmente os angolanos estão com a UNITA. 
Pelo o que vou conhecendo do país politico, tenho a certeza que esta manifestação agora convocada será um autentico fracasso. Repito: Será um autentico fracasso. 
Alguns motivos: Os angolanos, na sua maioria jovens, não aderem a nada que não esteja ligado ao MPLA. (A LIMA e a JURA não têm capacidades mobilizadoras iguais a OMA e a JMPLA nas grandes cidades).
Os angolanos (principalmente nas grandes cidades), no sábado queres é curtir, desbundar, estar com a família e amigos e poucos são aqueles que querem saber de situações ligadas à politica, sobretudo vindo de um Partido que na qual a maioria ainda está traumatizado com algumas coisas menos boas que fez num passado muito recente.
Outro motivo do fracasso que antevejo desta manifestação é o MPLA. Tenho cá para mim, que o maioritário vai fazer algo gigantesco para este dia para desta forma abafar e dissuadir a juventude à aderir. Tenho a certeza quase que absoluta. Vai ser certamente algo que acontecerá em todas províncias. 

ESTAMOS EM ANO DE ELEIÇÕES.
ESTAMOS EM PRÉ CAMPANHA.
TODOS OS PARTIDOS PODEM E DEVEM USAR TUDO E TODOS PARA ATINGIR OS SEUS OBJECTIVOS. 
MAS ATENÇÃO QUE EM POLITICA NÃO VALE TUDO. 
NÃO VALE OS ATAQUES PESSOAIS NEM MUITO MENOS VALE OS CAENCHES OU ÀS MILÍCIAS CONTRATADAS PARA "VARRER" COM OS MANIFESTANTES. 
NÃO VALE TAMBÉM QUEIMAR CARROS.

VIVA A DEMOCRACIA E VIVA ANGOLA.
 



Pensar e Falar Angola

sábado, 24 de março de 2012

Opinião - UNITA e Abel Chivukuvuku

 Não sendo o Club K. Net uma fonte de grande segurança e credebilidade arrisco copiar para este blog um texto, não assinado sobre Abel Civukuvuku e a UNITA. Sairá alguém a perder ou a ganhar, em política só mais tarde se saberá. Interessa este artigo a alguém de forma especial? Acredito que sim.

Fonte: Club-k.net

Escrevo para saudar o meu antigo companheiro, Abel Chivukuvuku, pela decisão corajosa que tomou de renunciar finalmente a sua filiação na UNITA, nos termos do artigo 4º do Regulamento Interno da UNITA.
Saúdo o Abel, porque considero que ele fez o que já deveria ter feito há muito tempo. O que fez agora, foi o melhor para ele e também para a UNITA. Para aqueles que me perguntam se a UNITA não ficou mais pobre, eu digo que não. Absolutamente não, porque a UNITA ficou aliviada e com ar mais fresco. Para aqueles que acham que o Abel sairá a ganhar, eu digo que duvido bastante. Àqueles que cogitam que o maior ganhador desta proeza será o MPLA, eu digo “só o futuro dirá”. E vou sustentar estas três opinões que ora exprimo.

I- A UNITA ficou aliviada
O artigo 4º do Regulamento Interno da UNITA diz assim: “ O membro é livre para renunciar a sua filiação em qualquer momento”. Portanto, Abel exerceu um direito como homem livre, o que prova mais uma vez o carácter aberto e democrático da UNITA como um Partido de homens e mulheres livres.

Porém, a renúncia de Abel Epalanga Chivukuvuku, consumada agora, já vem sendo preparada há pelo menos 14 anos, muito concretamente, depois de ter sido indicado pela Direcção da UNITA para presidir o seu grupo parlamentar, em 1998. Conheço bem o Abel, porque fui colega dele quer no Grupo parlamentar, quer no Partido. Foi exactamente por volta de 1998 que Chivukuvuku começou a desenvolver claramente um projecto próprio, radicado numa ambição pessoal, legítima, que é a de ser presidente duma força política partidária. Ele queria tanto ser presidente da UNITA, mas a falta de humildade não lhe permitiu ver que preside a UNITA quem os seus membros elegem e não apenas quem quer.

Abel iniciou então uma série de atentados à coesão interna da UNITA, que se traduziram, em síntese, nos seguintes actos:

1. Críticas abertas e deslealdade à Direcção, por via de declarações públicas e não só;

2. participação activa na criação do projecto UNITA Renovada, seguida de recuo tático e indefinição; 

3-Depois de ter apoiado a candidatura do Presidente Samakuva, em 2003, Chivuku começou a lançar a o boato de que havia um “Acordo” secreto, entre os dois, segundo o qual, Samakuva faria apenas a transição, ou seja, ficaria apenas um mandato, para ele, Abel, ser o Presidente a seguir. Era falso, porque não havia acordo nenhum.

4- Ao longo do 1º mandato de Samakuva, de 2003 a 2007, Abel esteve na Direcção apenas para sabotar os trabalhos da UNITA. Movido pelo seu projecto próprio e ambição extrema, optou por combater a UNITA por dentro, ora desmobilizando os membros, ora furtando-se a trabalhar, or atacando subtilmente os projectos e programas do Partido.

5- Abel concorreu à eleição presidencial da UNITA, em 2007, e foi copiosamente derrotado no X Congresso. Teve apenas 26,6%% dos votos contra 73,4% de Isaías Samakuva. Depois desta derrota expressiva, Abel optou claramente por levar a cabo actos de subversão interna massiva, obrigando o Partido a puni-lo depois de o advertir, com repreensão registada no seio da Comissão Política e de acordo com os Estatutos da UNITA. O grupo que livremente apoiou a sua candidatura no X Congresso continuou a rejeitar, pela sua conduta, o princípio democrático, pois nunca se submeteu à vontade da maioria: pararam de trabalhar; pararam de participar e começaram a trabalhar para “afundar o barco”. Não me admira que tenham mesmo votado contra a UNITA nas eleições de 2008.

6.Abel aproveitou a fraude feita pelo MPLA, em 2008, para mais uma vez promover a sua agenda pessoal. Todos sabemos que houve fraude massiva, que os resultados foram fabricados, mas Abel levantou a tese de que o Presidente devia ser demitido. A Comissão Política, sem votos contra, não concordou e deu o seu voto de confiança ao Presidente Samakuva. Foi um balde de água fria para as pretensões de Chivukuvuku.

7. A partir daí, em fins de 2008 e ao longo de 2009, Abel começou a alimentar no seio do Partido, duas teses: a necessidade de um Congresso extraordinário para remover a Direcção eleita e a possibilidade de ser candidato independente a Presidente da República.

8. Surgiu a Constituição atípica de 2010 com JES a acabar com as candidaturas independentes à Presidente da República e a introduzir o conceito de “cabeça de lista”.

9- A partir daí, Chivukuvuku lança também no seio da UNITA a ideia – primeiro velada depois aberta - de que ele é a melhor pessoa na terra para ser “cabeça de lista” da UNITA. Por isso, havia “necessidade” de um “Congresso Extraordinário” para alterar o então número 3 do artigo 8º dos Estatutos vigentes, que estabelecia o seguinte: “O Presidente da UNITA é o candidato do Partido às eleições nacionais para o cargo de Presidente da República de Angola”.

10- A III Reunião da Comissão Política da UNITA, realizada nos dias 27 e 28 de Setembro de 2010, deliberou por mais de cem intenções de voto contra menos de dez, que o XI Congresso (que calhava em 2011) deveria ser realizado apenas depois das eleições previstas para 2012. 

11- Por proposta do Presidente do Partido, aquela decisão foi debatida novamente no seio do Comité Permanente, e alterada em 2011. A UNITA decidiu no primeiro trimestre de 2011 fazer mesmo o seu XI Congresso em 2011.

12- Novamente, Abel não foi leal à UNITA, porque em 20 de Julho de 2011, orientou alguns dos seus seguidores para virem a público contestar a legitimidade da Direcção do partido e exigir a destituição imediata do Presidente e dos órgãos de Direcção do Partido e a criação de uma “Comissão de Gestão” em sua substituição. Estas reivindicações constam de um Memorando que foi tornado público naquele dia. Ao mesmo, manipulou alguns mais velhos para parecerem, diante do público, seus apoiantes.

13 – Numa reunião extraordinária do Comité Permanente convocada para analisar o fenómeno, no dia 2 de Agosto de 2011, os mais velhos negaram redondamente ter fomentado ou reconhecido tal grupo de reflexão. Abel Chivukuvuku, por seu turno, também negou peremptoriamente ser o criador e mentor principal do referido grupo. Foi mais um acto de “liderança” de Abel Chivukuvuku, que viu gorado mais um atentado contra a UNITA. 

14 – Nessa reunião, a UNITA “reiterou a legitimidade plena do mandato dos órgãos de Direcção do Partido eleitos no X Congresso, em particular o mandato do Presidente Isaías Henrique Ngola Samakuva que, nos termos do Artigo 22º conjugado com artigo 41º, termina com a tomada de posse do Presidente eleito. Condenou o atentado à coesão e a Unidade do Partido, as tentativas de implosão da Direcção do Partido, assim como os desvios aos documentos reitores do Partido, nomeadamente aos seus Estatutos e Regulamento Interno.

Considerou “infracção disciplinar gravíssima, nos termos do n°.14 do Artigo 7º dos Estatutos, e do nº3 do Artigo 15º do Regulamento Interno, alíneas (a), (c), (f), (i), a criação e apoio ao chamado “grupo de reflexão” e orientou o Conselho Nacional de Jurisdição no sentido de tornar expedito a instrução dos processos disciplinares respectivos.

15- Abel estava à espera que a UNITA o sancionasse para se fazer de vítima. A UNITA decidiu arquivar o processo e o caminho continuou aberto para Abel se candidatar novamente à presidência da UNITA no XI Congresso, realizado em Dezembro de 2011. Desta vez, Abel fugiu ao combate. Se o aceitasse, teria certamente menos votos do que um novo candidato, o professor José Pedro Katchiungo. 

16- E assim chegamos a 2012. Tendo os militantes da UNITA rejeitado a pretensão de Chjivukuvuku à liderança do nosso Partido, tendo JES abolido as candidaturas independentes, tendo a UNITA gerido habilidosamente o dossier “grupo de reflexão”, tendo o XI Congresso reeleito Samakuva expressivamente, com mais de 80% dos votos, sendo incapaz de ser humilde e servir a UNITA de acordo com a vontade dos membros, Chivukuvuku fez o que já devia ter feito há muito tempo: deixar a UNITA em paz.

É por estas razões que considero ser um grande alívio para a UNITA a saída de Abel Chivukuvuku. Não haverá mais ervas daninhas no jardim nem cartas viciadas no baralho nem haverá mais uns a remar e outros a furar para afundar o barco. 

II – Abel sairá a ganhar?
Acho que não. Os alicerces da CASA são uma argamassa formada pela conduta do Abel e sua ambição e visão, por um lado, e por outro, os ideais da UNITA. Ora, sobre a conduta do Abel, os actos falam mais alto do que as palavras. Quanto aos ideais, a CASA não pode fundar-se nos alicerces da UNITA. A CASA tem que ter programa próprio, princípios e valores próprios. Não se defende Muangai fora da UNITA, porque não há Muangai fora da UNITA. Nem se constroem novas realidades com as marcas dos outros. Aliás, o que é mesmo a CASA? A CASA ainda não existe: não tem tecto, nem cabocos nem paredes.

A CASA é um Partido? Não, porque não reniu as assinaturas exigidas por lei nem está registado no Tribunal Supremo. A CASA é uma Coligação de Partidos? Também não, porque, pelo que sei, não foi formada nenhuma Aliança ou Pacto constitutivo. Trata-se apenas de uma intenção de alguém afirmar-se como “líder” de uma casa, ainda não construída mas sem ter sido eleito popr ninguém. Um Partido pode ser fundado por uma pessoa, mas uma coligação de partidos só pode ser firmada pos partidos já existentes. Em 2007, Chivuku teve apenas 262 votos na UNITA, mas nem todos estes votantes da UNITA aderiram à CASA, nem vão aderir. E os que forem por emoção momentânea, vão voltar à casa, digo, à UNITA. 



Pensar e Falar Angola

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

a histria secreta da ideologia da unita

A história secreta da ideologia da Unita

03-03-2007 | Fonte: Semanário Angolense (James Kean* )
Embora Jonas Savimbi tenha cometido vários erros estratégicos, ideologicamente ele manteve uma certa coerência. A ideologia por que se guiava assentava nas linhas do «hino nacional da Unita» que fala da República Negro Africana e Socialista de Angola. 

Savimbi acreditou até ao fim da sua vida num nacionalismo africano e num socialismo baseado no centralismo do qual ele seria sempre o timoneiro. Internacionalmente, pelo menos a partir dos anos 80, Savimbi era visto como uma figura da direita, alguém que estaria inclinado para um certo liberalismo democrático e pelo mercado livre. Figuras de proa do Partido Republicano dos Estados Unidos como a falecida Jeane Kirkpatrick, que foi representante de Washington nas Nações Unidas, não se cansavam de elogiar Jonas Savimbi como um grande intelectual e líder da direita. Kirkpatrick foi, na administração Reagan, uma das figuras que mais se bateu contra o comunismo. 

Jornalistas ocidentais que acompanharam a sua vida, frequentes vezes perguntavam a Jonas Savimbi sobre a sua trajectória da Esquerda para a Direita. Invariavelmente, Savimbi respondia que enquanto jovem aderiu à Esquerda por ingenuidade. Já em idade adulta dizia que optou pela Direita por ser o caminho mais correcto. 

Na realidade, Savimbi nunca abandonou o marxismo ou maoísmo da sua juventude. No Centro de Estudos Kapesi Kafundanga (Cekk) - que levava o nome de guerra de Samuel Chingunji, o primeiro chefe de Estado-Maior da Unita e pai do actual ministro do Turismo, Eduardo Chingunji - as disciplinas de marxismo-leninismo e do maoísmo ocupavam lugares muito importantes na formação dos quadros políticos da organização. 

No Cekk, os formandos tinham que dominar um manual, escrito por Jonas Savimbi, designado Guia Prático do Quadro. Este manual era uma adaptação, feita pelo próprio autor, às condições angolanas, do famoso Livro Vermelho, de Mao Tse Tung.

Na ideologia de Jonas Savimbi, a guerra em Angola tinha pouco a ver com a luta contra o comunismo até porque ele idealizava a criação de uma ditadura, baseada na classe dos camponeses, que desembocaria no desaparecimento do Estado.

A teoria que se propagava no Cekk sustentava o argumento de que o Mpla era composto de pequeno burgueses que defendiam os seus interesses de classe. Os russos e cubanos, neste cenário, eram expansionistas cujo objectivo principal seria a exploração das riquezas angolanas. Neste sentido, eles faziam parte de um conluio para oprimirem os negros angolanos.

Segundo a filosofia de Savimbi, que se propagava no Cekk, o país ideal, com que sonhava, seria aquele liderado por uma elite, que ele identificava como a «escol». Essa elite, que ele concebia como politicamente firme e esclarecida – em outras palavras cegamente fiel ao líder máximo – teria, então, o papel de implementar os objectivos da revolução. 

No Cekk não se acreditava no mercado livre. Dizia-se que tal sistema permitia a existência da exploração do homem pelo homem e a apropriação da mais-valia. Nos territórios então controlados pela Unita a iniciativa privada não era admitida. Savimbi tinha um desprezo profundo por comerciantes.

Na Jamba nem toda gente concordava com a filosofia do Savimbi. Os velhos, idos das várias missões evangélicas do Planalto Central, boa parte deles progenitores de parte significativa da elite política e militar da Unita, contestavam claramente o ateísmo de Jonas Savimbi. 

Segundo Fred Brigland, biógrafo de Savimbi que depois se tornou seu inimigo, o então presidente da Unita ordenou a morte de Jonatão Chingunji – uma figura de renome no Planalto Central – porque ele não concordava com a falta de moral na conduta de Jonas Savimbi. 

Nos territórios controlados pela Unita, Savimbi pretendia criar um mundo com uma outra moral e ética. Nas sociedades mais avançadas, dizia Savimbi, o amor era político. De acordo com o raciocínio de Savimbi, para serem ideais, as relações humanas teriam que ser determinadas pela conveniência política. Um reaccionário – alguém que fosse hostil ao líder máximo, por exemplo – tinha que ser evitado, mesmo pelos seus íntimos. Os religiosos, por seu lado, discordavam desta moral. E isso custava-lhes, não raras vezes, punições muito severas. 

É curioso que, em tudo isso, Savimbi manteve boas relações com a igreja Católica. Para isso, foi seguramente determinante o papel – que Savimbi apreciava bastante - que os padres tinham na formação de quadros nos vários liceus controlados pela Unita e também porque ele admirava a sua formação académica. Savimbi nunca se cansava de repetir que os padres tinham melhor formação do que os pastores das igrejas evangélicas. Alguns desses padres ousavam mesmo questionar a ética da sua conduta pessoal. 

Havia, também, vários intelectuais que não estavam plenamente de acordo com o maoísmo de Savimbi. Na filosofia de Jonas Savimbi, não se permitia o debate ou exploração de ideias. Houve um episódio, no Cekk, que se tornou célebre: num exame final, um quadro, de uma certa idade, citou Platão na prova oral. Jonas Savimbi ficou tão furioso ao ponto de dizer ao examinado que a Filosofia que aprendeu no 7º Ano não tinha qualquer valor. Obviamente esse aluno foi reprovado, ao passo que os jovens camponeses, que regurgitaram servilmente o Guia Pratico do Quadro dispensaram com as maiores notas. 

Mesmo na Jamba, muitos dos mais bem preparados quadros seniores da Unita já questionavam, em privado, a integridade intelectual do líder máximo. Jonas Savimbi era um verdadeiro bibliófilo, que «devorava» tudo em francês, inglês e português. Há quem diga que entendia, também, alemão. Só que ao discursar perante os quadros, Savimbi exprimia ideais sem citar as suas origens. E muitos dos quadros, que também liam muito, apercebiam-se dessa desonestidade intelectual. Alguns desses comentários, feitos obviamente em privado, chegavam, inevitavelmente, ao conhecimento de Savimbi através das várias redes de recolha de informações que ele tinha disseminado na Unita.

Mas como é que a Unita, uma organização internacionalmente conhecida como sendo de Direita, consegui disfarçar o facto de que, internamente, o que se propagava era o Maoísmo e o Leninismo? A Unita foi, durante muitos anos, uma organização fechada, uma espécie de Coreia do Norte. Apenas alguns dos seus quadros, da absoluta confiança de Savimbi, eram autorizados a viajar para o exterior. Mesmo esses, contudo, não viajavam sozinhos. Tinham sempre alguém a acompanhá-los em todas as reuniões que tivessem. Por sua vez, os estrangeiros que visitavam a Jamba e outras localidades tinham os passos apertadamente vigiados por indivíduos ligados aos diversos serviços de inteligência da Unita. Todas as conversas e opiniões que tivessem eram prontamente reportadas em relatórios ao próprio Savimbi.

Jonas Savimbi era, também, um mestre de encenações. Em 1985 houve, na Jamba, uma conferência que reuniu vários movimentos que lutavam contra o comunismo no mundo. Os habitantes da Jamba viram representantes do Afeganistão a verberarem apaixonadamente a presença soviética no seu país. Várias entidades da América Latina – incluindo a Nicarágua – louvaram Jonas Savimbi por ser um grande lutador contra o comunismo. Porém, logo que aqueles anticomunistas partiram, Savimbi chamou os seus apoiantes para dizer-lhes que todos os que tinham acabado de partir eram uma corja de reaccionários. Savimbi criticou, em particular, o representante de um movimento anti-Castro que tinha ligações muito fortes com a Coca-Cola. 

E como é que este «revolucionário» de ocasião justificava a sua aliança com movimentos que ele, em privado, tratava com desdém? Um dos termos que Savimbi usava com muita frequência – adquirido do Mao Tse Tung – era «frente unida». 

Savimbi dizia repetidamente que entre 1937 a 1945, o Partido comunista Chinês fez uma aliança com os nacionalistas de Chiang Kai- Shek para resistir à invasão japonesa. Ele dizia que todas as aliançais que a Unita fazia – incluindo com o regime racista da África do Sul – poderiam ser enquadradas neste âmbito. Segundo ele, o que estava em causa era a pátria e para a sua defesa poderia pactuar-se mesmo com o próprio diabo. 

Além de Mao Tse Tung, Savimbi tinha uma profunda admiração por Joseph Vissarionovich Dzhugashvili, mais conhecido como Estaline. Em várias palestras no Cekk, Savimbi disse aos quadros que a críticas a Estaline não eram justas porque para a implantação do comunismo na União Soviética era indispensável liquidar os pequenos burgueses e agricultores que se ainda se mantinham fieis ao sistema czarista. Savimbi admirava a severidade de Estaline. Quando, em 1986, Mikhael Gorbachev começou a falar de glasnost – e alguns intelectuais na Jamba disseram que deveria, também, acontecer o mesmo na Unita, Savimbi reagiu com a inclemência de sempre: muitos desses intelectuais foram parar à cadeia e outros foram mortos.

Nos anos 70, Jonas Savimbi apresentava-se como um nacionalista africano e exaltava a teoria da negritude que foi articulada pelo antigo Presidente do Senegal, Leopold Sedar Senghor. Savimbi era um confesso admirador de Senghor que, além de ser membro da Academia Francesa era, igualmente, um notável poeta. 

Numa entrevista que deu em 1979, por exemplo, Jonas Savimbi exaltava o Festival da Cultura Africana que foi realizado na Nigéria, em 1977. Savimbi falava, então, da afirmação da cultura africana e do homem negro. Em muitos corredores da África Ocidental este discurso teve uma enorme repercussão e rendeu a Savimbi muita simpatia já que ele apresentava a sua luta como sendo uma resistência africana contra a imposição de culturas alheias ao continente. Para os quadros da Unita no Cekk, Savimbi utilizava o tema da negritude para dar ênfase à noção de uma luta de classes. Ele falava reiteradamente da coesão entre os mestiços do Mpla.

No Cekk, Jonas Savimbi permitia-se mesmo ficar uma tarde inteira a falar sobre Lúcio Lara, Paulo Jorge e outros mestiços do Mpla. O líder da Unita nutria algum respeito intelectual por Lúcio Lara, embora o apresentasse sempre como defensor dos interesses dos brancos e mestiços. Numa inesquecível palestra, Savimbi discursou durante horas contra Ruth Lara, a esposa de Lara, que, segundo ele, era uma judia alemã que não merecia tanto poder em Angola. Savimbi argumentava que os negros em Angola eram dominados porque não eram coesos como os mestiços. 

Savimbi dizia aos quadros do Cekk que a Unita estava a enfrentar um grupo em Luanda que utilizava um discurso marxista para disfarçar a defesa dos seus interesses de classe.

Um dos temas favoritos de Jonas Savimbi era a revolução do Haiti em que, de 1791 a 1804, os escravos negros revoltaram-se contra os franceses para construírem a primeira república negra na história do mundo. Afirmava sempre que a revolução haitiana falhou porque os mulatos tomaram o poder em detrimento dos negros. Savimbi via muitos paralelos entre o Haiti e Angola.

Nos territórios dominados pela Unita houve momentos em que Jonas Savimbi tinha o controlo absoluto de tudo que eram ideias. Mas isto não foi sempre assim. Nos fins dos anos 70, quando a Unita foi para as matas, a sua liderança era colectiva: naquela altura às activistas políticas era permitido elogiarem as qualidades morais e também físicas de indivíduos como o comandante Samuel Chiwale, Nzau Puna ou Waldemar Pires Chindondo, chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Unita. 

Em 1978, Tito Chingunji, que foi assassinado por Savimbi, fez uma digressão pela China. No seu regresso, ele começou a falar de «pureza ideológica». Rapidamente surgiram vozes a sugerir que Tito Chingunji estaria a ser teleguiado. Diz-se que tais vozes teriam sido encorajadas pelo próprio Savimbi que queria acabar com os vários pólos de influência que supostamente existiam na Unita. Teria sido o mesmo Savimbi que incentivou uma grande purga para livrar-se de rivais e gente cuja disposição ideológica não coincidia com a dele. Foi neste tempo que figuras como Jorge Ornelas Sangumba, que estudou Ciências Política na Universidade de Nova Iorque, desapareceram. 

Depois dos Acordos de Bicesse, em 1991, Jonas Savimbi perdeu o controlo absoluto dos seus quadros já que muitos deles tomaram contacto com outras realidades, nomeadamente às dos grandes centros urbanos do país.

Embora falasse de democracia, nos seus discursos da campanha eleitoral de 1992, Savimbi já não convencia muitos dos seus quadros. Aqueles que estudaram no Cekk suspeitavam que, depois da tomada do poder, o velho continuaria com o seu grande projecto maoísta. 

*Académico, especialista em Assuntos Africanos

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Congresso da UNITA

Apoiantes da UNITA (foto ASF)
José Pedro Katchiungo vai disputar liderança da UNITA


O professor José Pedro Katchiungo vai disputar a liderança da UNITA no próximo congresso do partido que se vai realizar entre os dias 13 e 16 de Dezembro, em Luanda.

O atual presidente do partido, Isaías Samakuva, é também candidato ao cargo que já ocupa desde 2003.





Pensar e Falar Angola

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Entrevista do Dr. Samakuva no Facebook


O LÍDER DO MAIOR PARTIDO DA OPOSIÇÃO EM ANGOLA, PRESIDENTE DA UNITA O DR. ISAÍAS SAMAKUVA DARÁ UMA ENTREVISTA EM DIRECTO ESTA SEXTA E SABADO AQUI NESTA REDE SOCIAL. (FACEBOOK)
O LÍDER DO PARTIDO DO GALO NEGRO, VAI TECLAR COM OS MILHARES DE ANGOLANOS QUE VIVEM EM ANGOLA, MAS SOBRETUDO COM "OS TERRÍVEIS ANGOLANOS" QUE VIVEM NA DIÁSPORA E QUE CERTAMENTE FLAGELARÃO O PRESIDENTE DA UNITA COM PERGUNTAS QUE ELE ATÉ PODERÁ PERDER O FÔLEGO.
A UNITA E O PASSADO, A UNITA E JONAS SAVIMBE, A UNITA E O MPLA, A UNITA E AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES E O PROPRIO MOMENTO QUE A UNITA VIVE INTERNAMENTE SERÃO OS TEMAS PRINCIPAIS A SER ABORDADO NESTA ENTREVISTA VIRTUAL QUE SÓ VEM MOSTRAR QUE AFINAL DE CONTA EXISTE SIM POLÍTICOS COM VISÃO MODERNA EM ÁFRICA.
DE REALÇAR QUE ESTA ENTREVISTA SERÁ FEITA POR UMA JOVEM ANGOLANA RESIDENTE NA DIÁSPORA, DE SEU NOME VANESSA MAYOMONA, E QUE MUITO SE TEM BATIDO EM PROL DA DEMOCRACIA, DA BOA GOVERNAÇÃO E DA LIBERDADE DO INDIVIDUO EM ANGOLA E A QUEM DOU DESDE JÁ OS MEUS PARABÉNS POR TER CONSEGUIDO TAMANHO FEITO.
ESPERO QUE COM ESTE PONTA PÉ DE SAÍDA, OUTROS LIDERES POLÍTICOS ANGOLANOS  FAÇAM O MESMO EM PROL DA DEMOCRACIA E DO DEBATE DE IDEIA E APROXIMAÇÃO COM O ELEITORADO.
VIVA A DEMOCRACIA.
VIVA ANGOLA.

Amigos para esta Sexta -Feira e Sábado as 19 horas de Angola temos prevista uma grande ENTREVISTA com o Dr. Isaías Samakuva, o líder do maior Partido da Oposição em Angola. 

Nota: Aos interessados em participar desta entrevista recomendo que me adicionem neste Msn: revu_cibernetica 09@live.nl. 

Tome tempo para lêr sobre o modelo da entrevista e sobre as regras de participação.

Modelo da Entrevista 

Na Sexta - Feira as 19 horas (de Angola) a entrevista será basicamente entre o Dr. Samakuva e eu, em directo aqui no Facebook. Para isso preparei uma série de perguntas, que serão divididas em três temas, a saber: 

Tema I: Isaías Samakuva, a UNITA e Jonas Savimbi
--->Neste tema colocarei algumas perguntas para conhecermos um pouco do percurso politico do Dr. Isaías Samakuva, das razões que o levaram a aderír a UNITA bem como a sua relação com Jonas Savimbi.

Tema II: A UNITA no Passado e no Presente 
--->Neste tema colocarei algumas perguntas para sabermos um pouco mais do Dr. Samakuva aquilo que foi a UNITA no passado, das razões da sua luta, e fazermos uma comparação com a UNITA do Presente.

Tema III (último): A UNITA, o actual momento politico e as eleições de 2012
--->Neste tema questionarei o Dr. Samakuva sobre o actual momento politico em Angola e os desafios que o seu partido enfrenta tendo em conta as eleições de 2012.

*Durante o momento em que estiver a colocar as questões ao Dr. Samakuva ninguém deve intervír, e se o fizer terá o seu comentario eliminado. Se voltar a insistir será bloqueado da minha lista e ficará impossibilitado de seguír a entrevista. A plateia deve estar atenta porque eventualmente chamarei alguns para intervír com algumas perguntas, principalmente aqueles que não poderão estar presentes no Sábado.  

A Entrevista de Sábado

No Sábado as 19 horas (horas de Angola) a entrevista terá seguimento mas desta vez em moldes diferentes, porque será o dia dedicado exclusivamente á plateia. Significa que eu chamarei atravéz do messenger ou do Chat do Facebook, aqueles que se mostrarem interessados em participar para colocar directamente as suas questões ao Dr. Samakuva. 

Modo de Participação da plateia

 

1. Os interessados em participar da entrevista devem adicionar-me ao seguinte Msn: revu_cibernetica09@live.nl

2. Os que fazem parte da minha lista de amigos e que não tenham Msn-messenger não se preocupem, eu estarei ligada no CHAT do Facebook durante toda a entrevista. Só deve me mandar uma mensagem a manifestar interesse em participar, que quando chegar a sua "vez" eu chamo. 

3.Para os que não constam da minha lista de amigos e não tenham Msn e quiserem participar, podem me enviar as suas questões pelo inbox do Facebook, que colocarei por eles as suas questões ao Dr. Samakuva mencionando os seus nomes (escolherei as perguntas mais relevantes e que façam sentido). 

Mas nem todos poderão participar da entrevista, porque isso deverá obedecer algumas regras. 

REGRAS DE PARTICIPAÇÃO: 

--->Quem pode ou não participar? 


1. Deve ser angolano, residente em Angola ou na diáspora.

2.Deve ter um perfil bem personalizado, com foto(s) reais, nome real ou um nick name pelo qual já é conhecido entre nós aqui no cyber-espaço.

3.Não deve ser alguém cujo nome esteja vinculado a algum partido politico, inclusive á UNITA.

4.Não pode fazer pergunta(s) em nome de "outra" pessoa.

5.Jornalistas e figuras da sociedade civil angolana em Angola e no exterior estão convidadas a participar. 

6.A plateia só pode intervír sob o sinal da moderadora (que sou eu).

7. Os interessados em participar devem estar ONLINE conectados no CHAT do Facebook ou no MSN onde estarei ligada atravéz do revu_cibernetica09@live.nl.
Para esclarecimentos adicionais não hesite em perguntar aqui mesmo debaixo desta nota.

Matéria relacionada:  





(Pedido para publicação)


Pensar e Falar Angola

RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...