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sábado, 17 de março de 2012

Serviços da TAAG foram distinguidos


Serviços da TAAG foram distinguidos
Hoje
A TAAG, Linhas Aéreas de Angola, foi galardoada pela Associação Africana dos Transportes Aéreos (AFRAA) com o prémio Africano de Aviação 2012, pelo trabalho efectuado, de 2009 a 2011, na melhoria contínua dos seus serviços.
Segundo uma nota da Associação Africana dos Transportes Aéreos, a TAAG conseguiu desenvolver acções, entre 2009 e 2011, que guindaram a empresa a níveis altos de reputação, fiabilidade e segurança
Jornal de Angola



Pensar e Falar Angola

quarta-feira, 13 de abril de 2011

TAAG - normalização total

A frota de longo curso da TAAG está totalmente operacional com o regresso aos ares do terceiro e último Boeing 777-200ER paralisado desde Dezembro passado, informa uma nota da assessoria de imprensa da companhia de bandeira.

Segundo o documento, na origem da interrupção da operação da frota estiveram os dois incidentes ocorridos a 6 e 23 de Dezembro últimos, durante os voos que se deslocavam de Lisboa para Luanda e de Luanda para o Dubai, respectivamente. 

A nota explica que com um intervalo de 17 dias, no procedimento de subida após a descolagem, aeronaves diferentes do tipo Boeing 777-200ER e equipados com motores GE90-94B registaram uma falha inesperada em um dos motores, obrigando a uma aterragem de retorno com um só motor, verificando-se a posteriori que algumas das peças se haviam desprendido do motor. 

De acordo com o informativo, os dados recolhidos apontaram para um desgaste anormal dos injectores, similar aos verificados pela General Electric Aviation num outro operador, pelo que a solução encontrada foi a remoção dos motores e colocação de novos injectores, inclusive nos que não haviam sido afectados por aquela anomalia. 

O documento lembra ainda que os motores se encontram ainda na fábrica da GE na recta final do Programa de Recuperação. A meio do ano, aos três Boeing 777-200ER, que actualmente compõem a frota de longo curso da TAAG, a companhia adicionará duas novas aeronaves 777 300-ER. 





Pensar e Falar Angola

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Pedaços de avião da TAAG caíram em vários pontos de Almada (Portugal)


Pedaços de avião caíram em vários pontos de Almada

Pequenos pedaços metálicos de um avião que sobrevoou Almada durante a manhã de hoje, segunda-feira, caíram em alguns pontos da cidade sem causar feridos, disse fonte dos bombeiros voluntários locais, adiantando que o aparelho já aterrou no aeroporto de Lisboa.
 
foto TIAGO MELO
Pedaços de avião caíram em vários pontos de Almada
Terá sido um avião da TAAG a soltar peças metálicas enquanto sobrevoava Almada
 
O comandante dos bombeiros voluntários de Almada, Vítor Espírito Santo, disse à agência Lusa que se trata de "pequenos destroços metálicos, com cerca de cinco por 15 centímetros, pertencentes a um avião", que caíram "pelo menos em quatro pontos da cidade de Almada".
Os bombeiros não têm registo de feridos e quanto a estragos sabe-se apenas que um veículo foi atingido.
"Até ver, nada mais do que um veículo atingido. Aguardamos agora para avaliar a situação de um desses pedaços do avião", adiantou.
O comandante disse ainda à Lusa ter já recebido a informação de que o avião aterrou em Lisboa, não estando, contudo, em condições de avançar de que tipo de avião se tratava.
A SIC afirma que o avião pertence à companhia aérea angolana TAAG e que este teria partido de Lisboa em direcção a Luanda. A aeronave terá regressado de imediato ao aeroporto de Lisboa.
ANA não confirma
Contactado pela Lusa, o porta-voz da ANA Aeroportos de Portugal, Rui Oliveira, adiantou que esta manhã um avião da TAAG - Linhas Aéreas de Angola - com destino a Luanda efectuou uma aterragem de emergência no aeroporto da Portela, em Lisboa, de onde tinha saído, devido a problemas técnicos.
Rui Oliveira disse que, por enquanto, "não se pode fazer a associação entre este aparelho e as peças caídas em Almada", dado que, "perante a avaria, está agora a decorrer uma investigação para detectar o problema".
O representante não tinha indicação do número de passageiros que estavam a bordo, mas informou tratar-se de um Boeing 777.
Entretanto, o comando de operações da PSP de Almada e o Comando Distrital Operacional de Socorro (CDOS) de Setúbal confirmaram não haver registos de quaisquer feridos.
Fonte da PSP referiu, no entanto, que terão ocorrido danos em três ou quatro viaturas e na clarabóia de um edifício, mas acrescentou que o processo de recolha dos pedaços ainda está a decorrer, pelo que não era possível fazer um balanço definitivo do incidente.
O CDOS informou que um dos veículos danificados aguarda pela vistoria dos técnicos do Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) e que uma das peças do avião caiu no parque de estacionamento dos bombeiros de Cacilhas.

in Jornal de Notícias



Pensar e Falar Angola

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

DTA - TAAG

DTA - TAAG

· Fotos de DTA - TAAG · Perfil de DTA - TAAG


1º Acidente Grave da DTA
Acidente do Dakota CR-LBK “Silva Porto” a 18 de Julho de 1950, tendo nele perdido a vida todos os seus 12 ocupantes.A tripulação era constituída pelo Comandante Fernando Casanova Pinto, radiotelegrafista Eduardo Teixeira Padrão e Mecânico Francisco Serra Cordeiro.
O avião havia saído de Nova Lisboa pelas 10:00 da manhã com destino ao Lobito num voo com a duração estimada de 50 minutos. Durante a aproximação ao destino e em condições de fraca visibilidade, o avião embateu num morro denominado “Bulobulo” ou “Lucinga”, a 40 km da estrada do centro de “Bocoio” a 1419 metros de altitude.

FUNDAÇÃO DA DTA E DA DTA-TAAG

Meio de transporte:

DTA - Divisão de Exploração dos Transportes Aéreos de Angola

Corria o ano de 1937 quando o Major Joaquim de Almeida Baltazar foi encarregue pelo então Ministro das Colónias Vieira Machado de formar a primeira companhia de transportes aéreos em Angola. Foi ele o verdadeiro criador desta empresa. Chegou a Angola a pedido do então Governador-Geral General Lopes Mateus com a finalidade de formar os novos pilotos do recém-formado Aero Clube de Angola. A sua primeira missão nestas terras africanas foi levar o primeiro avião deste Aero Clube de Leopoldeville a Luanda, em parceria com o piloto Fernando Albuquerque Bossa, outro dos primeiros pilotos da futura DTA. Divisão de Exploração dos Transportes Aéreos de Angola (DTA), assim se chamou a companhia criada a 8 de Setembro de 1938, pela Portaria nº 11, do Boletim Oficial nº 36, 1ª série de 8 de Setembro do mesmo ano, que de uma forma semelhante ao já passado em Moçambique, funcionou na dependência da Administração da Direcção dos Serviços de Portos, Caminhos de Ferro e Transportes de Angola. O Ministro das Colónias de então autorizou a compra de três DH-89 Dragon Rapide e dois Junkers JU-52/3m, tendo a compra destes últimos sido cancelada devido à eclosão da segunda guerra mundial. Em meados de 1939 três jovens pilotos de Angola rumaram a Hatfield (Inglaterra) onde na fábrica da De Havilland frequentaram o curso de conversão dos Dragon Rapide recém adquiridos. Eram eles Reinaldo de Barros (piloto), Francisco Branco (piloto/operador de rádio) e Pedro Gomes (piloto/mecânico), todos ex-pilotos do Aero Clube de Angola. Até à chegada dos Dragon Rapide encomendados, utilizou a DTA aviões pertencentes ao Aeroclube de Angola para iniciar os seus voos, incluindo um DH-85 Leopard Moth, que mais tarde acabou por adquirir, perdendo-o posteriormente num um acidente junto ao antigo aeroporto Emílio de Carvalho de Luanda, entretanto desaparecido. Os voos domésticos regulares iniciaram-se a 7 de Julho de 1940, utilizando os três Dragon entretanto recebidos, bem como um mono motor Klemm K1.31A. O Major Baltazar foi durante dois anos o primeiro Director Geral da DTA, sucedendo-lhe outra figura importante nos anais da aviação em Angola, o Coronel Jacinto da Silva Medina.Ponta Negra na República do Congo (então África Equatorial Francesa), foi o primeiro e único destino além fronteiras durante muitos anos, pois permitia a ligação com os voos para a Europa através da Aeromaritime francesa. Durante a 2ª guerra, a operacionalidade da companhia foi seriamente afectada devido à dificuldade em obter peças sobressalentes, tendo em 1944 sido adquiridos dois Stinson Reliants no Congo Belga para os percursos ao longo da costa de Angola, embora tenham durado pouco por dificuldades em mantê-los operacionais. Igualmente em 1945 foi necessário recorrer ao material disponível na época, tendo ingressado na frota um Beechcraft UC 43 Traveler e dois Fairchild PT-26A Cornell, fundamentalmente usados para treino de tripulações. Em 1946, terminada a guerra, foi o ano da grande expansão em termos de frota e abertura de novas rotas. Era seu Director o Comandante Uva Cansado. Três Douglas DC-3’s foram adquiridos, dos excedentes da guerra americanos e convertidos no Canadá, bem como um conjunto de cinco Beechcraft D-18S novos.No fim de 1946, possuía a DTA três Dakotas, quatro Beech D-18S, um Beech UC-43, três Dragon Rapides , dois Stinson Reliants, dois Fairchild PT-26A , um Klemm e um DH-85 Leopard Moth. Demonstração da pujança e crescimento rápido da aviação comercial nesta colónia ultramarina. Três Dakotas foram entretanto adquiridos em 1948, dois deles provenientes da CTA (Companhia de Transportes Aéreos) em extinção. A 6 de Julho de 1950 o primeiro acidente grave desta companhia com a perda do Dakota “CR-LBK” que se despenhou num voo entre o Lobito e Nova Lisboa, tendo morrido todos os seus ocupantes. De Julho de 1950 a 1954, a DTA assegurou o prolongamento do voo da TAP de Luanda a Lourenço Marques. Em Outubro de 1953 adere à IATA - Associação Internacional de Transporte Aéreo, recebe mais dois Dakotas que pertenciam a uma empresa canadiana e em finais de 1960 foram finalmente retirados do serviço os Dragon Rapide com 20 anos de excelentes serviços prestados. De entre os muitos voos que realizaram ficou célebre aquele que ligava Moçamedes à Baía dos Tigres, onde neste último destino (uma ilha na foz do rio Cunene junto à fronteira com a Namíbia) a rua principal servia de pista, a igreja de terminal de passageiros e por vezes o seu adro de hangar de refúgio ao próprio avião, para protecção contra as areias trazidas pelo vento forte de sudoeste (a garoa).Em Junho de 1961 entrou a DTA numa nova era com a encomenda de dois Fokker F-27 MK-200 Friendship que chegaram em 1962. Vinte pilotos pertenciam aos quadros da empresa nesta altura, sendo seu Director de Operações o Cte Eduardo Viegas de Almeida e piloto chefe o Cte. Fernando Casanova Pinto.Um terceiro F-27 foi recebido em 1967, o quarto em 1970, o quinto em 1971 e o sexto e sétimo em 1972. No dia 21 de Maio de 1972 perdeu a companhia o seu primeiro F-27 “CR-LLD”, num acidente à descolagem do Lobito, tendo o avião caído ao mar morrendo 20 das 23 pessoas que seguiam a bordo. Um dos únicos sobreviventes deste acidente, o copiloto Mesquita acabou por perder a vida em 1999 no acidente do ATP da SATA na ilha de S.Jorge. Em Outubro de 1973 foi a DTA reorganizada e passou a designar-se TAAG (Transportes Aéreos de Angola), nome que ainda hoje mantém, sendo o seu capital então dividido pelo governo de Angola (51%), TAP (29%) e trabalhadores (20%). Um novo logótipo foi criado e nova pintura para toda a sua frota.1974 foi o ano em que dois Boeing 737-200 foram encomendados à Boeing Aircraft Company, tendo os aviões sido recebidos durante o ano de 1975, já depois da independência de Angola. Foi-lhes atribuído as matrículas CR-LOR e CR-LOS que não chegaram a ostentar.Mantendo o mesmo nome e curiosamente o mesmo símbolo (a Palanca), deu esta empresa origem à actual TAAG – Angola Airlines após 1975, ano da independência deste território ultramarino Português.

José Vilhena

Pilotos - Os primeiros pilotos da DTA em Hatfield (UK) quando efectuavam o curso dos Dragon Rapide (1939).

O FUNDADOR DA DTA

O Major Joaquim de Almeida Baltazaro Fundador da DTA
Chegou a Angola em 1937 a pedido do então Governador-geral, General Lopes Mateus, com a finalidade de formar os novos pilotos do recém-formado Aero Clube de Angola. Capitão da então Aviação Miltar, antecessora da actual Força Aérea, iniciou a sua carreira militar na arma de artilharia.
A sua primeira missão nestas terras africanas foi levar o primeiro avião deste Aero Clube, um DeHavilland Tiger Moth, de Leopoldeville a Luanda em parceria com o piloto Fernando Albuquerque Bossa, outro dos primeiros pilotos da futura DTA. Em 1938, aquando da visita do Presidente da Republica Portuguesa Marechal António Óscar de Fragoso Carmona a Angola, o capitão Joaquim de Almeida Baltazar liderou uma formação de oito aviões que escoltaram o navio Presidencial até ao porto de Cabinda.
O Marechal Carmona convidou estes pilotos a bordo do navio, onde o Ministro das Colónias vieira Machado solicitou ao capitão Baltazar que organizasse os serviços de transportes aéreos na província. Assim nasceu a DTA em Setembro de 1938, que de uma forma semelhante ao já passado em Moçambique, funcionou na dependência da Administração da Direcção dos Serviços de Portos, Caminhos de Ferro e Transportes de Angola. Foi de imediato autorizada a compra de três DeHavilland Dragon Rapide em Inglaterra e dois Junkers JU52 à Alemanha.
Contudo o eclodir da Segunda Grande Guerra não permitiu que estes dois últimos aviões fossem entregues.
O Major Baltazar foi Director da DTA de 1938 a 1940, tendo regressado à companhia de 1944 a 1946. Mais tarde exerceu o cargo de inspector da Móbil para a área dos combustíveis de aviação, tendo-se reformado em 1961.

Cte Eduardo Viegas Ferreira de Almeida
Piloto Chefe e posteriormente Dirctor de Operações de Voo da DTA.

Cte. Fernando Casanova Pinto
Piloto Chefe da DTA.

O Klemm K1.31A-14 "CR-LAS", um dos primeiros aviões da DTA.

Um velho DH-89 Dradon Rapide da DTA no velho aeroporto de Luanda em 1939.

Um DH-89 Dragon Rapide da DTA.

O DH-89 Dragon Rapide "CR-LBO" da DTA numa pista do interior de Angola.

Um dos dois Fairchild PT-26A Cornell da DTA.

Fokker F-27 "Friendship" da DTA-TAAG

Os Fokker F-27 "Friendhip" da DTA - TAAG.

Primeiro voo do Fokker Friendship a Windhoek

DTA - TAAG As Rotas da DTA em 1952 e 1969.

DTA - TAAG As Rotas da DTA em 1952 e 1969.

DTA - TAAG Coronel Jacinto da Silva Medina
Segundo Director da DTA.

Fotos de DTA - TAAG - Jacinto Medina

Fotos de DTA - TAAG - TAAG- a frota da Taag no aeroporto de Luanda em 1973

A Frota da DTA no Aeroporto de Luanda em 1947.






Esta peça foi retirada, com as devidas autorizações, dos sites Voa Portugal e Asas do Império. Um grande BEM HAJA a estes sites.

Pensar e Falar Angola

sábado, 18 de setembro de 2010

DTA - TAAG

fotos gentilmente cedidas por Luis Pereira de www.voaportugal.org e www.asasdoimperio.com a quem agradecemos. Cores usadas pelo Fokker F-27 "Friendship" CR-LEO, o primeiro destas aeronaves da DTA/TAAG
Pensar e Falar Angola

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Depois da Tempestade a Bonança

A TAAG, companhia aérea angolana de bandeira, foi reconhecida como uma das companhias aéreas a operar no espaço aéreo europeu que se destacam positivamente no cumprimento de todos os pressupostos operacionais.
O reconhecimento está num relatório da empresa portuguesa de Aeroportos e Navegação Aérea (ANA) a que o Jornal de Angola teve ontem acesso.
O relatório, que alberga elementos operacionais do primeiro semestre no aeroporto da Portela (Lisboa), salienta que houve um crescimento acentuado nos mercados originários de tráfego, particularmente de França e Portugal.
De acordo com o documento, passaram pelo Aeroporto de Lisboa mais de seis milhões de passageiros, verificando-se, no entanto, uma quebra de cinco por cento, registada em todos os segmentos, com menor importância no sector tradicional.
Em termos de oferta, nota-se uma quebra acentuada em movimentos (menos 7,1 por cento) e em ofertas de lugares (menos 4,8 por cento) o que, conjugado com a evolução da procura, resulta numa quebra ligeira do load factor (oferta em relação à ocupação). Fonte da TAAG, contactada ontem, referiu que o reconhecimento é sinal de que a transportadora aérea nacional está no bom caminho, rumo à excelência operacional. A TAAG, que opera para o espaço aéreo europeu sem restrições, voa para Lisboa, Paris, Londres, Bruxelas e Frankfurt, em Code Share (Partilha de Códigos), com companhias aéreas dos respectivos países.


sábado, 1 de agosto de 2009

2 anos depois


Passados dois anos, o primeiro vôo da TAAG – Linhas Aéreas de Angolade Luanda a Portugal está marcado para hoje, 1º de agosto de 2009, em um Boeing 777-200ER. Angola Airlines volta a operar no espaço aéreo europeu depois que a Comissão Europeia decidiu retirar a empresa de sua lista negra, trazendo novas esperanças financeiras à TAAG que mantinha a rota Luanda/Lisboa graças à parceria com a South African Airlines.

De acordo com o comunicado lançado pela Comissão Europeia, a TAAG retomará os voos mas “apenas com certos aparelhos e segundo condições muito estritas.” O que significa que as linhas aéreas angolanas não têm ainda luz verde para viajar para outros países europeus como a França.

Segundo António Tajani, comissário europeu dos Transportes, a TAAG mantém-se na lista negra. A Comissão Europeia reconhece “os progressos feitos pelas autoridades de aviação civil de Angola e a sua transportadora TAAG na solução de deficiências de uma forma gradual e segura.”

Recorde-se que em Julho de 2007, a TAAG ficou proibida de voar nos céus da União Europeia devido à falta de condições de segurança nas operações. Naquela época, a empresa operava seis vôos por semana entre Lisboa e Luanda, e um vôo semanal para Paris.


Pensar e Falar Angola

RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...