segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024
QUEM ERA O CÓNEGO MANUEL DAS NEVES? - ALBERTO OLIVEIRA PINTO - LEMBRA-TE - 145
domingo, 4 de fevereiro de 2024
sábado, 4 de fevereiro de 2023
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022
HERÓIS DO 4 DE FEVEREIRO HOMENAGEADOS EM MOÇÂMEDES
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021
Como o 4 de fevereiro surpreendeu Salazar. Guerra colonial começou há 60 anos em Angola
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
domingo, 4 de fevereiro de 2018
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
4 de Fevereiro - Comunicado do BD
Pensar e Falar Angola
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Efeméride - 4 de Fevereiro de 1961
04-02-2013
Efeméride
MPLA honra memória dos heróis do 4 de Fevereiro
Luanda O Bureau Político do MPLA exortou o povo angolano a honrar a memória dos heróis do Quatro de Fevereiro através da sua participação nas iniciativas do governo pela construção de uma Angola melhor que garanta o bem estar de todos os cidadãos.
Numa Nota de Imprensa chegada à Angop, o Bureau Político do MPLA, "imbuído do espírito e determinação dos artífices do Quatro de Fevereiro, exorta todos os angolanos, de Cabinda ao Cunene, a mobilizarem-se em torno do Executivo, participando nas iniciativas tendentes à construção de uma Angola melhor, honrando, desta forma, a memória de todos quantos lutaram pela conquista da liberdade e independência" de Angola.
Na Nota de Imprensa, o Bureau Político do partido governante em Angola "reitera a firme disposição de continuar fiel aos ideais do Quatro de Fevereiro, lutando pela preservação da unidade e coesão nacional, pela consolidação da Democracia e das instituições e pela garantia dos pressupostos básicos necessários ao desenvolvimento, através to aumentos da produção, da estabilidade financeira e da transformação e diversificação da estrutura económica para que o país possa "crescer mais e distribuir melhor".
Considera que as comemorações do Quatro de Fevereiro, em 2013, decorrem numa altura em que o MPLA e o seu Executivo redobram esforços pela satisfação das necessidades dos cidadãos, "cumprindo o seu Programa de Governo para o período 2012/2017, que mereceu a preferência dos angolanos nas eleições gerais de 31 de Agosto último".
Para o MPLA, o exemplo "inapagável" dos Heróis do Quatro de Fevereiro "deve servir de incentivo às novas gerações de angolanos, motivando-os a participar no desenvolvimento económico e social do país, no quadro da promoção da igualdade de direitos e de oportunidades, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, crença religiosa, opção política ou quaisquer outras formas de discriminação".
No documento, o Bureau Político do MPLA endereça uma palavra de apreço aos antigos combatentes e veteranos da Pátria e reitera a defesa da promoção de acções de natureza política, económica, social e cultural, visando a sua dignificação, em reconhecimento da sua prestimosa participação na história da criação da nação angolana.
Recorda, com orgulho, que, há 52 anos, um grupo destemido de nacionalistas angolanos, "cientes de que o colonialismo português não cairia sem luta"
iniciou a luta armada contra o poderoso exercito colonial, "tendo consentido enormes sacrifícios e superado todos os obstáculos, para que, a 11 de Novembro de 1975, fosse proclamada "perante a África e o Mundo, a Independência de Angola".
O Bureau Político do MPLA considera, por último, que o Quatro de Fevereiro de 1961 "foi produto da tomada de consciência nacionalista e revolucionária de destacados patriotas, que souberam interpretar os anseios mais legítimos do povo angolano contra a recusa, pelo então regime colonial, das propostas pacíficas para autodeterminação dos angolanos".
Para o MPLA, o exemplo "inapagável" dos Heróis do Quatro de Fevereiro "deve servir de incentivo às novas gerações de angolanos, motivando-os a participar no desenvolvimento económico e social do país, no quadro da promoção da igualdade de direitos e de oportunidades, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, crença religiosa, opção política ou quaisquer outras formas de discriminação".Pensar e Falar Angola
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Figuras Históricas de Angola - Pascoal Moisés Imperial Santana
por David Pedro
Pascoal Moisés Imperial Santana, na foto, foi quem dirigiu o ataque.
O 4 de Fevereiro é um marco essencial na história recente de Angola e é por muitos, mas sem consenso, apontado como o tiro de partida para a luta armada pela independência do país iniciada em 1961.
Nos vários quadrantes políticos em Angola não se retira importância a esta data, mas nem todos a encaram como a linha definitiva a partir da qual o regime colonial começou a ser militarmente combatido até à independência do país, a 11 de Novembro de 1975.Arlindo Barbeitos, poeta e politicamente próximo do MPLA, partido no poder em Angola desde 1975, que reivindica o feito histórico, admite que o 4 de Fevereiro é uma “data transversal” e a “mais consensual” porque o MPLA é o "maior e mais importante" partido da sociedade angolana.Mas não é a única data importante no contexto da luta contra o regime colonial”, admite Arlindo Barbeitos, que sublinha terem havido outros “momentos decisivos” embora “ainda mal estudados”, essencialmente porque a guerra, primeiro a colonial, de 1961 a 1974, e depois a civil, de 1975 a 2002, “não o permitiu”.O poeta e professor universitário não exclui datas como o 15 de Março do mesmo ano, quando uma revolta popular gerida pela UPA (União dos Povos de Angola), “cruel mas com um regime colonial violento como pano de fundo”, teve um papel decisivo.No mesmo sentido aponta o 4 de Janeiro, na denominada revolta da Baixa de Cassange, nos campos de algodão da colonialista Cotonang, que levou a uma violenta resposta do exército colonial.Aponta o 4 de Fevereiro como estando “mais directamente” ligado ao MPLA, porque este é o partido “largamente mais enraizado” no tecido social do país e que, “logo no início teve um projecto nacional, ao passo que os outros movimentos tiveram uma abrangência mais regional”.Para a UNITA, o maior partido da oposição, o 4 de Fevereiro é, como admite Alcides Sakala, escritor e dirigente histórico deste partido, “uma data importante” para Angola, “mas não pode ser considerada a única com peso histórico nem sequer mais importante que outras”. Coitado, do Alcides Sakala, nesta altura, a Unita simplemente não existia e foi criado a revelia do 4 de Fevereiro.A data que marca o início da luta armada é o 15 de Março”, refere Kabango, justificando que a acção popular no norte de Angola foi "mais abrangente".Mas Ngola Kabango diz que a FNLA “respeita o 4 de Fevereiro porque também elementos da UPA estiveram na génese desta revolta.
Pensar e Falar Angola
A propósito do 4 de Fevereiro resolvo divagar
Hoje Angola comemora o 51º aniversário do início da luta armada como o colonialismo. Há 51 anos atrás um grupo de rebeldes atacou a casa de reclusão de S, Paulo e uma esquadra de polícia, mais coisa menos coisa. Quem eram, donde vieram e quem os organizou, e outras estórias de bastidores continuam envoltos em polémicas. O 15 de Março e... e tantas outras datas anteriores poderiam ser o início da luta contra o colonialismo. Optou-se pelo 4 de Fevereiro e que seja.Retirado de Ruy Duarte de Carvalho:
Quando eclodiu a «guerra de libertação nacional», em 1961, ainda não tinham passado 20 anos desde que a «guerra dos Mucubais», movida pela administração e pela tropa portuguesas, por pouco não os ia dizimando. Foi a guerra do Kakombola, a guerra total, a última de uma regular sucessão de «rusgas» que durou cerca de 100 anos e não se interrompeu com a consumação da tranquilidade militar imposta a toda a colónia desde o princípio da terceira década do séc. XX, antes prevaleceu por mais duas décadas, constante, utilizando sempre tropa indígena enquadrada por figuras europeias ou europeízadas da cena colonial, administrativos, militares e civis, desde o tempo dos capitães-mores, em que tudo se confundia. A documentação publicada a que tenho recorrido informa que os capitães-mores de Quilengues, quando acharam que já não dava para raziar mais, ou só, os Tyilengue, se voltaram então para os Kuvale, a Sul, passando a usar aqueles como auxiliares a quem caberia uma parte do gado raziado. Razia implica contra-razia, ou comporta-a mesmo desde que a circulação de gado que assim se estabelece seja entendida como um dispositivo integrado nos e pelos sistemas pastoris. Assim, ao longo de 100 anos, de meados do séc. XIX a meados do séc. XX, manteve-se uma guerra que não foi só uma guerra entre Kuvale e Portugueses mas também, e muito insidiosamente, uma guerra entre os Kuvale e os seus imediatos vizinhos a Norte. 1941 vem pôr fim a essa continuidade. Mas deixará os Kuvale em muito má situação, uma grande parte sepultada em valas-comuns e outra grande parte deportada para São Tomé.
foto de Eric Lafforgue
Pensar e Falar Angola
4 de Fevereiro
O Presidente Dr António Agostinho Neto em Banga. Comemorações do 4 de Fevereiro. Da esquerda para a direita:Roque Tchiendo, Floribert Monimambo, Daniel Chipenda, João Vieira Lopes, Salvador “Achille”, Marques Pimentel, José Mendesde Carvalho ( Hoji ya Henda )2.ª REGIÃO ZONA A, 7 DE FEVEREIRODE 1965.
Pensar e Falar Angola
51 anos do Início da Luta Armada
| O 4 de Fevereiro é considerado um marco importante da luta africana contra o colonialismo | |
Pensar e Falar Angola
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Memória ao 4 de Fevereiro de 1961
Pensar e Falar Angola
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
+ 4 de Fevereiro
Efemérides a 4 de Fevereiro
Hoje é o Dia Mundial Contra o Cancro. Nesta data, em 1693, o missionário português João de Brito era martirizado na Índia. Em 1783, terminava a guerra da independência entre os recém-criados EUA e a coroa inglesa. Em 1837, o edifício do Colégio dos Nobres era destinado à Escola Politécnica de Lisboa. Em 1938, Adolfo Hitler, chanceler da Alemanha, assumia o controlo das forças armadas. Em 1961, o MPLA iniciava a luta armada pela independência de Angola. Em 1975, era inaugurada, em Lisboa, a sede da Sociedade Portuguesa de Autores. Em 1985, era inaugurado, em Lisboa, o Museu Nacional do Teatro. No Reino Unido, 2.200 mineiros regressavam ao trabalho, depois de 11 meses de greve. Em 1998, a Assembleia da República aprovava o projecto de Lei da Juventude Socialista para a despenalização da prática de aborto até às 10 semanas. Em 2000, o presidente austríaco, Thomas Kleist, dava posse ao governo de coligação entre os democratas cristãos de Wolfgang Schuessel e o partido radical de direita de Joerg Haider, suscitando a aplicação de sanções pelos 14 parceiros da União Europeia (UE). Em 2003, era proclamado o novo Estado da Sérvia-Montenegro, pelo presidente do Parlamento jugoslavo, que aprovara a extinção da República Federativa da Jugoslávia, constituída 74 anos antes. Em 2005, no Iraque, era raptada a jornalista italiana Giuliana Sgrena, 56 anos, do jornal Il Manifesto. O sargento norte-americano Javal Davis, da cadeia de Abu Ghraib, em Bagdad, era condenado a seis meses de prisão e ao afastamento do Exército. Em 2006, a Agência Internacional de Energia Atómica remetia o dossier nuclear iraniano para o Conselho de Segurança da ONU. Em 2007, a China lança na Zâmbia uma zona de cooperação económica e comercial em África, a primeira das cinco que pretende estabelecer no continente. Em 2008, a NASA divulgava a canção dos Beatles “Across the Universe” no cosmos, uma estreia absoluta, para celebrar simultaneamente o cinquentenário da agência espacial norte-americana e o nascimento do grupo britânico. Em 2009, o Presidente da República, Cavaco Silva, utilizava pela sétima vez o veto político, desde o início do mandato, ao não promulgar o projecto do PS de alteração da Lei eleitoral para a Assembleia da República que previa o fim do voto por correspondência dos emigrantes.
4 de Fevereiro
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Mais ainda no 4 de Fevereiro
A também ministra Sem Pasta depositou coroas de flores no túmulo de Paiva Domingos da Silva, Imperial Santana, líderes do grupo de angolanos envolvidos no início da luta armada e do cónego Manuel das Neves.
No acto a governadora foi acompanhada por membros do governo, sobreviventes do quatro de Fevereiro e representantes da sociedade civil que renderam homenagem aos antigos combatentes, depositando igualmente flores.
Em declarações à imprensa no final da homenagem, a governadora de Luanda recordou a importância da data, referindo que actualmente as pessoas vivem em paz, a reconstruir o país e a promover o desenvolvimento devido à realização do 4 de Fevereiro.
"Por isso, aqueles que tiveram a ousadia e a coragem de realizar o acto de 4 de Fevereiro têm que continuar a merecer de nós o nosso respeito e a nossa homenagem pois são angolanos que nos orgulham", disse a governante.
A governadora de Luanda enalteceu os feitos dos heróis de Fevereiro, afirmando que os angolanos ousaram enfrentar o poderio colonial português, porque os angolanos estavam cansados de ser escravos, por isso jovens com armas artesanais, com ousadia e coragem, enfrentaram um poder militar forte.
Na opinião de Francisca do Espírito Santo os jovens que no dia quatro de Fevereiro de 1961 tiveram coragem para dar início à luta armada devem continuar a merecer o respeito, o orgulho e a homenagem de todos.
4 de Fevereiro
O historiador e professor do Instituto Médio " Daniel Nvemba" de Mbanza Kongo (Zaire), Pedro Gabriel, afirmou que o 4 de Fevereiro deve constituir-se numa jornada de recuperação dos valores cívicos dos angolanos.
O docente que se dirigia para um vasto auditório presente na sala de conferências do governo provincial do Zaire, dissertava o tema "Importância do 4 de Fevereiro na história de Angola", enquadrado nas festividades do 48º aniversário do início da luta armada de libertação nacional.
Segundo Pedro Gabriel, torna-se necessário a reconstrução das mentes dos angolanos, a recuperação dos seus valores culturais, morais e cívicos, com vista a criação de uma sociedade mais fraterna e harmoniosa rumo ao desenvolvimento.
Ao fazer a retrospectiva dos acontecimentos históricos que deram lugar a acção patriótica do 4 de Fevereiro, considerou que o cruzamento das civilizações ocidental e africana com a chegada do navegador português Diogo Cão em 1482 à foz do rio Zaire contribuiu fortemente para o nascimento e fomento do nacionalismo africano e angolano de forma particular.
Explicou que o antagonismo surgido com este cruzamento de culturas diferentes serviu também para a proclamação da consciência nacional de pertença histórica pelos nacionalistas, uma virtude que se foi tornando inata de tempos em tempos.
Destacou ainda a contribuição dada por diversas denominações religiosas na época colonial, com destaque para as Igrejas Evangélica Baptista e Metodista, cujas filiações forjaram vários patriotas que viriam ter um protagonismo nas formações políticas nacionais que lideraram a luta pela independência nacional.
Sublinhou que, a acção do 4 de Fevereiro que culminou com o assalto à Casa de Reclusão, assim como à Cadeia de São Paulo, à Emissora Central e esquadras policiais fascistas em Luanda, onde se encontravam detidos em condições desumanas vários nacionalistas, deveu-se pela persistência do então regime Salazarista em perpetuar o sofrimento dos angolanos, aos quais negava a liberdade e a sua autodeterminação.
Esta acção heróica protagonizada por patriotas destemidos em condições desproporcionais serviu também para desmistificar as afirmações da nata colonial segundo as quais em Angola existia uma estabilidade política, de acordo ainda com Pedro Gabriel.
Estão agendadas actividades desportivas, culturais e religiosas para saudar a efeméride, que culminará no próximo dia 4 de Fevereiro com a deposição de uma coroa de flores no túmulo do soldado desconhecido localizado na Rotunda desta cidade de Mbanza Kongo.
angop
Pensar e Falar Angola
RITA GT em Viana do Castelo
https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...
-
ELOGIO FUNEBRE Elaborado pela família de JOÃO BAPTISTA DE CASTRO VIEIRA LOPES Como assumiu [i] em vida, JOÃO VIEIRA LOPES, vi...
-
Não é hábito utilizar este blog para denunciar o que quer que seja ou com ele fazer eco a mujimbos e outras falações desbaratadas. No enta...
-
https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...





