sábado, 10 de novembro de 2018
Escola Secundária Njinga Mbande
sábado, 8 de julho de 2017
MBANZA CONGO
Pensar e Falar Angola
segunda-feira, 22 de junho de 2009
deserto do namibe
17 Junho 2009
Especialistas Querem Deserto do Namibe Como Património Mundial
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Os participantes na Conferência Internacional sobre Recursos Naturais defenderam, no início da semana, em Luanda, que o deserto do Namibe, pela sua riqueza e peculiaridades da flora e da fauna, seja considerado património mundial ou reserva da biosfera.
Na conferência realizada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, técnicos angolanos e provenientes de Portugal, Brasil e Moçambique recomendaram, igualmente, a inventariação da biodiversidade angolana para fins de conservação e utilização racional. Os aspectos ligados à protecção da biodiversidade, frisaram, devem ser estudados em todas as vertentes sectoriais.
Os especialistas pretendem que se proteja os habitats sensíveis e se conserve as espécies marinhas. O aparecimento de um número elevado de focas na faixa costeira nacional também os preocupa, razão pela qual recomendaram a realização de estudos para determinar o seu aproveitamento racional, sobretudo na área industrial.
Para reduzir a pirataria pesqueira na costa angolana, os participantes dizem ser necessário criar incentivos para que as empresas nacionais se dediquem à pesca industrial. Às instituições competentes do sector da agricultura pediram um maior controlo sobre as sementes provenientes do exterior para evitar a contaminação das espécies nativas, assim como o fortalecimento do quadro legal sobre questões ligadas a importação de sementes..jpg)
Os participantes à conferência, que produziram mais de 35 recomendações, também propuseram que se faça um estudo do impacto ambiental sobre o desenvolvimento energético. Além disso, incentivam à continuidade dos estudos sobre a utilização do óleo do chá de Caxinde para fins medicinais. Este óleo, frisaram, os participantes, tem maior actividade anti bacteriana, comparativamente à penicilina.
A Conferência Internacional sobre Recursos Naturais visou, entre outros objectivos, sensibilizar o Governo, a comunidade científica e a sociedade civil para a importância da investigação científica e da aplicação das tecnologias na gestão sustentável dos recursos naturais angolanos.

sexta-feira, 1 de maio de 2009
PATRIMÓNIO UNESCO
Em entrevista à Angop, à do lançamento da obra literaria “Arte Rupestre em Angola” de sua autoria, Manuel Gutierrez sugere que as autoridades governamentais devem apostar mais na divulgação das pinturas do país.
Segundo o especialista, países como Austrália, África do Sul, Botswana, Namíbia, Lesoto, Argélia fazem muita publicidade das suas pinturas rupestres e já incluídas na lista do património mundial da UNESCO.
“Na Europa, por exemplo, ninguém fala das pinturas rupestres de Angola. Mesmo em Angola, poucos sabem se existem pinturas rupestres no país”, rematou.
Tecnicamente, afirmou, apesar de ser um pouco difícil interpretar a mensagem do autor, o que interessa nas artes rupestres, entre vários elementos, é saber o que o pintor ou seus autores quiseram transmitir.
Disse que as pinturas rupestres de Angola apresentam-se, na sua maioria, em forma geométrica, levando, por isto, muito tempo a interpretar. Mas em relação as gravuras de animais, o autor afirmou que a interpretação torna-se um pouco fácil, devido as suas características específicas de apresentação.
FONTE: Angola Press
Pensar e Falar Angola
segunda-feira, 13 de abril de 2009
PEPETELA (horror no vazio)
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| eu recebi este texto por e-mail. Não posso confirmar a autoria. Mas, mesmo não corroborando estas idéias no todo é digno de tomar uma nota. |
sexta-feira, 21 de março de 2008
Enquanto podemos...
Desfrutemos então, enquanto é tempo, do "charme" único e histórico, porém condenado do ex-libris da cidade de Luanda, antes do camartelo dos interesses instituídos das imobiliárias o transformar em mais uma zona de shopping-centers internacionalistas. Ironias internacionalistas...
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Palácio de Ferro, ainda II
Era este o lastimável estado em que se encontrava o Palácio de Ferro antes das obras de reabilitação a que está sujeito neste momento e que prosseguem em surpreendente bom andamento.O Ministério da Cultura (Mincult) e a Empresa Nacional de Diamantes (Endiama-EP) rubricaram, um memorando destinado à preservação, restauro e valorização do Palácio de Ferro.
Constituído por 10 pontos, no memorando há orientações relativas à criação de uma comissão técnica mista, com vista a implementação do projecto do Museu do Diamante, o asseguramento, por parte do Mincult da existência de pressupostos legais para a efectivação das obras de restauro.
O Instituto Nacional do Património Cultural está obrigado, por força do acordo entre as partes, a propor, nos termos da Lei do Património Cultural, as condições de uso e conservação deste edifício classificado, colaborando com a Endiama na instalação do Museu do Diamante.
Consta ainda do acordo, a proposta para a celebração de um contrato administrativo de exploração de domínio público, que determinará a forma de gestão, tutela, obrigações e duração da exploração do imóvel.
Segundo o director do Património Cultural, Xavier Yambo, o restauro do Palácio de Ferro, cujo processo se vem arrastando desde 1995, é de grande valia para a memória do povo angolano.
"É um elemento arquitectónico que tem um elevado significado para Angola e culturalmente ainda mais porque permitirá a manutenção de uma estrutura, património que constitui um testemunho da memória colectiva dos angolanos"- disse.
O Mincult aprovou o projecto executivo de restauro, apresentado pela Endiama, tendo em conta a necessidade da recuperação do conjunto arquitectónico designado Palácio de Ferro, classificado por despacho nº37/77 de 06 de Agosto, como Monumento Histórico, na rubrica de imóveis de interesse público.
O projecto inclui o restauro das áreas adjacentes e complementares em cumprimento à Lei do Patromónio Cultural.
As obras de restauro, já iniciadas em Março deste ano, têm a duração de 14 meses. Estão a cargo da empreiteira brasileira Odebrecht.
A intenção da empresa diamantífera de Angola é transformar o Palácio de Ferro em Museu do Diamante.
Património histórico e cultural de Angola, o Palácio de Ferro foi projectado pelo francês Gustave Eiffel e erguido no final do século XIX.
Pensar e Falar Angola
RITA GT em Viana do Castelo
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