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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

ACADEMIA ANGOLANA DE JURISPRUDÊNCIA E DIREITO COMPARADO

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  ACADEMIA ANGOLANA DE JURISPRUDÊNCIA E DIREITO COMPARADO

COMUNICADO

O PROGRAMA ANUAL DE DIREITO CONSTITUCIONAL COMPARADO de 2018 têm início no Sábado dia 03 de Março no horário entre as 10h00 e as 14h00. Os mesmos ocorrerão em local a indicar sob regência do Investigador Agregado Albano Pedro. O método de estudos consiste na análise localizada de normas dos diferentes sistemas constitucionais em comparação com a Constituição da República de Angola. Os membros devem confirmar a participação as sessões devendo regularizar as propinas junto dos serviços administrativos e marcar a reserva para as sessões de estudos a ter lugar todos os primeiros sábados de cada mês ao longo do ano. Aconselha-se que os académicos estejam munidos de textos constitucionais de Angola, dos países da CPLP, dos países da África Austral e dos países da África Central que constituem matérias de estudos de acordo com o programa abaixo:  


PROGRAMA ANUAL DE ESTUDOS DE DIREITO CONSTITUCIONAL COMPARADO – 2018

NR
MÓDULO
PROGRAMA
HORÁRIO
DATA
01
Forma, Estrutura e Personalidade Jurídica do Estado e Tutela dos Direitos Fundamentais
Formas de organização do território. Exercício do poder soberano. Tutela Jurisdicional e Sistema de protecção interna dos Direitos Humanos Fundamentais   
10h00/14h00
03/03/2018
02
Organização Económica do Estado
Património Público e privado. Regime de concessões e de protecção da propriedade privada. Coexistência dos sectores públicos, privados e mistos. Banco central e moeda.
10h00/14h00
07/04/2018
03
Organização Social do Estado
Regime de protecção social Geral. Protecção da mulher gestante, do desempregado, do reformado. Regime de Protecção Especial. Protecção do idoso, diminuído físico, criança, viúva e guerrilheiros. Isenção fiscal e incentivos
10h00/14h00
05/05/2018
04
Organização do Poder Legislativo
Sistema parlamentar. Níveis e composição e funcionamento dos órgãos parlamentares.
10h00/14h00
02/06/2018
05
Organização do Poder Executivo
Sistema de governo. Formas de eleição dos órgãos executivos. Conselho da República e órgãos auxiliares
10h00/14h00
07/07/2018
06
Organização do Poder Judiciário
Sistema judiciário. Tribunais comuns e especiais. Níveis dos tribunais. Hierarquia horizontal ou vertical dos tribunais. Possibilidade de Tribunais ad-doc.
10h00/14h00
04/08/2018
07
Organização do Poder Local
Sistema de poder local (descentralizado, desconcentrado e misto) Formas das autarquias locais, Autoridades tradicionais, Associações de Moradores. Sistemas associativos dos poderes locais e a sua regionalização.   
10h00/14h00
01/09/2018
08
Órgãos e Serviços do Estado  
Ministério Público, Provedor de Justiça, Inspector Geral do Estado, Órgãos de segurança, militar e de policia nacional. Sistema de Defesa Nacional
10h00/14h00
06/10/2018
09
Controlo da Constitucionalidade das Leis
Controlo Abstracto (Preventivo e Sucessivo) e Controlo Concreto
10h00/14h00
03/11/2018
10
Revisão Constitucional
Revisão Constitucional. As Cláusulas Pétreas e a possibilidade de Referendo Constitucional
10h00/14h00
01/12/2018



As sessões de estudos têm o objectivo de despertar os estudantes de Direito, profissionais de Direito e demais interessados, para a necessidade de recorrer a jurisprudência constitucional, ao costume constitucional, ao direito internacional público e aos princípios gerais do Direito no processo de interpretação e aplicação das normas constitucionais angolanas, de modo a proporcionar uma melhor e mais ampla compreensão da ordem constitucional e jurídica angolana. 
A Academia Angolana de Jurisprudência e Direito Comparado (AJUDIC) tem de entre várias atribuições o desenvolvimento de um ambiente de circulação de informação necessária ao conhecimento e acesso a Jurisprudência e ao Direito angolano; a Participação no esforço nacional pela promoção da cultura jurídica; o apoio às iniciativas singulares e colectivas, públicas e privadas, relativas ao desenvolvimento de estudos e pesquisas sobre Jurisprudência e Direito angolano; o desenvolvimento de mecanismos de cooperação inter-institucional nacional, regional e internacional com vista ao desenvolvimento de parceria no contexto dos estudos comparados e pesquisas localizadas sobre Jurisprudência e Direito.

MODO DE PAGAMENTO

Membros
Os membros da AJUDIC, que tenham confirmado a sua inscrição e pago a propina mensal no acto da inscrição pagam 50% da propina mensal para terem acesso as sessões de estudos. De salientar que esse pagamento será mensal. Ou seja, o pagamento da propina mensal é acrescida de 50% para os participantes as sessões de estudos. 

Deste modo: Inscrição: 10.000 Kz + mensalidade 5.000. O acesso é acrescido de 2.500 kwanzas totalizando 17.500,00 kwanzas a inscrição inicial. Para o pagamento dos meses que se seguirem o valor é de 7.500,00 kwanzas. 


Não membros
Aos não membros, pagam  no acto de inscrição o valor de 15.000 kwanzas e a mensalidade de 10.000 kwanzas.

Transferencias:  BPC (Banco de Poupança e Crédito) 
Conta: 0001 - 564556-011 
IBAN: AO0600100001014564561165 em nome de PANZO CONSULTING FIRM



QUER SER PARTICIPAR OU SER MEMBRO DA AJUDIC?

CONTACTO:

AJUDIC - ACADEMIA ANGOLANA DE JURISPRUDÊNCIA E DIREITO COMPARADO

Contacto: 990510977 e 923510977 /926950212 /923 288 846/923510977.

Luanda: Projecto Nova Vida, Rua 2, Edifício. 4JMlUXY, 1º andar. O pagamento pode ser feito pelo BPC (Banco de Poupança e Crédito) através da conta 0001 - 564556-011 ou mediante transferência bancária usando o IBAN: AO0600100001014564561165 em nome de PANZO CONSULTING FIRM

Pensar e Falar Angola

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Uma vez por outra eu comento


As eleições democráticas foram há quase 3 meses. A organização nacional vai-se fazendo. Para uns muito lentamente, para outros rapidamente, demais até. Agora é necessário reorganiizar a sociedade civil e fazê-la actuar na vida do país.

A informação está a melhorar com os novos orgãos em papel que têm surgido, falando-se noutros meios de som e de imagem a aparecer em breve, e com isto melhora-se a organização civil.

Terminada a guerra a sociedade civil tem de ajudar o Estado, tem de contribuir para que este Estado consiga ter capacidade de reconstruir-se, tem de ter capacidade reivindicativa/fiscalizadora.


Por isso saúdo o incío da 2ª Conferência Angolana da Sociedade Civil, fazendo votos para que hája uma verdadeira diferença entre Sociedade Civil e Estado.


A segunda Conferência Angolana da Sociedade Civil debateu hoje, no seu primeiro dia, a questão do mecanismo de coordenação das organizações da Sociedade Civil em Angola, representatividade e legitimidade.

Estão reservados para os últimos dois dias abordagens sobre «O papel do voluntarismo e dos diferentes doadores», «Actividade económica e seu impacto ambiental», «Sociedade civil e a política, eleições, constituição».

foto de FERNANDO NAIBERG
Pensar e Falar Angola

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

livro SOCIEDADE CIVIL E POLÍTICA EM ANGOLA...

...Enquadramento regional e internacional
de Nuno Vidal e Justino Pinto de Andrade

Dia 16 de Outubro (quinta-feira), 18h, Casa de Angola em Lisboa,Travessa da Fábrica das Sedas, Nº 7 - 1250-107 Lisboa, Telefone: 213 829 487
O livro será apresentado por Alberto Oliveira Pinto (Faculdade de Letras da Universidade "Clássica" de Lisboa) com os dois autores e tem o apoio, promoção e cobertura em directo da RDP-África, para além do apoio da Casa de Angola e contando ainda com a participação musical ao vivo de Aldo Milá.

Referência e conteúdo da obra:
Nuno Vidal & Justino Pinto de Andrade (eds. & orgs.), Sociedade Civil e Política em Angola, enquadramento regional e internacional (Luanda & Lisboa: Firmamento, Universidade de Coimbra & Universidade Católica de Angola).

Este livro aborda os principais temas em discussão nos meios políticos e da chamada sociedade civil em Angola, nomeadamente a relação entre as Organizações da Sociedade Civil (OSC) e a Política e o modo como a defesa dos Direitos Humanos toca as questões políticas. Foca igualmente o papel da Comunidade Internacional em Angola (organizações governamentais e não governamentais), especialmente no que se refere ao tipo de relação estabelecida com as OSC e o modo como se posiciona face ao governo e aos interesses económicos internacionais em Angola.
Com vista a facilitar uma análise comparativa, a obra inclui um capítulo exclusivamente dedicado à região da África Austral, analisando os casos de Moçambique, África do Sul, Namíbia, Botswana, Zimbabué, Zâmbia, Malawi e República Democrática do Congo.
ÍNDICE
AGRADECIMENTOS
NOTAS DE ABERTURA
José Manuel Imbamba, Secretário-Geral da Universidade Católica de Angola — UCAN
José Manuel Pureza, Coordenador do Núcleo de Estudos para a Paz do Centro de Estudos Sociais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (Portugal) — CES-FEUC
PREFÁCIO DE ENQUADRAMENTO ANALÍTICO TWILIGHT ZONE: SOCIEDADE CIVIL E POLÍTICA EM ANGOLA
Patrick Chabal, King's College London
INTRODUÇÃO
Nuno Vidal & Justino Pinto de Andrade CES-FEUC & UCAN (respectivamente)
CAPÍTULO I
A SOCIEDADE CIVIL E A POLÍTICA EM ANGOLA
POLÍTICA, SECTORES SOCIAIS E SOCIEDADE CIVIL EM ANGOLA
Nuno Vidal, FEUC
PROCESSO DE TRANSIÇÃO EM ANGOLA: SOCIEDADE CIVIL, PARTIDOS POLÍTICOS, AGENTES ECONÓMICOS E POPULAÇÃO EM GERAL
Justino Pinto de Andrade, UCAN
CAPÍTULO II
DESAFIOS E CONSTRANGIMENTOS À SOCIEDADE CIVIL ANGOLANA
SOCIEDADE CIVIL E PODER POLÍTICO
Fernando Macedo, Universidade Agostinho Neto & Associação Justiça, Paz e Democracia – AJPDA
SOCIEDADE CIVIL E A DEMOCRATIZAÇÃO EM ANGOLA
Carlos Figueiredo, SNV e Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente – ADRA-Angola
A SOCIEDADE CIVIL, A POLÍTICA E A ERRADICAÇÃO DA POBREZA EM ANGOLA: DUAS PERSPECTIVAS EM CONFRONTO
Sérgio Calundungo, Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente – ADRA-Angola
CONTRIBUIÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL PARA A JUSTIÇA SÓCIO-ECONÓMICA E PARA UM GENUÍNO ESTADO DE DIREITO EM ANGOLA
Benjamim A. Castello, Liga Jubileu 2000 Angola – LiJuA
A SOCIEDADE CIVIL EM ANGOLA E OS SEUS DESAFIOS INTERNOS E EXTERNOS
Cesaltina Abreu, IBIS – Educação para o Desenvolvimento, Angola
SOCIEDADE CIVIL EM ANGOLA: FICÇÃO OU AGENTE DE MUDANÇA?
Fernando Pacheco, Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente – ADRA-Angola
AS CONDICIONANTES INTERNAS E EXTERNAS AO DESENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE CIVIL E DA DEMOCRACIA
Kinsukulu Landu Kama, Grémio para o Ambiente, Beneficência e Cultura – Grémio ABC
CAPÍTULO III
AS IGREJAS, A JUVENTUDE, AS MULHERES E OS MEDIA COMO PROPULSORES DO DESENVOLVIMENTO HUMANO EM ANGOLACONSTRUÇÃO DA PAZ E DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS: CONTRIBUIÇÃO DAS IGREJAS ANGOLANAS
Michael Comerford, Trócaire, Quénia
OS JOVENS ANGOLANOS E A POLÍTICA
Pedro Cardoso, Novo Jornal, Angola
GÉNERO, MERCADO DE TRABALHO E SOCIEDADE CIVIL
Aline Afonso Pereira, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa – ISCTE, Lisboa
LIBERDADE DE IMPRENSA - SUBSÍDIOS PARA A TRAJECTÓRIA DE UM DIREITO FUNDAMENTAL EM ANGOLA
Reginaldo Silva, Rádio Nacional de Angola e Angolense
A JUVENTUDE ANGOLANA E A PARTICIPAÇÃO CÍVICA E POLÍTICA
José Patrocínio, Projecto Omunga da ONG Okutiuka, Lobito, Angola
DESENVOLVIMENTO HUMANO EM ANGOLA
Paulo de Carvalho, Universidade Agostinho Neto, Angola
CAPÍTULO IV
A DIMENSÃO INTERNACIONAL
COOPERAÇÃO ECONÓMICA INTERNACIONAL, MODELOS DE DESENVOLVIMENTO E SOCIEDADE CIVIL EM ÁFRICA
Lopo Fortunato do Nascimento, Centro de Estudos Sociais e Desenvolvimento, Luanda, Angola
DOMÍNIOS E ARENAS CIVIS EM CENÁRIOS ANGOLANOS, DEMOCRACIA E CAPACIDADE DE RESPOSTA REVISITADAS
David Sogge, Bob van der Winden and René Roemersma
ACORDAR DE UM PESADELO: A VIDA NA ZONA PETROLÍFERA DO SOYO
Kristin Reed, Universidade de Berkeley, EUA
SOCIEDADE CIVIL E AJUDA INTERNACIONAL EM ANGOLA
Mónica Rafael Simões & Fernando Pacheco,CES-FEUC & ADRA - Angola (respectivamente)
ONG INTERNACIONAIS E NACIONAIS: QUE PARCERIA?
Anacleta Pereira, Fundação Open Society Angola
RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS EM ANGOLA
Manuel Paulo, Universidade de Middlesex, Reino Unido
CAPÍTULO VO ENQUADRAMENTO REGIONALÁFRICA DO SUL: O ENFRAQUECIMENTO DA SOCIEDADE CIVIL?
Dale T. McKinley, Movimentos Sociais Indaba e Fórum Anti-Pivatização, África do Sul
SOCIEDADE CIVIL, DEMOCRATIZAÇÃO E POLÍTICA NO ZIMBABUÉ
Lloyd M. Sachikonye, Instituto de Estudos de Desenvolvimento, Universidade do Zimbabué
GOVERNAÇÃO, CULTURA POLÍTICA E SOCIEDADE CIVIL SOB A LIDERANÇA DE UM MOVIMENTO DE LIBERTAÇÃO NO PODER: O CASO DA NAMÍBIA
Henning Melber, Fundação Dag Hammarskjöld, Suécia
A SOCIEDADE CIVIL NUM QUADRO NEO-LIBERAL LEGAL: O CASO DO MALAWI
Fidelis Edge Kanyongolo, Universidade do Malawi
SOCIEDADE CIVIL E PODER POLÍTICO NO BOTSWANA
Badala Tachilisa Balule, Universidade do Botswana
SOCIEDADE CIVIL E DESENVOLVIMENTO EM MOÇAMBIQUE
Manuel de Araújo & Raúl Meneses Chambote,Centro de Estudos Moçambicanos e Internacionais - CEMIA
SOCIEDADE CIVIL E O PODER POLÍTICO NA ZÂMBIA
Rueben L. Lifuka & Lee M.Habasonda,Transparência Internacional Zâmbia & Universidade da Zâmbia (respectivamente)
A SOCIEDADE CIVIL DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO: ENTRE AMBIÇÕES E CONSTRANGIMENTOS
Jean-Claude Katende, Associação Africana de Defesa dos Direitos do Homem, República Democrática do Congo


Pensar e Falar Angola

RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...