domingo, 3 de outubro de 2021
quarta-feira, 5 de maio de 2021
Este blog não tem nada a haver com este pedido
segunda-feira, 26 de março de 2018
Casa dos Estudantes do Império - A CASA DA MENSAGEM
Adriano Moreira,
Alberto João Jardim,
Fernando Mourão (entretanto desaparecido),
Fernando França Van-Dúnem,
Fernando Vaz,
Hélder Martins,
João Cravinho,
Joaquim Chissano,
Lilica Boal,
Luís Cilia,
Magui Leite Velho Mendo,
Manuel Boal,
Manuel Videira,
Mário Machungo,
Miguel Trovoada,
Moacyr Rodrigues,
Óscar Monteiro,
Pedro Pires,
Pepetela,
Raúl Vaz Bernardo
e
Ruy Mingas.
RTP 2
Pensar e Falar Angola
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Um Singular Balanço Entre Guerra e Paz (II)
INADIÁVEIS DESAFIOS.
Faz agora um ano que o artigo “Um singular balanço entre guerra e paz” foi publicado no Página Um e todavia ele não perdeu actualidade, nem acuidade, muito pelo contrário.
A época da crise declarada (a crise já de há muito que existe em relação a África), veio obrigar a colocar ainda mais questões em relação ao como os angolanos estão a tratar do seu presente e a cuidar do seu futuro.
O dinheiro explica muito pouca coisa, se mal utilizado no contexto sócio-político.
O estágio em que Angola se encontra exige muito mais do que as possibilidades oferecidas por uma“economia de mercado”, que só tem desequilibrado a sociedade e está na raiz desse desequilíbrio com a gestação duma burguesia administrativa que em determinadas questões assume já um papel anti patriótico e de lesa pátria, a começar pela mentira continuada que é exercida em relação a muitas questões.
Para o desenvolvimento sustentado, é ridículo inventariarem-se as torres e os condomínios como sinónimos desse conceito, como é ridículo o que está a acontecer num nó tão importante para a economia nacional como o porto de Luanda.
O plano para a construção de um milhão de habitações é arrojado, todavia, após a reconstrução de infra estruturas como estradas, ferrovias, pontes e edifícios, é também e ainda insuficiente se não se interligar a outros programas em direcção à sociedade e que a possam mobilizar de forma participativa e não“representativa”.
O plano para o fornecimento de água potável a todas as comunidades, segue a mesma linha.
Em Angola continua-se a apostar muito em cimento, mas ainda são frágeis as apostas directas no homem e a provar isso está o facto de, entre outras questões que são fundamentais, não estar delineado o plano de luta contra o analfabetismo, o desporto não ser praticado de forma massiva e a partir das escolas, não haver impactos culturais de relevo sobre a produção agrícola ao nível da que é praticada em regimes de auto subsistência e familiar, as estatísticas não inventariam questões relevantes que poderão melhor fundamentar as políticas de desenvolvimento sustentável…
Perante um mundo de indefinições e um mundo ainda maior de insuficiências, hesita-se entre uma linha social democrata que tem promovido tanto desconcerto onde quer que seja em todo o mundo e também em Angola (a actual linha de força do MPLA) e o rigor que possibilitará uma linha mais à esquerda, consentânea com as perspectivas dum socialismo alternativo e viável para o século XXI.
O chão que hoje pisamos em Angola foi conseguido com incomensuráveis sacrifícios, o sacrifício dos melhores filhos da pátria angolana, para que a liberdade e a democracia fosse erigida em função de todo o povo angolano e não se tornasse no privilégio de apenas alguns!
O MPLA corre o risco de se tornar em mais um“representativo partido dos negócios” e perder a sua qualidade de partido de massas erigido a partir do seu passado de movimento de libertação, ao não seguir o caminho de abertura à democracia participativa e isto apesar de tanto se ter prometido em relação ao “poder popular” (um “slogan” a sua época muito querido por parte de muitos que hoje polvilham os mecanismos do poder).
O MPLA deverá começar a restringir o peso dos“lobbies” que foram gerados principalmente durante a década de 90 e se tornaram tão omnipresentes hoje, a fim de se abrir à batalha das ideias, que conduz à participação.
A África parece estar alheia ao que se passa na América Latina, bem como dos ensinamentos que dela derivam e isso apesar de tanta inter confluência que chegou a haver em prol da luta de libertação contra o colonialismo e o “apartheid” e o que ficou por fazer alcançado o patamar mínimo para um exercício saudável de maturidade política pos independência.
Alguns ousam afirmar que essa aspiração é radical, querendo dizer com isso que é “moderada” a utilização das finanças (incluindo das finanças públicas), para reforço dos interesses duma classe que deriva no que já é hoje a burguesia administrativa nacional.
Essa traição às aspirações mais legítimas que tiveram sua corrente forte no movimento de libertação, esse corte na ponte entre o passado, o presente e o futuro, poderá implicar quer essa burguesia administrativa queira quer não, num crescente antagonismo que poderá derivar em mais tensões e sofrimentos para o povo angolano, ao contrário do que se enuncia em prol da paz.
Não há verdadeira paz se não se fizer tudo o que estiver ao alcance para se alcançar a justiça social e ainda não foi encontrado um ponto de equilíbrio suficiente para a sustentabilidade da sociedade angolana.
Os temas em discussão em época de pré Congresso do MPLA são candentes para melhor se definir o que somos hoje e o que seremos amanhã, pois isso influenciará no que falta construir neste quinquénio em vigor e no que se lhe seguirá, mas principalmente no como se irá construir.
Pensar e Falar Angola
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Angola, Um singular Balanço entre Guerra e Paz
Segunda-feira, Abril 28, 2008
ANGOLA, UM SINGULAR BALANÇO ENTRE GUERRA E PAZ
“Aqueles que integraram o movimento de libertação, na sua luta contra o colonialismo e o apartheid, tinham a convicção que era possível um mundo socialmente mais justo, mais solidário, mais feliz, mais saudável, garantindo sustentabilidade para as gerações vindouras; por isso eles acreditavam nas possibilidades de desenvolvimento, numa maior consciência relativa a tudo que dissesse respeito ao homem e ao planeta, acreditavam numa democracia que fosse estabelecida no sentido de integrar, de forma harmoniosa, a participação de todos, acreditavam que era possível trazer para os povos mais liberdade, mais vida e paz efectiva”.
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quarta-feira, 22 de outubro de 2008
RITA GT em Viana do Castelo
https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...
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ELOGIO FUNEBRE Elaborado pela família de JOÃO BAPTISTA DE CASTRO VIEIRA LOPES Como assumiu [i] em vida, JOÃO VIEIRA LOPES, vi...
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