Mostrar mensagens com a etiqueta Mosquito. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mosquito. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Falando de Saúde ou da falta de



Quatro organismos africanos dedicados à pesquisa da malária - paludismo - foram distinguidos este ano com o Prémio Príncipe de Astúrias de Cooperação Internacional.


A cerimónia de entrega dos prémios realizou-se em Oviedo e os vencedores receberam 50 mil euros.


Pedro Alonso afirmou que a malária «é o paradigma da pobreza», fruto do subdesenvolvimento que caracteriza muitos dos países afectados. Alonso dirige o Centro de Investigação em Saúde de Manhiça (Moçambique), que foi distinguido pelo Prémio Príncipe de Astúrias de Cooperação Internacional, assim como o Ifakara Health Research and Development Centre (Tânzania), o The Malaria Research and Training Centre (Mali) e o Kintampo Health Research Centre (Gana).
Pedro Alonso defendeu que a malária e a pobreza têm de ser combatidas em conjunto de forma a contribuir para o progresso dos países afectados. Alonso acredita que em 2011 estará disponível uma vacina de primeira geração contra a malária, podendo vir a ser eficaz para entre 30 a 50 por cento dos casos.


Os directores dos centros de investigação consideram que a instabilidade em alguns países africanos é também um dos desafios a enfrentar para a erradicação da malária. Além disso, os parasitas que transmitem a doença desenvolvem resistência aos medicamentos utilizados, o que tem vindo a dificultar o combate. A malária ameaça 40 por cento da população mundial, ocorrendo a maioria dos casos na África Sub-sahariana, onde em cada 30 segundos morre uma criança com menos de 5 anos de idade. A malária é considerada uma doença endémica em 109 países, dos quais 45 localizam-se no continente africano. O relatório anual sobre a malária, apresentado pela OMS (Organização Mundial de Sáude), tem sido objecto de controvérsia. A OMS afirma que o número de casos de malária é menor do que se calculava. Contudo, há quem defenda que os casos em África, onde ocorrem cerca de 91 por centos das mortes por malária, não sofreram alterações significativas. A diminuição dos casos terá ocorrido na Índia, Indónesia, Paquistão e outros países asiáticos, onde há muitos casos de uma variação menos mortal de malária.
Críticas ao relatório da OMS notam que os casos na Ásia terão sido calculados com base em mapas da população e vegetação da década de 1960, sem levar em conta as migrações para as cidades, o desmatamento de consideráveis áreas, o melhoramento na assitência médica e o controlo do mosquito.



Quando a Malária 'regressar' ao continente europeu e a algumas regiões das Americas, em grande parte devido às alterações climáticas, talvez o pensamento do mundo seja outro
Pensar e Falar Angola

sexta-feira, 25 de abril de 2008

DIA MUNDIAL DO COMBATE CONTRA A MALÁRIA


A vice-ministra da Saúde para área hospitalar, Evelize Fresta, visita a cidade do Luena, província do Moxico, para presidir ao acto central nacional alusivo ao Dia da Africa e Mundial de Combate à Malária, que hoje se assinala.

A governante viaja na companhia de alguns embaixadores creditados em Angola, altos funcionários das agências das Nações Unidas, músicos e outras individualidades convidadas.

No Luena, para além de presidir o acto das celebrações de 25 de Abril, Evelize Fresta vai inaugurar uma Feira de Produtos e Medicamentos de Combate à Malária, bem como lançará a campanha de pulverização automóvel intra-domiciliar na povoação de Sacassange (14 quilómetros a sul do Luena).

O coordenador nacional adjunto do Programa de Controlo da Malária, Nilton Saraiva, disse quinta-feira última que cerca de dois milhões de casos clínicos, com 10 a 15 mil óbitos por ano, são registados em Angola.

O responsável apontou que, apesar do país ser endémico, nos dois últimos anos a cifra diminui para cinco mil óbitos anuais.

Apontou que a diminuição significativa de casos de malária é fruto do reforço no diagnóstico e manejo dos assintomáticos, aumento da cobertura com mosquiteiros impregnados e a pulverização intra e extra domiciliar.

O aumento da educação, informação e comunicação das medidas de prevenção da doença e a introdução do novo fármaco combinado com base a CORTEM e CO – ARTESIANE são outras razões do êxito no combate à doença


Pensar e Falar Angola

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Homem Nu, Faca No Bolso - Por Nástio Mosquito

Angola Não Me Respeita




Nástio Mosquito é um talentoso angolano nascido em 1981 e que se tem destacado pela acutilância ferina dos seus textos que tem apresentado nos mais diferentes formatos.

Depois de ter apresentado com retumbante sucesso durante uma temporada no bar espaço Bahia o espectáculo Beijinho no Rabo, e de uma adaptação rádiofónica do mesmo show para o programa Audiência Zero da LAC (Luanda Antena Comercial), Nástio Mosquito prepara agora a versão musical do seu Beijinho no Rabo que deverá ser publicada na segunda metade de 2007 e que levará o nome Homem Nu Faca No Bolso.

Conheça melhor este projecto e oiça algumas das fantásticas músicas de Nástio Mosquito em http://www.myspace.com/homemnufacanobolso

Conheça melhor Nástio Mosquito Aqui



Pensar e Falar Angola

RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...