Mostrar mensagens com a etiqueta selecção de Angola. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta selecção de Angola. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Selecção Nacional cuida da saúde para o CAN 2012

Depois dos habituais exames médicos os jogadores vão ser submetidos à preparação física que começa na província de Cabinda
Fotografia: Nuno Flash
Os atletas da Selecção Nacional de Futebol de Honras começaram ontem a efectuar exames médicos na Clínica Sagrada Esperança, no arranque da preparação para competirem na 28ª edição da Taça de África das Nações (CAN), a disputar-se de 21 de Janeiro a 12 de Fevereiro, no Gabão e na Guiné Equatorial.
Ontem, foram examinados Dany Massunguna, do 1º de Agosto, Fabrício, Nari, Fissi, Paty e Manucho Barros (Interclube) e Mano Calesso (Progresso do Sambizanga). 
Esta manhã será vez de Viety (Académica do Lobito), Sawu (Kabuscorp do Palanca), Osório (Recreativo da Caála), Manuel (ASA), Jaime (Progresso do Sambizanga) e Carlos Fernandes (sem clube). Jaime e Carlos Fernandes desembarcaram ontem à noite no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, provenientes de Lisboa.
De acordo com uma fonte do Gabinete Técnico das Selecções Nacionais, os exames médicos terminam no sábado. No domingo, o grupo de trabalho segue para Cabinda, palco do estágio de 20 dias.
Em Cabinda, o combinado nacional vai disputar, no dia 14 de Dezembro, um jogo amistoso com uma selecção africana, no estádio do Chiaze. Além deste desafio, a selecção tem mais dois amistosos: um com a Zâmbia, no Dundo, e outro com a Namíbia, no Lubango, nos dias 18 e 22 de Dezembro, respectivamente. 
No dia 5 de Dezembro, os Palancas Negras efectuam a primeira sessão de treino no estádio do Chiaze, em Cabinda, virada para a recuperação e melhoramento da condição física e atlética do grupo de trabalho.
Os Palancas seguem para o palco do Grupo B da Taça de África das Nações, em Malabo, no dia 18 de Janeiro, depois do estágio na cidade brasileira do Recife. 



No CAN-2012, os angolanos encontram-se no Grupo B, com sede em Malabo, capital da Guiné Equatorial, ao lado das similares do Burkina Faso, Costa do Marfim e Sudão. Na ronda inaugural, jogam com o Burkina Faso, a 22 de Janeiro. Na segunda jornada da competição, a selecção mede forças com a similar do Sudão e encerra a primeira fase de grupos diante da Costa do Marfim. Lito Vidigal, seleccionador nacional, convocou os seguintes atletas: Love Cabungula, Job, Mabina, Miguel, Chara, Bastos (Petro de Luanda), Mingo Bille, Dany Massunguna, Kali, Amaro, Wilson (1º de Agosto), Fabrício, Nary, Manucho Barros, Fissi, Paty (Interclube), Osório (Recreativo da Caála), Hugo, Lunguinha, Sawu (Kabuscorp), Neblu, Manuel (ASA), Jaime, Mano Calesso (Progresso do Sambizanga), Aguinaldo (Recreativo do Libolo), Viety (Académica do Lobito)) e Carlos Fernandes.




Pensar e Falar Angola

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Os Palankas ao trabalho

Geraldo poderá trazer muita coisa à selecção - Lito Vidigal 

Angop
Técnico da selecção nacional
Técnico da selecção nacional

Luanda – O futebolista angolano Geraldo, que actua no Curitiba da primeira divisão brasileira, tem futuro promissor e "poderá trazer muita coisa boa" à selecção nacional, afirmou hoje, o técnico dos Palancas Negras, Lito Vidigal.
 
Em conferência de imprensa, num hotel de Luanda, a propósito do jogo de sábado frente a congénere da Guiné Bissau, o treinador disse desconhecer os motivos da ausência do atleta, uma vez que foi convocado para esta partida.
 
Ressaltou que o jogador tem pela frente muitos anos de selecção, mas a sua imposição vai depender do trabalho efectuado no clube e na equipa nacional quando for convocado.
 
Sem se alongar muito sobre o assunto, o técnico disse que vai aguardar por uma justificação por parte do atleta e informou que tentou contactá-lo, mas não teve êxito.
 
Geraldo é o único ausente dos eleitos para “operação” Guiné Bissau.
 
Lito Vidigal comentou que convoca sempre jogadores que pensam no colectivo em detrimento do individual e que prefere não fazer grandes alterações, em termos de convocatória, para poder criar automatismo no grupo.
 
Questionado sobre a ausência de Dominique Kivuvu, uma vez que, segundo o jogador, o seleccionador havia garantido a sua convocatória, Lito Vidigal explicou que contactou o atleta apenas para saber do seu estado de saúde para os futuros compromissos.
 
Eis os jogadores:
 
Wilson, Kali, Mingo Bille, Dany Massunguna, Amaro (1º de Agosto), Miguel, Chara, Mabiná e Love Kabungula (Petro de Luanda), Neblú (ASA), Osório (Recreativo da Caála) e Fabrício (Interclube), André Makanga (Sport Clube Jaqhra do Koweit), Mateus Galiano (Nacional da Medeira de Portugal), Dedé e Marco Airosa (Ael Limassol do Chipre).
 
Completam a lista Manucho Gonçalves (Valladolid de Espanha), Djalma Campos (FC Porto de Portugal), Geraldo (Curitiba do Brasil), Gilberto (Liers da Bélgica), Zuela (Atromistos da Grécia), José Vunguidica (Preuben Munster da Alemanha), Flávio Amado (El Shabad Arábia Saudita) e Carlos, sem clube.




Pensar e Falar Angola

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Lito Vidigal - Seleccionador Nacional de Futebol

Que novidade traz Lito Vidigal?

Lito Vidigal chega hoje e será apresentado oficialmente no sábado, segundo uma fonte da Federaçao Angolana  de Futebol.De 41 anos, Vidigal vai orientar os Palancas Negras no CHAN, em Fevereiro, ao contrário do que estava previsto. 
Zeca Amaral deixa assim mais cedo a equipa para assumir o Recreativo do Libolo. Vidigal terá um salário mensal de 25 mil dólares, o mesmo proposto a  Zeca Amaral, mas que este recusou.
Expectativa Que sonhos pode vender Lito Vidigal? Pelo tempo de contrato que vai assinar com a Federação Angolana de Futebol (FAF), dois anos, o subsTeixeira Cândido  tituto de Zeca Amaral só tem um caminho: qualificar a equipa nacional para o CAN do Gabão em 2012.
Depois disso, será necessário discutir os objectivos nessa competição, face à qualidade de jogadores disponíveis e a situação financeira da Federação Angolana de Futebol (FAF). O ideal seria que a FAF definisse já o objectivo, antes mesmo dos Palancas Negras começarem a jogar as eliminatórias qualificativas para o CAN do Gabão. Essa realidade só é possível numa instituição organizada, o que não é o caso da FAF, segundo acusação de ex-seleccionadores.
A Federação Angolana de Futebol vive assustada pela fuga cíclica de treinadores (já lá vão quatro). Embora haja quem esteja a sair por razões salariais, caso de Zeca Amaral.
A situação de desorganização na FAF,  muito aflorada por Hervé Renard nas suas entrevistas, depois de abandonar os Palancas Negras, já leva muito tempo, beneficiou inclusive de um estudo-diagnóstico, feito pelos membros da FIFA no quadro do projecto “Goal”.
Indicaram-se as soluções, quase nenhuma foi posta em prática. No plano administrativo recomendavase a revisão da estrutura orgânica e nomeação de níveis de gestão de suporte ao secretário-geral, nomeação de um director técnico, nomeação de um director de administração e finanças, nomeação de secretários/ delegados nas Associações Provinciais em tempo integral e acções de formação contínua.
Recomendava-se ainda que se tornasse efectivo o funcionamento do Departamento de Marketing e Relações Públicas e a nomeação do respectivo director. No Plano desportivo o estudo considerou que se deveria priorizar programas de promoção e desenvolvimento do futebol jovem de forma a elevar o índice nacional de jogadores jovens sobre os séniores de 2,2, em 2001/2003 para 5/6 em 2008, ao mesmo tempo que se normalize o controlo de idades.
Maximizar o volume da competição, de forma a oferecer aos atletas e equipas representativas os melhores índices de desempenho nas provas internas e externas em que participem e organizar a primeira liga Nacional de Futebol em 2006, também constavam das recomendações.
Em resumo: reforçar a estrutura organizativa da FAF com quadros profissionais nas posições-chaves, de forma a garantir capacidade executiva efectiva, uma gestão sóbria e controlo de execução eficaz dos objectivos técnicos e de desenvolvimento proposto.
Estudar com as estruturas governamentais centrais e locais os projectos para reabilitação das infraestruturas existentes e a criação de outras para o suporte aos projectos de massificação.
Concluir o levantamento dos treinadores, árbitros, dirigentes e demais agentes do futebol e promover campanhas para sua formação e desenvolvimento em função das metas estabelecidas. E concluir a base de dados do futebol a nível nacional.
A direcção liderada por Justino Fernandes propunha-se também a alcançar, com estas medidas, as seguintes metas: reorganização da competição sénior, lançar a primeira e segunda ligas, obrigar os clubes dessas competições a terem escalões de sub-20 e 17, participar no CAN de sub-17 em 2007, Jogos PanAfricanos, Olímpicos; participar nos torneios da FESA e alguns regionais.



Os frutos Seis anos depois desse estudodiagnóstico, os resultados alcançados pela Federação Angolana de Futebol assentam sobretudo na participação dos Palancas Negras no CAN do Egipto e Mundial da Alemanha, em 2006, no Ghana2008 e em Angola2010.

Os resultados conseguidos foram, nos CAN´s, a qualificação para os quartos-de-final, e no Mundial ficou-se na fase de grupos. Depois do CAN2010, começou a crise da fuga de treinadores.
Manuel José, até então treinador do Al Ahly, foi contratado para superar os quartos-de-final alcançados por Oliveira Gonçalves em 2008, com um orçamento jamais colocado à disposição dos Palancas Negras: 21 milhões de dólares. Resultado, os Palancas Negras não conseguiram ir além dos quartos-de-final e o treinador português, Manuel José, demitiu-se, acusando alguns dirigentes da Federação Angolana de Futebol de arrogantes.
Seguiu-se a contratação de Hervé Renard, treinador a quem foi atribuído um programa de longo prazo (aliás dois anos) de reestruturação do futebol nacional, com maior incidência para a renovação dos Palancas Negras e a estruturação do futebol jovem. Seis meses depois, o treinador francês abandonou o cargo, invocando desorganização na FAF e incumprimentos contratuais.
Com a sua saída, foi-se o programa de reestruturação do futebol jovem, que não chegou sequer a começar, pois estava-se na fase de pesquisa de talentos, bem como a renovação dos Palancas Negras, cuja maioria dos jogadores experimentados e de qualidade está no final das respectivas carreiras, nomeadamente Flávio Amado, Kali, Gilberto, André Makanga, Yamba Asha e Love Cabungula.
O substituto de Renard, Zeca Amaral também está de saída por não concordar com o salário proposto pela Federação Angolana de Futebol (FAF): 25 mil dólares. Não chegou a traçar qualquer projecto de renovação dos Palancas Negras nem, tão pouco, os sub-17 ou sub-20.
Volvidos quatro meses desde a saída de Hervé Renard e dos seus adjuntos, que coordenavam o futebol jovem, a selecção Olímpica está sem treinador principal. Miller Gomes, até então adjunto do treinador francês, tem sido o responsável pela preparação desta selecção, com vista ao apuramento dos Jogos Pan-Africanos e Olímpicos.
Em relação ao plano administrativo, a FAF conseguiu nomear um director para o Marketing (único funcionário aliás), mas este departamento não funciona eficazmente, tal como toda estrutura administrativa.  Nunca conseguiu nomear um director técnico, nem níveis de gestão de suporte ao secretário-geral, além das selecções de Sub-17 e 20 não terem se qualificado para os CAN´s da categoria desde 2005.


Teixeira Cândido
10 de Janeiro de 2011



Pensar e Falar Angola

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

CAN 2010 Angola - Malawi ao Intervalo

Chegados ao intervalo e lá está o empate. Angola ataca mais mas o Malawi lá se vai aguentando. Mas também ainda não houve assim aquela jogada...
Vá lá, rapazes, mostrem a garra, o querer e dêem a alegria que a gente merece

Pensar e Falar Angola

Atrás do CAN2010... quando se prepara a festa


A festa do CAN 2010

O povo está de corpo e alma com a selecção nacional.
Qualquer que sejam os resultados a partir daqui Angola já venceu o desafio do CAN. Força rapazes!

Não há adjectivos suficientes para descrever tudo o que Luanda mostrou ao Mundo, a 10 de Janeiro. Desde o entusiasmo genuíno do povo, até à espectacularidade da cerimónia de abertura do CAN. Luanda foi pintada com as cores de Angola e vibrou ao som das cornetas e das buzinas incansáveis das caravanas automóveis. Com os gritos de gente com alma, coberta dos pés à cabeça com símbolos angolanos, serpenteando as principais artérias da cidade, muitos deles caminhando em peregrinação rumo ao novo, moderno e bonito Estádio 11 de Novembro. No interior, começava a cerimónia de abertura que casou história com modernidade.

Angola tem um passado grandioso patente no primeiro acto da cerimónia: “Origens e Reinos”. As danças, os ritmos e as tradições ancestrais, primeira etapa para o segundo acto: “Invasão e Resistência”. A encenação no relvado da invasão e do crime da escravatura comoveu a plateia. Chegou o terceiro acto: “Luta e Libertação”. O público vibrou quando foi projectada na tela gigante a declaração de independência e imagem de Agostinho Neto.

Os céus pintaram-se de estrelas que brotavam do magnífico espectáculo de fogo de artifício.

Bocas de espanto, olhos abertos, sorrisos de surpresa, encantamento. «Foi lindo», comentava-se. E foi.

Tamanho encanto teve sequência quando a bola começou a rolar. Flávio marcou o primeiro: vibração nas bancadas. Celebrou o segundo: festa imensa. Gilberto ampliou a vantagem: espanto. Manucho fez o 4-0: êxtase. Depois, bem depois, acabou o encanto, em jeito de pesadelo o Mali foi marcando golo atrás de golo até que chegou ao empate. Não há mesmo obras perfeitas.

Os números dos Palancas
1 – Luís Mamona João “LAMÁ”
2 – Manuel JAMUANA
3 – ENOQUE Paulo Guilherme
4 – Yhenda Francisco “DIAS CAIRES”
5 – Carlos Alonso “KALY”
6 – DAVID Magalhães
7 – Ricardo Estêvão JOB
8 – Fernando Costa “CHARA”
9 – Pedro Manuel “MANTORRAS”

10 – José Luís Francisco ZUELA

11 – Felisberto Amaral “GILBERTO”
12 – Johnson MACABA
13 – CARLOS Fernandes
14 – DJALMA Abel Campos
15 – RUI Manuel MARQUES
16 – FLÁVIO da Silva AMADO
17 – Nsimba Baptista “ZÉ KALANGA”
18 – Arsénio Cabungula “LOVE”
19 – Adérito Carvalho “DEDÉ”
20 – STÉLVIO Rosa Cruz
21 – José Alberto “MABINÁ”
22 – WILSON Alegre
23 – Mateus Contreiras Alberto “MANUCHO”
Jorge Silva


Pensar e Falar Angola

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

CAN 2008, Grupo D: um campeão mundial outro europeu e Angola

É considerado um dos grupos mais fortes da CAN. Roger Lemerre, campeão europeu em 2000 com a França, tenta conquistar o seu segundo Africano, com a Tunísia; o campeão mundial de 94, Carlos Alberto Parreira, tenta reorganizar a África do Sul; o Senegal é para ter em conta e Angola quer fazer história e passar pela primeira vez aos quartos-de-final. Francileudo dos Santos (Tunísia, Toulouse), Mamadou Niang (Senegal, Marselha), Steven Pienaar (África do Sul, Everton) e Manucho (Angola, Manchester Utd) são as estrelas do grupo.
Tunísia
Guarda-redes: Hamdi Kasroui (Esperance), Adel Nefzi (Club Africain), Aymen Mathlouthi (Étoile du Sahel); Defesas: Wissam Abdi (Zamalek), Sabeur Ben Frej (Étoile du Sahel), Karim Haggui (Bayer Leverkusen), Yassine Mikari (Grasshopper), Seif Ghezal (Étoile du Sahel), Mehdi Meriah (Étoile du Sahel), Radhouane Felhi (Étoile du Sahel), Radhi Jaidi (Birmingham City), Wissem Bekri (Esperance); Médios: Chaouki Ben Saada (Bastia), Jawhar M¿Nari (Nuremberga), Mehdi Nafti (Birmingham City), Kamel Zaiem (Esperance), Chaker Zouaghi (Lokomotiv Moscow), Majdi Traoui (Étoile du Sahel); Avançados: Yassine Chikhaoui (FC Zürich), Francileudo Dos Santos (Toulouse), Issam Jemaa (Caen), Mohamed Amine Chermiti (Étoile du Sahel), Mehdi Ben Dhifallah (Étoile du Sahel).
Seleccionador Roger Lemerre (França)
Senegal
Guarda-redes: Tony Sylva (Lille), Bouna Coundoul (Colorado Rapids), Cheikh Ndiaye (Créteil); Defesas: Habib Beye (Newcastle), Ibrahima Faye (Troyes), Guirane Ndaw (Sochaux), Pascal Mendy (Kaunas), Ibrahima Sonko (Reading), Souleymane Diawara (Bordéus), Lamine Diatta (sem clube), Abdoulaye Diagne Faye (Newcastle United); Médios: Bayal Sall (Saint-Étienne), Pape Bouba Diop (Portsmouth), Ousmane Ndoye (Académica), Malick Bâ (Basileia), Pape Waïgo Ndiaye (Génova), Babacar Guèye (Metz), Diomansy Kamara (Fulham), Frédéric Mendy (Bastia); Avançados: El Hadji Diouf (Bolton), Mamadou Niang (Marselha), Henri Camara (West Ham), Modou Sougou (U. Leiria).
Seleccionador Henri Kazperczak (França)
África do Sul
Guarda-redes: Rowen Fernandez (Arminia Bielefeld), Moeneeb Josephs (Wits University), Itumeleng Khune (Kaizer Chiefs); Defesas: Brett Evans (Ajax Cape Town), Bevan Fransman (Moroka Swallows), Tsepo Masilela (Maccabi Haifa), Vuyo Mere (Mamelodi Sundowns), Benson Mhlongo (Mamelodi Sundowns) Aaron Mokoena (Blackburn Rovers), Bryce Moon (Ajax Cape Town) Nasief Morris (Panathinaikos); Médios: Lance Davids (Djurgardens), Kagisho Dikgacoi (Lamontville Golden Arrows), Teko Modise (Orlando Pirates), Surprise Moriri (Mamelodi Sundowns) Steven Pienaar (Everton), Siphiwe Tshabalala (Kaizer Chiefs) Elrio van Heerden (Club Brugge); Avançados: Lerato Chabangu (Mameodi Sundowns), Thembinkosi Fanteni (Ajax Cape Town), Katlego Mphela (SuperSport United), Excellent Walaza (Orlando Pirates), Sibusiso Zuma (Arminia Bielefeld).
Seleccionador Carlos Alberto Parreira (Brasil)
Angola
Guarda-redes: Lamá (Petro de Luanda), Mário (Interclube), Nuno (ASA); Defesas: Marco Airosa (Fátima), Locó ( 1º de Agosto), Jamba (ASA), Kali (Sion), Machado (Anadia), Rui Marques (Leeds United), Yamba Asha (Petro de Luanda) Delgado (Metz); Médios: Gilberto (Al Ahly), Mendonça (Estrela da Amadora) Maurito (Kuweit Sport), Zé Kalanga (Boavista), André Macanga (Kuweit Sport), Dedé (Paços de Ferreira), Figueiredo (sem clube); Avançados: Mateus (Boavista), Edson Nobre (Paços de Ferreira), Manucho Gonçalves (Manchester United), Flávio (Al Ahly), Love Cabungula (1º de Agosto).
Seleccionador Oliveira Gonçalves

Mais Futebol

TEXTO SECUNDÁRIO




Pensar e Falar Angola

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Selecção de Angola

No quadro da preparação da Selecção de Angola para o CAN 2008 que se realiza no Gana, joga-se às 15.00 horas de hoje um treino entre esta Selecção e o Clube de Portimão, o Portimonense Sporting Clube, em Vilamoura.
Mais logo direi como é que foi, mostrarei como é que é.

O resultado ficou 2-1, mas penso que isso foi o menos importante para quem está a preparar-se para uma grande competição como é o CAN2008.

Mas foi assim que eu vi:

Hoje, no complexo turístico de Vilamoura, com o início depois da hora marcada porque houve necessidade de dar muitos abraços, muitos dedos de conversa, muitos cumprimentos de vários anos de intervalo, troca de galhardetes e coisas que os amigos fazem quando estão tanto tempo sem se encontrarem.
Afinal de contas todo o mundo se conhece no mundo do Futebol.
A ‘Velha Glória’ do Sporting Club de Portugal, Dinis, embaixador desta Selecção, foi o primeiro de muitas conversas. O Prof. Oliveira Gonçálves se lhe seguiu e depois deste outros mais minutos em amenas conversas fizeram com que o inicio do treino se atrasasse. Era um treino e como tal o resultado era o menos importante. As duas formações, da Selecção e do Portimonense, apresentaram uns ‘onzes’ diferentes na primeira e segunda partes.
A Selecção apresentou na 1º parte o que eu penso será a formação inicial do CAN 2008, com uma ou outra mínima alteração. Bons lances de futebol evidenciaram que Flávio é o indiscutível avançado angolano, Manucho a mostrar porque foi contratado pelo Manchester e Maurito a ocupar o corredor direito com mestria e perigosidade nos centros para a área. Figueiredo é o ‘patrão’ do meio campo, juntamente com André a mostrar a sua vasta experiência e Gilberto a segurar as rédeas do ataque. Kali e Jamba os donos do eixo da defesa, ladeados por Locó à direita e Yamba Asha à esquerda. Enquanto Lama, imponente figura, dificilmente não será o guardião das redes angolanas.
Na 2ª parte quase se poderia dizer que os ‘onzes’ eram novos, sendo poucos os repetentes da 1ª parte e Mateus, Zé Kalanga, Dedé, Marco Airosa, Machado, Edson e Mendonça, assim como Rui Marques e Delgado, que jogam no Leeds (Inglaterra) e no Metz (França), respectivamente, provaram que podem complicar as escolhas de Oliveira Gonçalves para o "onze".

São estes os convocados por Prof. Oliveira Gonçalves:

Guarda-redes: Lamá, Nuno e Mário.

Defesas: Marco Airosa, Jamba, Kali, Yamba Asha, Rui Marques, Locó e Delgado.

Médios: Figueiredo, André, Gilberto, Edson, Mendonça, Zé Kalanga e Dedé.

Avançados: Manucho, Cabungula, Flávio, Mateus e Maurito.




Pensar e Falar Angola

RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...