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domingo, 28 de agosto de 2011

Depois de perder o Afrobasket...

... vai terque disputar pre-olímpico 

Angop

A selecção nacional perdeu hoje a final do Afrobasket2011 diante da Tunísia, por 56-67, numa prova que decorreu no Madagáscar.

Com este resultado, Angola terá de disputar um torneio pre-olímpico para tentar qualificação aos Jogos de Londres2012. Este torneio, é uma segundo possibilidade que se dá ao segundo e terceiro classificados das diversas regiões FIBA, e apura os dois primeiros para o torneio olímpico.



angop

Pensar e Falar Angola

ANGOLA : Final inédita poderia ter dado 11º título a Angola

A selecção angolana de basquetebol tenta hoje, em Antananarivo, no Madagáscar, conquistar o 11º troféu africano numa final inédita, diante da Tunísia, na 26ª edição do campeonato africano da modalidade “Afrobasket2011”. 


Depois do confronto nas meias-finais do campeonato anterior, em 2009, na Líbia, angolanos e tunisinos farão o nono jogo entre si, sendo este na disputa do maior troféu da modalidade no continente, em posse dos deca-campeões há seis edições. Numa partida em que estarão 13 “sobreviventes” do Afrobasket2009 (sete angolanos), Jaime Covilhã e comandados têm a difícil missão de manter o país na senda das conquistas e confirmar se o mau início de prova fora ou não um acidente de percurso. 

O conjunto nacional perdeu apenas no longínquo ano de 1981, diante deste adversário, pelo que não será desta que os campeões em título deixarão fugir a oportunidade de somar mais um Ouro e manter a regularidade da sua participação em Jogos Olímpicos, onde Angola tem sido até agora a única representante do continente nesta modalidade Kikas, Armando, Morais, Ambrósio, Mingas, Leonel e Bonifácio constituem o núcleo duro que há dois anos tirou à Tunísia a possibilidade de estar na final e deverão ajudar Covilhã, somente há quatro dias no cargo, a contrapor e ultrapassar a experiência acumulada do homólogo tunisino Adel Tlatli, seleccionador há duas décadas. Angolanos e tunisinos jogaram pela primeira vez no campeonato africano de Mogadíscio, na Somália, tendo o adversário conquistado a sua única vitória (54-56). A maior diferença pontual entre ambos numa partida é de 49 pontos da “cabazada” (121-72) infligida pelos deca-campeões no Afrobasket de Nairobi (Quénia), em 1993. 
Na 17ª participação, Angola persegue o 11º título, enquanto a Tunísia, que volta a estar numa final 46 anos depois, procura o primeiro Ouro na sua 19ª presença.

O conjunto nacional perdeu apenas no longínquo ano de 1981, diante deste adversário - tendo hoje repetido a História. Tunísia, depois de derrubar Ben Ali bate em Madagáscar a fortíssima selecção angolana, talvez, dirão os entendidos, mal orientados por um francês desconhecedor do basket africano.Pensar e Falar Angola

sábado, 20 de agosto de 2011

AfroBasket - ANGOLA : Hoje vai ser a doer


ANGOLA : Hoje vai ser a doer


A Selecção Nacional de basquetebol tem hoje um teste difícil diante do Senegal, na segunda jornada do Grupo B do Campeonato Africano, que se disputa em Antananarivo, Madagáscar. Depois de ter passeado classe na jornada inaugural diante do modesto Chade, a quem venceu por expressivos 115-56, os decacampeões africanos têm hoje, no Palácio dos Desportos e Cultura, a sua primeira “prova de fogo”. 

Moralizados com a primeira vitória, os angolanos vão hoje entrar com maiores cautelas, já que têm pela frente um forte adversário, que este ano apostou forte na conquista do título africano. Angolanos e senegaleses, que também vêm de uma vitória, obtida sobre Marrocos, com uma reviravolta no marcador, vão hoje lutar pela invencibilidade e consequentemente a liderança do Grupo B. Com 10 anéis continentais, a Selecção Nacional Michel Gomez apresenta-se como favorita à conquista dos dois pontos em disputa, mas, para tal, tem que mostrar argumentos de maior ao longo dos 40 minutos. 

As duas selecções são apontadas pela imprensa como fortes candidatas à conquista da coroa continental. Esta manhã, o cinco nacional realiza o último ensaio antes do embate de mais logo. Ontem, no período matinal, o seleccionador nacional Michel Gomez aproveitou a sessão de treinos para corrigir os erros defensivos verificados ao longo da primeira partida. À tarde, a equipa técnica deu folga aos atletas, que estão ansiosos para enfrentar o Senegal, selecção que, em 1997, teve a ousadia de travar o ciclo vitorioso dos angolanos. 

Mais forte em termos de altura, a selecção do Senegal vai tentar dificultar ao máximo os intentos dos angolanos, que lutam para alcançar a sexta presença consecutiva em Jogos Olímpicos. Ainda para o Grupo B, o combinado de Marrocos procura hoje a sua primeira vitória, frente ao modesto Chade. Angola e Senegal lideram o grupo, com dois pontos, seguidos de Marrocos e Chade, com um ponto cada. Para o Grupo D, o Togo mede forças com a RCA, ao passo que a Tunísia defronta o Ruanda. 

Angola apoia organização 

A Federação Angolana de Basquetebol (FAB) apoia, com material de marketing e publicidade, a organização do Campeonato Africano (Afrobasket’2011), que decorre em Antananarivo (Madagáscar). De acordo com o presidente da FAB, Gustavo da Conceição, que deu esta informação à Angop, a organização solicitou o apoio de Angola, que prontamente se disponibilizou a ajudar com o empréstimo de uma Rotating (máquina giratória com publicidade), usada em 2007. 

A transportação da mesma, segundo Gustavo da Conceição, só foi possível com a urgência necessária, com esforço do Presidente da República, José Eduardo Dos Santos, que autorizou a disponibilização de uma aeronave para o efeito. Explicou que alguns custos ficaram por conta das Organizações Santos Bikuku, pelo que também vão beneficiar de publicidade durante o evento continental. “Liderar não é apenas conquistar títulos, mas ajudar a resolver situações como estas”, salientou o número um do órgão reitor do basquetebol em Angola. 

África do Sul consente segundo desaire 

A selecção camaronesa venceu ontem a congénere da África do Sul, por 87-65, em partida da segunda jornada do Grupo C do Afrobasket’2011, que decorre em Antananarivo. Para o Grupo A, a selecção da Nigéria voltou a triunfar, desta frente à sua similar de Moçambique, a quem bateu por 78-63. Os nigerianos lideram o Grupo A, com quatro pontos, fruto de duas vitórias, seguidos dos moçambicanos, com três pontos. 

Ontem, para o fecho do Grupo A, o Mali sentiu imensas dificuldades para levar de vencida a selecção de Madagáscar, por 74-63. À semelhança dos sul-africanos, os malgaxes consentiram a segunda derrota consecutiva. Ainda ontem, para o Grupo C, a Costa do Marfim enfrentou a selecção do Egipto. MC 

Leonel ficou em “branco” 

A selecção angolana de basquetebol, campeã africana, estreou-se quinta-feira na 26ª edição do Campeonato Africano (Afrobasket’2011), que decorre em Antananarivo (Madagáscar), com uma vitória sobre o Chade (115-56), num jogo em que apenas Leonel Paulo terminou sem qualquer ponto. O adversário, sem experiência internacional, não deu qualquer réplica ao conjunto 10 vezes campeão continental e que teve neste extremo-poste do Recreativo do Libolo a unidade menos produtiva. Durante os 16 minutos e sete segundos que esteve em campo, não marcou qualquer ponto, ganhou quatro ressaltos, sendo três defensivos e um ofensivo. 

Independentemente do número de pontos, Leonel Paulo quase não “entrou” no jogo, tendo tentado dois lançamentos de longa distância e dois de curta. Foi também o segundo jogador angolano em perdas de bola (3), num encontro em que os angolanos perderam 24, contra 30 do adversário, uma safra muito negativa para uma equipa aspirante ao título. Os campeões africanos estiveram mal também nas assistências (13). Embora os números sejam razoáveis neste sector, tendo em conta o nível do adversário, esperava-se mais dos comandados de Michel Gomez, que venceram de forma folgada, sem uma exibição de “encher os olhos”. 

Carlos Morais, com 25 pontos, foi o melhor do encontro, seguido de Kikas Gomes com 15. Os dois foram também os mais utilizados por Michel Gomez, o primeiro com 20 minutos e 18 segundos e o segundo 20.23. Kikas foi o melhor do jogo em ressaltos, com sete, mais um que Valdelício Joaquim, Carlos Morais e Domingos Bonifácio. Este último, Armando Costa, Carlos Morais e Jorge Taty lideraram as assistências, com duas cada. Angola cometeu 17 faltas, sofreu 28, desarmou 16 bolas, conquistou 54 ressaltos e marcou um total de 115 pontos, tendo sofrido 56. 

Luanda regista “fraco” entusiasmo 

A capital do país registou uma fraca presença de adeptos nos locais de concentração de referência para ver o jogo da Selecção Nacional, na estreia do Campeonato Africano das Nações, diante da similar do Chade. Na ronda efectuada pela Angop, nas artérias do centro da cidade de Luanda e arredores, notou-se pouca movimentação de pessoas nos habituais locais de concentração de adeptos, como Sindicato da Cerveja, largo da rádio LAC e quiosque do Aeroporto. 

Dirigente associativa no Huambo pede melhorias frente ao Senegal 

A coordenadora do núcleo da associação de mulheres desportistas no Huambo, Cecília Campos, minimizou ontem, nesta cidade, a vitória “esmagadora” obtida pela selecção angolana diante do Chade, por 115-56, uma vez que, em seu entender, o “cinco” nacional fez uma exibição pálida e abaixo do seu estatuto de campeão. Sugeriu, por isso, que hoje diante do Senegal, o combinado nacional deve apresentar-se melhor nos aspectos técnicos e tácticos que estiveram mal na jornada inaugural, sob pena de ser derrotado. 

Reconheceu que contra o Chade, adversário de menor expressão, Angola demonstrou alguma falta de entrosamento, problemas na finalização debaixo do cesto, nos bloqueios defensivos e ofensivos, além de se ter apresentado muito ansiosa e com um certo desgaste físico, situação reflectida na morosidade que se verificava nas acções de recuperação. “Somos os campeões em título e a equipa que mais títulos conquistou, daí que precisamos de justificar o nosso estatuto com boas exibições e não apenas com resultados. Contra o Chade, não estivemos bem e se nos apresentarmos assim no sábado (hoje) podemos correr riscos”, referiu. 

Cecília Campos mostrou-se também surpreendida com a apatia evidenciada pelos postes da Selecção Nacional, à excepção de Miguel Kiala, e destacou o desempenho do base Armando Costa, que se pautou sempre pela organização defensiva e ofensiva do jogo colectivo da equipa




Pensar e Falar Angola

domingo, 14 de agosto de 2011

Afrobasket2011 - Angola há 28 anos no pódio


Embora tenha chegado tarde ao mais alto nível (1980), o basquetebol angolano na classe sénior masculina não teve grandes dificuldades para dominar no continente africano, perante selecções com tradição como Egipto, Senegal, República Centro Africana (RCA) e Cote D'Ivoire.

O país estreou-se num campeonato africano das nações em basquetebol na 10ª edição, em 1980, em Rabat, no Marrocos, onde sob comando técnico de Mário Palma ocupou a sétima posição entre 11 participantes. Nesse Afrobasket ganho pelos senegaleses (4º troféu), Angola  já tinha elevado nível competitivo, juntamente com as selecções acima referenciadas.
 

Aquando da primeira participação angolana, 18 anos após o surgimento do Afrobasket, os faraós detinham já quatro títulos, os centro-africanos e marroquinos um cada, ao passo que os ivoirenses viriam a ganhar na edição seguinte, em 1981, em Mogadíscio, na Somália.
 

Na capital somali (11ª edição), o cinco nacional, ainda novato nestas andanças, baixou para o nono posto, antepenúltimo da classificação, com Victorino Cunha no comando, naquela que é, até então, a pior classificação da selecção em provas do género.
 

Apesar do percalço, a equipa persistiu na luta de tabelas com os “colossos” da época, optou pela troca de treinador, e na 12ª edição, em 1983, em Alexandria (Egipto), Angola atingiu pela primeira vez o pódio africano, onde se mantém firme, deixando a “mensagem” de que emergia uma potência do basquetebol continental.
 

Wlademiro Romero (já falecido) foi o técnico que alcançou tal proeza, depois do curto espaço de três anos, num campeonato ganho pelos anfitriões.
 

“Desenhava-se” então para breve o começo de uma nova era na modalidade em África, sendo cada vez mais visível a vontade dos angolanos em demonstrar qualidade e capacidade para serem campeões.
 

O conjunto nacional manteve o segundo lugar no Afrobasket85, em Abidjan (Cote d’Ivoire), mas desceu para o terceiro posto, dois anos mais tarde, na Tunísia, contrastando com o principal objectivo, que era o “assalto” ao topo do pódio.
 

Depois de duas medalhas de prata e uma de bronze, somente o título interessava à nação que viria a se tornar a mais ganhadora de todos os tempos no continente (10 títulos em 11 provas, sendo os seis últimos de forma consecutiva).
 

Foi assim que em 1989 os angolanos “ousaram” organizar a 15ª edição do Afrobasket em Luanda e o país conquistou o primeiro "ouro" da sua história, para daí em diante somar títulos nas edições de Cairo-91, Nairobi-93 e Argel-95.
 

Nestas missões estiveram, entre outros, nomes sonantes na história do basquetebol angolano, como Victorino Cunha e Wlademiro Romero, no banco, e Jean Jacques da Conceição, José Carlos Guimarães, Paulo Macedo, Aníbal Moreira, Manuel Sousa “Necas”, David Dias, Ângelo Victoriano, Herlander Coimbra e Victor de Carvalho, nas quadras.
 

O ciclo vitorioso sofreu um interregno em Dakar-97 (3º classificado) e foi retomado em Luanda-99, prosseguindo, até a presente data, com as edições de Casablanca-2001, Cairo-2003, Argel-2005, Luanda-2007 e Tripoli-2009.
 

Há 31 anos a disputar a maior prova a nível de selecções no continente, dos quais 28 no pódio, Angola conta 16 edições e 14 troféus, divididos em 10 medalhas de ouro, duas prata e igual número de bronze, liderando a galeria africana com o dobro em relação aos concorrentes mais próximos, Egipto e Senegal (5 títulos cada).
 

Várias gerações contribuíram para a invejável história, desde dirigentes, técnicos e jogadores.
 

Além dos nomes acima citados, constam, dentre muitos, Artur Barros, Alberto de Carvalho “Ginguba”, Benjamin Avó, Nelson Sardinha, Honorato Troso, Joaquim António “Quinzinho”, Garcia Domingos, Silvio Lemos, Carlos Almeida, Kikas Gomes, Edmar Victoriano “Baduna”, Justino Victoriano, Miguel Lutonda, Eduardo Mingas, Olímpio Cipriano, Carlos Morais, Gerson Monteiro, Victor Muzadi, Mario Belarmino e Armando Costa.    

A partir de quarta-feira, em antananarivo, inicia mais uma etapa na trajectória vitoriosa de angola

Por Valentim de Carvalho




Pensar e Falar Angola

domingo, 26 de agosto de 2007

Selecção nacional bate recorde de vitórias


Angola! 9 Vezes campeã continental!!!




Carregue na imagem para abrir o site oficial do Afrobasket'2007


Angola! Campeã Africana


Afrobasket2007: Selecção nacional bate recorde de vitórias

Luanda, 25/8 - A selecção nacional venceu esta noite o seu quinto campeonato africano consecutivo e o nono no total, superando o seu próprio recorde no domínio do basquetebol no continente. Na final, disputada no pavilhão da Cidadela, em Luanda, Angola bateu os Camarões por 86-72.



Na presença do Presidente da Republica, José Eduardo dos Santos, entre os mais de seis mil adeptos, o combinado nacional teve o seu jogo mais difícil. Ao cabo do primeiro quarto, registava uma igualdade a dez pontos. Ao intervalo a vantagem do campeão era apenas de dois pontos (33-31).

O terceiro quarto foi decisivo para a consolidação da vantagem, tendo terminado com um resultado parcial de 34-20, conseguindo no final um 67-51.

No último quarto, entretanto, o adversário voltou a aproximar-se até 10 pontos, mas a selecção nacional segurou o triunfo por 86-72 e o seu nono titulo do Afrobasket e consequentemente a quinta qualificação consecutiva para os Jogos Olímpicos, no próximo ano em Pequim.

Angola venceu sucessivamente em 1989, 1991, 1993 e 1995. Depois em 1999, 2001, 2003, 2005 e 2007.

Esteve nos Jogos Olímpicos de Barcelona1992, Atlanta1996, Sydney2000 e Atenas2004 e agora vai a Pequim2008. É o país africano mais titulado, seguido de longe por Senegal e Egipto com cinco troféus conquistados.
ANGOP

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Começou a Festa!!!

O jogo inaugural deste campeonato africano de basquetebol começou com uma concludente vitória de Angola sobre o Ruanda por expressivos 109-66, numa partida disputada num tão lotado quanto vibrante pavilhão anexo da Cidadela Desportiva em Luanda.

A selecção de Angola partirá agora para Benguela para disputar os restantes jogos da sua série, para depois certamente voltar a Luanda onde se disputará a fase final deste Afrobasket'2007.

Siga o calendário completo da prova.
(Carregue na imagem e imprima a ampliação)

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Pensar e Falar Angola

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Angola em 14º lugar no "ranking" da FIBA

Vocês nem vão acreditar, mas numa pesquisa que estava a fazer sobre o campeonato africano de basquetebol que se disputa em Angola de 15 a 22 de Agosto, vi que no ranking mundial Angola está em 14º lugar, à frente do Brasil e Canadá entre outras grandes potências mundiais!!!



Eu sabia que Angola é forte no basquetebol senior masculino, somos oito vezes campeões de África, acabamos de ganhar os PAN de África com uma equipa B, e, no torneio dos vencedores de cada continente, a taça Stankovic, realizado há duas semanas na China, ganhámos ao campeão sul-americano, a Colômbia, por 40 pontos; ganhámos à China, à Nova Zelândia, perdemos por apenas 13 pontos com os norte-americanos, e por poucos com o campeão europeu, a Eslovénia, ficando assim em terceiro lugar nesse campeonato do mundo.

Leia por favor a notícia da BBC:

Selecção angolana entre as primeiras 20 mundiais

Depois da sua vitória nos Jogos Pan-Africanos de Argel, a selecção angolana de basquetebol senior masculino está no décimo quarto lugar da tabela de classificação da FIBA (Federação Internacional de Basquetebol).

A equipa angolana com 206 pontos está à frente do Canadá, Brasil e Rússia, de acordo com o boletim de notícias da FIBA, divulgado esta segunda-feira em Genebra, Suiça.

Os Estados Unidos estão no topo da lista, com Angola a partilhar o mesmo número de pontos com a Turquia, sendo o único país africano a figurar nos vinte primeiros lugares.

Angola ocupa a mesma posição que ocupava antes e tem mais um ponto do que o Canadá, mais 34 do que o Brasil na décima sexta posição e mais 57 do que a Rússia que está em décimo sétimo lugar.


Depois de Angola na décima quarta posição a equipa com melhor classificação é a Nigéria em vigésimo primeiro lugar, com 96,8 pontos, seguida da Argélia em vigésimo oitavo com 36 pontos e do Senegal em trigésimo quinto com 20 pontos.


Pensar e Falar Angola

Afrobasket Angola 2007

Angola organiza prova inédita

A República de Angola entra em 2007 na história da "bola ao cesto" Africana com a organização de uma prova inédita no histórico da Fiba-África. Entre 15 e 25 de Agosto, Angola recebe o Afrobasket´2007, esta que será a vigésima quarta edição da Taça de África das Nações em Basquetebol sénior masculino.

Pela primeira vez a prova será disputada em cinco cidades diferentes e com 16 selecções nacionais, já que até agora eram apenas 12 no máximo.

Esta é a terceira vez que o país chama a si a maior prova basquetebolística, tendo para tal o Governo criado as condições necessárias para tornar o evento uma referência para o futuro.






A construção de quatro pavilhões de raiz nas cidades-sedes e uma organização com padrões de campeonato do mundo garantem desde já um lugar impar para o Afrobasket'2007 na história da modalidade no continente.

A prova tem uma componente profundamente social pois o seu lema aborda um assunto candente no mundo e particularmente em África, que é o combate à Sida.

Depois de um longo tempo de conflito armado terminado em 2002, Angola vem recuperando de forma célere a sua posição no concerto das nações. E nisso o desporto tem sido um sector muito activo. A participação inédita no campeonato do mundo Alemanha’2006 (futebol) marcou o apogeu.

O basquetebol, cuja trajectória vitoriosa teve início muito antes da pacificação, é um dos maiores embaixadores de Angola. A selecção nacional é a que mais títulos tem no continente a nível dos Afrobasket, com uma larga vantagem em relação os seus perseguidores.

Desde a sua primeira participação em 1980, Angola já venceu oito títulos em nove provas, ou seja, desde 1989 tem triunfado nesta prova, exceptuando a edição de 1997. O Senegal e o Egipto, ambos com cinco troféus, são os seus mais próximos concorrentes.

Para esta edição, que apura o vencedor para os Jogos Olímpicos de Pequim, Angola, como campeã em título e país anfitrião, o Senegal, vice-campeão, a Nigéria, medalha de bronze, e a Argélia, quarta da última edição, são os cabeças-de-série do Afrobasket.

Na primeira fase do torneio, o Grupo A jogará em Benguela e Angola, como cabeça-de-série, terá como adversários as equipas de Marrocos, Cabo Verde, Rwanda, segundo ditou o sorteio.

No Grupo B, a equipa do Senegal, vice-campeã africana, tem ao seu lado o Mali, a Cote d’Ivoire e o Egipto, disputando-se os jogos na cidade do Lubango (Huíla), ao passo que a Nigéria, cabeça-de-série do Grupo C, defrontará a República Centro-Africana, a Republica Democrática do Congo e a Libéria, a província do Huambo.

Por seu lado, na Cidade de Cabinda, a Argélia, como cabeça-de-série, terá como oponentes as selecções nacionais da Tunísia, África do Sul e Camarões, integrantes do Grupo D.


Fonte: AngolaPress

Pensar e Falar Angola

Afrobasket Angola 2007





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RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...