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domingo, 7 de maio de 2017

o fato que nunca vestimos


Anabela Quelhas tem o prazer de convidar V. Exa para o lançamento do seu livro "O fato que nunca vestimos".

Anabela Quelhas, arquitecta e professora, aventura-se nos caminhos da escrita e brevemente apresentará o seu primeiro livro como escritora. Será um caminho novo entre vários que gosta de percorrer em simultâneo, arriscando criticas e comentários em contramão. O seu território são as artes plásticas, porém a sedução pelas palavras levam-na a ser ousada e criar uma trilogia autobiográfica de ensaios de escrita, da qual a primeira parte “O FATO QUE NUNCA VESTIMOS” será brevemente partilhada com a comunidade vila-realense, a 11 de Maio de 2017, no Centro Cultural Regional de Vila Real e com a comunidade angolana, no dia 20 de Maio de 2017 na Casa de Angola em Lisboa.












Pensar e Falar Angola

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Recepção da Equipa de Especialistas Angolanas, na área da Saúde Reprodutiva e Materno Infantil

A mostrar logotipo Final Forum Internacional das Mulheres Angolanas- FIMA.jpgA mostrar Logotipo_5 4 de Fevereiro de 2014.jpg

Excelentíssimos Senhores

Data: 11 de Junho de 2014   Carta / Administração da Galerie Createur – Coimbra – Portugal

Assunto: Solicitação dos Bons Ofícios para Divulgação do evento a decorrer na Galerie Createur - Criador de Imagem, cita na Rua Armando de Sousa Lote 17 - Loja AB - 3030-403 Coimbra.


A Administração da Empresa Galerie Createur, vem informar que estão a organizar para o dia 11 de Junho um Evento designado: “Recepção da Equipa de Especialistas Angolanas, na área da Saúde Reprodutiva e Materno Infantil “ em Formação em Coimbra, com o objectivo de constatar no local, dinâmicas de parceria e partilha de grupos de trabalho com diversidades multiétnicas e profissionais, onde também se encontram cidadãos dos dois Países Irmãos Portugal e Angola.
Estarão presentes as Mulheres de Angola convidadas, os gestores (as) organizadores (as) do Evento, e a Imprensa, pelo que vimos por este meio, solicitar os seus Bons Ofícios para que a Equipa que Vossa Excelência Mui Dignamente dirige possa estar representada.
O Evento iniciará às 17 horas e prolongar-se-á até às 20 horas do dia de hoje, 11 de Junho de 2014, na Galerie Createur - Criador de Imagem, cita na Rua Armando de Sousa - Lote 17- Loja AB - 3030-403 Coimbra.
Certos do melhor acolhimento por parte de Vossa Excelência, apresentamos os nossos sinceros agradecimentos, com desejos de um ano de 2014 Feliz e Próspero.

A gerência

E. Soares e A. Gama
(Telef. fixo: 239 040 956
Telemovel: 929 105 378)



Pensar e Falar Angola

terça-feira, 22 de setembro de 2009

ANGOLA ENTRE



ANGOLA ENTRE

Exposição de pintura digital

Autor: Miguel Gonçalves

Local: União Nacional dos Artistas Plásticos

23 obras expostas


Pensar e Falar Angola

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Exposição fotográfica


Ndalatando - Uma exposição fotográfica que retrata a evolução histórica de Ndalatando, sede capital do Kwanza Norte, foi aberta hoje ao público, naquela cidade, no quadro das actividades alusivas às festas da cidade, a assinalar-se a 28 de Maio.

Promovida pela administração municipal do Cazengo, a amostra, denominada "Ndalatando ontem e hoje", reúne cerca de 100 fotografias que retratam as várias etapas da história e do crescimento da cidade. A mesma estará patente ao público até ao próximo dia 31 do corrente. A exposição aberta pela administradora municipal do Cazengo, Edviges de Jesus Ribeiro, foi antecedida de uma cerimónia de ritual tradicional, de invocação às divindades, realizada no morro do Binda (cerca de 20 quilómetros a sul de Ndalatando).

O acto foi presenciado por diversas entidades do governo da província, autoridades tradicionais, convidados e população.

O programa das celebrações circunscreve, entre outras, a realização de actividades recreativas, culturais, desportivas e campanhas de embelezamento em várias artérias da cidade. Fazem igualmente parte das actividades comemorativas inaugurações de chafarizes na periferia da cidade, festival de música sacra com a participação de diversas comunidades religiosas e espectáculos músico culturais. A realização, sábado último, de uma gala de homenagem à mulher empreendedora que se destacaram em várias vertentes da vida social da região, promovida pela associação "Mwanakazi Mwene" marcou a abertura das festividades que lembram a ascensão da ex-vila Salazar à categoria de cidade, a 28 de Maio de 1958.

A actividade decorrida no largo 1º de Maio de Ndalatando foi marcada pela entrega de diplomas de mérito a 16 mulheres da província, seguida de uma gala músico-cultural animada pelos artistas Elias Diakimuezo, Kituxi e seus acompanhantes, Nazarina Semedo, Bela Chicola, Djamila Delvis, entre outros.

Fonte: Angola press


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domingo, 17 de maio de 2009

ESTÓRIAS E DILIGÊNCIAS


Estórias e Diligências’ de Kiluanji Kia Henda

Exposição permanenteO confronto entre o conhecimento histórico e o estado actual da sociedade é o que sugere o artista angolano Kiluanji Kia Henda, na sua próxima exposição, que será inaugurada dia 21 deste mês, na galeria Sosso Arte Contemporânea Africana, localizada no Hotel Globo, à baixa de Luanda.

Denominada “Estórias e Diligências”, a mostra irá reunir doze obras, sendo dez fotografias e dois vídeos.Nela, o artista busca levar os espectadores a reflectir sobre vários fenómenos actuais, como as alterações dos hábitos e costumes que ocorrem atodo instante, as novas trocas comerciais, ou ainda a implantação de novos elementos da globalização na paisagem.

A obra “Poderosa de Bom Jesus”, retrato dum homossexual que se veste de mulher mumuila, é um exemplo da filosofia que Kiluanji pretende transmitir ao que chama de pós-exotismo.

Ou seja, o homossexualismo, um fenómeno dos tempos modernos na sociedade africana, e a tradicional forma de se vestir do povo mumuila, por si só, vão deixando de ser traços exóticos, face à evolução das tecnologias de informação. Daí que a simbiose entre o moderno e o tradicional despertem novos olhares e reflexões em Kialuanji Kia Henda.

“Sou um contador de estórias...faço-o através da fotografia”, referiu o artista, em entrevista exclusiva a O PAÍS. Quanto às “diligências”, Kiluanji define-as como sendo todo esforço que envolve a concepção da sua obra, isto é, a produção: viajar, tratar documentos, convencer pessoas e autoridades para poder ter autorização de fotografar ou filmar, enfim, todo o momento que evidencia o seu sentido de ser um artista.

Esta será a segunda aparição pública de Kilaunji kia Henda no presente ano.A primeira aconteceu em Fevereiro, na Bienal de São Paulo, naquela cidade brasileira, onde foi sob a chancela da gaelira Sosso. O artista esteve também presente em Nairobe, capital do Quénia, onde realizou uma exposição individual a convite do Instituto Goethe, entre Dezembro e Janeiro passado, três meses após ter regressado da Bienal de Cantão (Guangzhou), na China.Exposição permanente

A galeria do museu é representada actualmente por uma exposição permanente, contendo peças de caça, agricultura, flechas, zagaias, lanças, (ohunha), o famoso machado tradicional, este último utilizado como recurso para abater animais ferozes, em plena resistência.

A estes junta-se uma colecção de utensílios de uso doméstico; cabaças, (reservatórios de água e bebida), também utilizadas nas manifestações culturais, no lançamento da sementeira, colheitas, rituais tradicionais, como iniciação masculina, feminina, pedido de chuva e cura, em grande dimensão e em menor para a família.

Segue-se ainda uma colecção de panelas de barro, cada uma com o seu tamanho e especificidade como wohongue wo lukuembo (caneca tradicional), ocylindo wo tchimbanda (recipiente para alimentar um determinado número de pessoas), balaios, moringues, entre outros. O museu tem realizado várias actividades programadas e orientadas, promovendo desta forma uma maior aproximação entre as colecções e os visitantes e desenvolvendo acções que vão desde o simples acolhimento de visitas orientadas até pequenas oficinas de expressão dramática para o público, de acordo com as especialidades dos grupos etários, grau de escolaridade e objectivos da visita.

Como instituição de carácter científico e cultural, o museu continua a consolidar o tratamento de pesquisa do acervo sob a sua tutela, dando sequência a recolha de informação oral, material e científico, como garantiu o seu responsável.

Fonte:

OPAIS on line



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domingo, 12 de abril de 2009

A rosa de Angola


Friday, 12 December 2008

Radio interview
Listen to the radio interview here:SBS Portuguese program"The Rose of Angola"Pela primeira vez na Austrália podemos assistir a uma peça de teatro sobre a guerra colonial em Angola. A peça foi escrita e é digida por Joana Pires, filha de pai angolano e mãe portuguesa, e conta as histórias relatadas pelo seu pai, Beto. A Rosa de Angola estreia amanhã, sábado, dia 13 de Dezembro, pelas 15 horas no Basement Theatre, Footscray Community Arts Centre, no número 45, Moreland Street, em Footscray.

http://ninica62.blogspot.com/search/label/Joana%20Pires


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sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Tenda das letras

Quarta "Tenda das Letras" será sábado e domingo na escola 147

Luanda - Cinco escrirotes angolanos estarão sábado e Domingo na IVª Tenda das Letras, para uma sessão de autográfos e manter contactos com o público, a ter lugar na escola do Iº nível 147, nos combatentes, em Luanda.

Os escritores John Bela, autor do livro "Zamba o rei sou eu", Cremilda de Lima, "Balão vermelho", Tazuary Keita "A minha pulseira de ouro", Noqui Nogueira "Sinais de Sílabas" e António Fonseca "Contos de antológias" estarão sábado e Domingo na referida tenda, com estes e outros dos seus livros.

Segundo Gabriel Cabuço, membro da organização da Tenda, estarão igualmente expostos e a venda livros de diversas editoras e livrarias do país, das 10h às 17h destes dois dias.

A actividade insere-se no programa Novembro Cultural, do Instituto Nacional do Livro e do Disco.

A terceira Tenda das Letras teve lugar nos dias 15 e 16 deste mês.
ANGOP


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quinta-feira, 26 de junho de 2008

11 compromissos para a criança

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Seminário de “Capacitação dos Directores Provinciais para operacionalização dos 11 Compromissos para a Criança” , a ter lugar nos dias 24, 25 e 26 de Junho, nas instalações do INAP (Instituto Nacional da Administração Pública), a partir das 8:30 min.
O acto de abertura está marcado para o dia 24, terça-feira, às 8:30 minutos e será presidido pelo Ministro da Reenserção Social e Presidente do CNAC, João Baptista Kussumua.
Fonte: UNICEF Angola

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quinta-feira, 12 de junho de 2008


O músico português Carlos do Carmo realiza, a 12 deste mês, no Cine Atlântico, em Luanda, um espectáculo musical alusivo ao Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, indica uma nota da Embaixada daquele país em Angola.
Ainda no quadro das celebrações, acrescenta a nota, a embaixada lusa levou a cabo nos dias 31 de Maio a 01 deste mês um campeonato de pesca, com 17 equipas, cujos prémios serão entregues segunda-feira próxima, no Clube Náutico da Ilha de Luanda.Nascido em Lisboa, Carlos do Carmo é filho de uma das maiores fadistas do século XX, Lucília do Carmo, tendo iniciado em 1963 “uma das mais sólidas carreiras no panorama artístico português”. É membro de uma família tipicamente artística.
Ele canta a saudade, os amores não correspondidos, a solidão, a primavera com andorinhas e a esperança num futuro melhor, atributos que fizeram dele um respeitado e popular músico das terras de Camões. Tem mais de um milhão de discos vendidos. "Por Morrer uma Andorinha", "Duas Lágrimas de Orvalho", "Bairro Alto", "Gaivota", "Canoas do Tejo", "Os Putos", "Lisboa Menina e Moça" e "Estrela da Tarde" são alguns dos grandes sucessos populares do músico. Actualmente, Carlos do Carmo integra a equipa coordenadora da candidatura do fado a património mundial, além de ser consultor da série televisiva "A História do Fado".

Fonte: angola digital


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sexta-feira, 7 de março de 2008

Festival de teatro Elinga Teatro 20 Anos

A companhia de teatro de Coimbra A Escola da Noite viaja, em Maio, até Angola, onde vai participar no Festival comemorativo do 20.º aniversário da companhia angolana de teatro Elinga Teatro, de Luanda.
O festival realiza-se entre 09 e 30 de Maio e vai contar também com a presença de outras companhias lusófonas.

No evento, a Escola da Noite vai apresentar as duas últimas produções "Auto da Índia: aula prática" e "Matéria de Poesia".

Numa nota enviada à imprensa pode ler-se que as duas peças foram escolhidas porque “adequadas ao diálogo entre as diferentes culturas e os criadores do espaço lusófono que a companhia vem privilegiando”.

A companhia de teatro vai também dinamizar, durante a sua estada em Luanda, uma oficina destinada a encenadores locais.
Para o grupo de Coimbra o convite do Elinga é “uma oportunidade de partilhar o seu trabalho, pela primeira vez, com o público angolano”, como acrescenta a nota.



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Elinga Teatro, uma prestigiada companhia com sede em Luanda. O grupo Elinga Teatro é a mais prestigiada companhia angolana. Fundado em 1988, é dirigida por José Mena Abrantes, dramaturgo e encenador.




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quarta-feira, 5 de março de 2008

Expectativas de Angola em Paz


A Ensa-Seguros de Angola realiza, esta quinta-feira em Luanda, uma conferência de imprensa para a apresentação da nona edição do Prémio Ensa-Arte 2008, cujo tema é "Expectativas de Angola em Paz".
O tema escolhido consubstancia-se numa perspectiva reflexiva sobre os grandes desafios que o país enfrenta e tem como prioridade a reconstrução, a reconciliação, a tolerância, a edificação da Nação, o espírito de solidariedade e a sua conexão com as outras partes do mundo.

Pintor: Gonga



Fonte: Angola Digital



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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

PRÉMIOS CARNAVAL



Quinze grupos carnavalescos da edição 2008 receberam no centro recreativo Kilamba, em Luanda, os prémios do Entrudo correspondentes do primeiro ao quinto classificado das três classes do Carnaval luandense. Tratam-se dos grupos União Mundo da Ilha, primeiro classificado da classe A de adulto (30 mil dólares), Unidos do Caxinde (20 mil) e União 10 de Dezembro (12 mil), ocuparam o segundo e terceiro lugares, respectivamente. Na mesma classe, o União Kiela ocupou a quarta posição e recebeu 10 mil dólares americanos, enquanto o União Operário Kabocomeu ficou no quinto lugar, tendo recebido oito mil. Na classe B, o União Povo da Samba sagrou-se vencedor recebendo o valor pecuniário de 15 mil dólares e o União Geração do Mar, segundo classificado coube-lhe 10 mil, enquanto o União Operário do Rangel, em terceiro, levou seis mil. União Angola Independente e os Petrolíferos receberam cinco e quatro mil dólares, respectivamente. No desfile infantil (classe-C), conquistado pelo União Cassules do 10 de Dezembro, o premio foi de 10 mil dólares, o segundo União Cassules Jovens da Cacimba, recebeu sete mil, Fogo Negro terceiro classificado levou cinco mil, Cassules do 54, quarto lugar (três mil e 500) e União Ngola Kilwanji, quinto posicionado (dois e mil 500).



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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

30 anos de CaRnAvAl



Os indivíduos ou instituições cujo contributo no campo da música, pintura ou dança transformaram o Carnaval ao longo destes 30 anos serão homenageados quinta-feira, às 20 horas, no Cine Tropical, em gala organizada pelo Ministério da Cultura (Mincult).
Fazendo uma retrospectiva dos trinta anos de história - três anos após a proclamação da independência -, o evento terá como objectivo recordar e saudar o empenho daqueles que lutaram pelo desenvolvimento, massificação e divulgação do Entrudo angolano, dentro e fora do país.

Realizada anualmente, a gala promovida pelo Mincult pretende, além de prestar um tributo a estas figuras, «realçar o facto de que é preciso renovar e dar novo ânimo ao Carnaval angolano, com base nos princípios próprios da tradição nacional, porém, sem descurar alguns adereços da modernidade, que se deve orientar no resgate e no ressurgimento de alguns tipos de dança extintas», segundo o ministro da Cultura, Boaventura Cardoso.

Revitalizado depois da independência nacional em 1975, o Carnaval angolano tem como principal referência os grupos da capital do país (Luanda) e Benguela, que ao longo dos anos serviram de cartão postal para os estrangeiros verem, ouvirem e dançarem nesta "festa popular".

Após anos de letargia, o Carnaval tornou-se, desde a proclamação da independência, na maior manifestação cultural e tradicional do povo angolano.


Certamente, as sucessivas vitórias alcançadas desde a luta de libertação nacional aos nossos dias, motivaram o povo a criar condições para a revitalização da Cultura Nacional, domínio onde, sem receio de represálias e limitações, os angolanos se vêem afirmados como povo com cultura própria, herdada dos seus ancestrais.

A nível de Luanda, o União Operário Kabocomeu, do município do Sambizanga, onde se destacava o comandante Desliza, foi o vencedor da primeira edição, executando a kazukuta como dança de eleição.

A segunda edição do evento consagrou como vencedor o grupo Feijoeiros do Ngola Kimbanda, do município da Samba, que repetiu a proeza em 1981.

Depois daquela edição, este grupo jamais logrou vencer outra, tendo sido ultrapassado pelo União Mundo da Ilha, que dominou grande parte dos anos 80, obtendo seis títulos (1980, 1982, 1983, 1984, 1987 e 1988).

Até à década de 90, o pódio teve somente outro grupo titulado, o União Kiela, do município do Sambizanga, que ganhou nos anos de 1985, 1986, 1989 e 1990.

Desde essa década de 90 que o Carnaval angolano passou a festejar-se de acordo com o Calendário Litúrgico.
Este ano, o desfile central, na Avenida Marginal de Luanda, que se quer o mais organizado possível, terá lugar no próximo dia 5 de Fevereiro, trazendo grandes temas e interpretações que ajudem, acima de tudo, a recordar as tradições e os valores da ‘angolanidade’.

Fonte: Angola Digital
Fotos: BBC PARA AFRICA.com






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quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

PAVILHÃO ANGOLA - Expo Zaragoza 2008

PAVILHÃO DE ANGOLA EXPO ZARAGOZA 2008
EXPOSIÇÃO "MOMENTOS"

A exposição "Momentos" irá propor ao visitante uma viagem pelo país, percorrendo uma Bacia Hidrográfica fictícia, que representará um conjunto dos mais expressivos momentos relacionados com a água no nosso país explorando os locais, as gentes, os usos dos recursos hídricos, mitos, desenvolvimento sustentável das populações locais, etc., dando a conhecer a imensidão do país e o seu potencial.A melhor forma de explicar as intenções desta exposição será abordar de forma sintética os conteúdos mais relevantes para cada espaço.

1° Momento - Floresta
A Entrada na Floresta do Maiombe (Cabinda). O visitante será recebido pelo guardião da selva (Bakama). O nosso percurso começa numa floresta húmida, simbolizando o início de um ciclo que começa com a chuva.

2° Momento - Savana
A Aldeia como origem dos costumes (Bengo). O visitante será enquadrado no universo rural, envolvido pelo modus vivendi das populações autóctones e com a forma como utilizam a água para a agricultura e pesca de subsistência monofamiliar.
3° Momento - Anhara
Ainda em contexto rural, somos levados até às planícies arenosas, de vegetação rasteira (Bié) para conhecer a perícia artesanal. Os moinhos de pedra movidos a água. Uma forma assaz interessante e representativa da cultura das nossas gentes. Digno de mostrar.
4° Momento - O Oásis.
O importante neste momento é fazer a transição entre o mundo rural e o mundo industrializado já que a intenção é fazer deste percurso um caminho que pela água nos permita mostrar ao mundo a diversidade não só ecológica como também social, industrial, entre outras. O fundamental será mostrar o Eco Turismo associado á água, ou seja, o potencial que temos neste campo, sendo que um dos exemplos mais representativos é sem dúvida a Lagoa do Arco (Namibe), que é fruto de águas subterrâneas.
5° Momento - Quedas de Água / Barragens Entramos no universo da indústria, da vivência cosmopolita e previsivelmente da energia. A Barragem do Gove (Huambo) é sem dúvidas um dos projectos de industrialização que interessa ao nosso paí
s mostrar ao mundo. Aqui interferem os temas da Energia Hidroeléctrica e a Agro-indústria associada à irrigação.
6° Momento - O Deserto O facto desta Exposição Mundial ser sobre a água implica não só abordar a abundância como também a ausência. Nesse sentido, parece-nos imperativo tocar na questão da desertificação e nos esforços necessários para impedir que esta questão ambiental evolua para além das nossas capacidades de a reverter. Sendo que o pais está investindo no controlo da desertificacão do Tômbwa, é importante abordar a questão e como as populações autóctones controlam a situação.
7° Momento - A Foz e O Mar O Rio Kunene, como um dos de caudal mais interessante e cuja gestão congrega interesses para além dos territoriais. Angola como gestor de recursos hídricos. O Mar como fonte e morte e todo o simbolismo a ele implícito. Nota Importante! A intenção de abordar as águas profundas ainda não está totalmente definido. Estão previstas as abordagens aos outros locais do país nas transições que se fizerem entre os momentos.

TEXTO SECUNDÁRIO




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RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...