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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Centro Empresarial Do Kunene

O CEK - Centro Empresarial do Kunene é um empreendimento que visa dinamizar o empreendedorismo e o investimento privado na importante região fronteiriça que liga Angola (Santa Clara) à Namibia (Oshikango), tirando partido das oportunidades que o mercado evidencia.

Oferece um conjunto expressivo de equipamentos e serviços direccionados para a actividade empresarial de comércio, industria e serviços, complementado com uma área residencial e de lazer para maior conforto e conveniência.

Implantado numa área de cerca de 100ha constitui uma intervenção territorial qualificada, apostando com particular ênfase num adequado enquadramento no contexto da região e na sustentabilidade ambiental.

As infra-estruturas e serviços do CEK estão devidamente integradas e suportadas em redes de serviços básicos de energia, telecomunicações, limpeza, saneamento, garantindo um funcionamento de elevada qualidade, nomeadamente em termos de eficiência energética e ambiental.

Um ambiente urbano pensado de raiz para aliar negócios, conforto e qualidade de vida.

Um conceito distinto, uma nova cidade.

Contactos:

Angola:

(+244) 936 899 597
(+244) 922 659 732

Portugal:

(+351) 918 206 568
(+351) 918 166 860

www.cek-ondjiva.com


Pensar e Falar Angola

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A Importância de Angola no Mundo

 A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) inaugura hoje um Centro de Negócios na cidade de Luanda, em Angola, informou a imprensa brasileira.

Com este centro, a Apex-Brasil pretende aumentar as trocas comerciais bilaterais, facilitar o desembaraço aduaneiro e abrir portas para novos negócios num país que recupera da guerra civil e tem necessidades em todos os sectores da actividade económica.

Ricardo Schaefer, director de gestão e planeamento da instituição, disse que Angola passou a ser o principal parceiro do Brasil no continente africano.

"Em 2003, as nossas exportações para Angola somaram 235 milhões de dólares, em 2008 atingiram 2 mil milhões e em 2009 esse valor caiu para 1,333 mil milhões devido à crise financeira e económica mundial, pelo que o nosso objectivo imediato é regressar ao nível de 2008", disse Schaefer.

A Apex-Brasil vai ainda assinar um acordo de cooperação com o governo de Angola para o Programa de Reestruturação do Sistema de Logística e Distribuição (Presild), do qual faz parte também a Central de Compras (Cenco), empresa estatal recentemente constituída para ser responsável pelas compras públicas do país.

O Centro de Negócios de Angola é o oitavo da Apex-Brasil, que mantém unidades na Ásia (Pequim - China), Médio Oriente (Dubai - Emirados Árabes Unidos), América do Norte (Miami - Estados Unidos), América Latina e Caraíbas (Havana - Cuba), Europa de Leste (Varsóvia - Polónia e Moscovo - Rússia) e Europa Ocidental (Bruxelas - Bélgica).

Pensar e Falar Angola

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Caminhos de Ferro Angola - Namíbia

Angola e Namíbia estão empenhadas na conclusão da linha-férrea que vai ligar os portos do Namibe e de Walvis Bay.
Segundo o ministro namibiano da Indústria e Comércio, Hong Hage Geingob, a Namíbia já efectuou grande parte do trabalho que lhe competia, faltando apenas 55 quilómetros.
Entrevistado pela imprensa angolana na Namíbia, a propósito do 35º aniversário da proclamação da independência nacional, que se assinala a 11 de Novembro, Hong Hage Geingob destacou a importância do Porto de Walvis Bay para a região da SADC, acrescentando que a conclusão da linha férrea vai facilitar o escoamento de produtos.
Hong Hage Geingob frisou que muitas viaturas adquiridas da África do Sul com destino a Angola passam pelo Porto de Walvis Bay.
O corredor de Walvis Bay serve grande parte da região da SADC. Devido à sua localização e eficiência, o porto oferece substancial segurança para cargas sensíveis ao tempo.


Um motor de desenvolvimento



O ministro namibiano da Indústria e Comércio considera Angola um motor para o desenvolvimento da África Austral.
Hong Hage Geingob justificou que Angola dispõe de enormes potencialidades económicas que lhe permitem atingir rapidamente um elevado nível de crescimento e contribuir para o desenvolvimento da região.
O dirigente namibiado lembrou que alcançada a paz, Angola tem dado passos significantes para o seu desenvolvimento.
Hong Hage Geingob realçou as relações privilegiadas entre os dois países, mas considera baixas as trocas comercias.
Esclareceu que actualmente as trocas baseam-se simplesmente no comércio de trânsito, praticado ao longo da fronteira e por outros cidadãos que individualmente se deslocam àquele país a procura de pequenos negócios, sublinhando que há um grande défice no comércio real.
“O volume de negócios é muito baixo. Nós não vendemos quase nada à Angola e nem Angola compra-nos alguma coisa”, disse.
Acrescentou que “comércio real só vai acontecer quando produtos fabricados em Angola forem exportados para a Namíbia e vice-versa, e isto ainda não acontece”, referiu.
O dirigente namibiano lembrou que Angola é um dos maiores produtores de petróleo e de diamantes no mundo, acrescentando que a Namíbia ganharia muito se houvesse uma maior cooperação nestes domínios.
“Seria mais barato comprarmos petróleo de Angola. Na área dos diamantes também podia haver cooperação, já que Angola tem muita experiência nesse domínio”, referiu. Acrescentou que em contrapartida, Angola podia comprar da Namíbia carne bovina, pois o país dispõe de grandes indústrias de processamento de carne bovina para exportação.



Relações comerciais vão ganhar impulso



Hong Hage Geingob afirma que ainda há um longo caminho a percorrer, mas acredita que as relações comerciais entre Angola e a Namíbia vão ganhar outra dinâmica depois do encontro das Câmaras de Comércio, a acontecer no princípio do próximo ano, em Luanda.
Sem anunciar uma data exacta, Hong Hage Geingob afirmou que a delegação namibiana será chefiada pelo próprio ministro do Comércio e deverá integrar empresários de vários sectores.
O ministro da Indústria e Comércio da Namíbia revelou que um grupo de namibiados nascidos em Angola manifestou o interesse de participar no programa habitacional do Executivo, que visa a construção de um milhão de casas até ao ano de 2012.
Segundo o ministro, o projecto deverá ser apreciado proximamente pelas autoridades competentes namibianas, podendo ser apresentado na reunião da Câmara do Comércio Angola/Namíbia.
Ao falar das potencialidades económicas, Hong Hage Geingob considerou a Namíbia como “um deserto perdido no meio de dois gigantes: Angola e África do Sul”, mas afirmou que o seu país “não se sente asfixiado”.
“Angola e África do Sul são dois países com os quais temos excelentes relações e isto anima-nos bastante”, referiu.
Hong Hage afirmou que a independência de Angola, que se assinala a 11 de Novembro de 1975, tem um grande significado, não só para os angolanos como também para os namibianos, tendo destacado o valioso contributo na luta de libertação da Namíbia.
O ministro namibiano lembrou os momentos de guerra vividos no seu país e sublinhou que sem o apoio de Angola, a Namíbia teria enormes dificuldades em fazer a luta para a conquista da independência.




Pensar e Falar Angola

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Em defesa do Consumidor

A directora do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC), Elsa Barber, afirmou segunda-feira, em Ndalatando, Kwanza-Norte, que as principais infracções registadas em estabelecimentos comerciais nacionais são a venda de produtos com prazo de consumo expirado, a sua má qualidade e conservação, principalmente os de carácter alimentar e medicamentoso, bem como a legenda dos seus rótulos em línguas estrangeiras.
A responsável, que se deslocou ao Kwanza-Norte para visita de constatação e orientação sobre a dinamização da expansão dos serviços aos municípios do interior da província, disse igualmente que a falta de higiene em algumas unidades hoteleiras é outra situação que preocupa a instituição.
A expansão do INADEC, segundo a sua directora, vai contar com o apoio do governo local na mobilização de meios técnicos e humanos. A integração de novos funcionários vai ser de forma directa, mediante a arrecadação de receitas do sector nos próximos meses, em função deste ser um órgão público, mas que depende do seu auto funcionamento para aquisição de valores financeiros.
“Pretendemos dinamizar o sector de forma que a todos os níveis possa ser um órgão que corresponda às expectativas do consumidor nacional, para que este possa interagir com o INADEC, no sentido de denunciarem as irregularidades”, concluiu.
No que toca ao controlo da qualidade dos produtos, frisou que o efectivo do Kwanza-Norte tem trabalhado de forma responsável, enviando mensalmente os resultados das inspecções realizadas a nível dos vários mercados para Luanda, o que tem persuadido alguns agentes comerciais a mudarem de postura no que diz respeito ao tratamento das mercadorias.
Sublinhou que em caso de dúvidas, em relação a qualidade de um certo produto comercial, os técnicos da província enviam o material para Luanda, de forma a ser analisado em laboratórios.
Avançou que o país se depara com falta gritante de laboratórios para o estudo da qualidade dos produtos comerciais, avançando que a situação está a merecer a atenção do Ministério do Comércio e do Governo de Angola em geral, que projectam a construção de um laboratório de índole nacional nos próximos tempos, em Luanda.
Elsa Barber afirmou também que o INADEC trabalha no sentido na educação das crianças sobre o funcionamento dos bancos, para  transmitir-lhes o espírito de poupança.  
Pretende-se ainda implementar um programa nacional de educação financeira   para dotar os gestores comunitários de conhecimentos de gestão administrativa e estudos de mercado e fiscalização, disse a directora do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor.



Pensar e Falar Angola

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Forum Empresarial Angola - Portugal

O presidente da Agência Internacional de Cooperação Empresarial de Portugal (AICEP), Basílio Horta, reconheceu quinta-feira, na cidade do Lobito, que apesar de se manterem alguns constrangimentos na questão dos vistos e no atraso do pagamento a algumas empresas, “Angola não é um mercado de oportunidades, mas de finalidade”.
Basílio Horta, que discursava durante a cerimónia de abertura do Fórum Empresarial Angola-Portugal, na cidade portuária do Lobito, afirmou que, pelo facto do mundo estar em transformação acelerada, a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), “pelas características ímpares da sua génese e desenvolvimento, pela natureza das suas relações culturais, a história e também a economia e sintetizadas no uso de uma língua comum, deve desempenhar um papel positivo e de relevo neste mundo em transformação”.
O presidente da AICEP apontou o encontro de cooperação entre a China e os países da lusofonia, realizado em Junho em Lisboa, onde cerca de 500 empresários dos referidos países se cruzaram para a realização de negócios, como o exemplo prático das parcerias multilaterais e a potenciação das capacidades nos espaços geopolíticos em que os dois países se encontram.
Para ele, Angola constitui actualmente o mais importante destino das exportações de Portugal fora da União Europeia e as exportações portuguesas representam um quinto do total de equipamentos e serviços que Angola importa.
Durante o ano passado, acrescentou, as vendas para o mercado angolano ultrapassaram os dois mil milhões de euros e nos últimos dois anos assistiu-se a um alargamento da base exportadora portuguesa para o mercado angolano, passando a ter expressão sectores como o da formação profissional, dos serviços e das tecnologias de informação e comunicação, ultrapassando o tradicional figurino que assentava principalmente nos sectores de máquinas e materiais de construção.
Recordou que em 2008, dos dois mil milhões de euros de vendas portuguesas feitas por Portugal à Angola, 700 milhões foram relativos a serviços.

Benguela com delegação da Agência de Cooperação

Numa altura em que as empresas portuguesas olham para Angola como um mercado cada vez mais disperso geograficamente, as cidades do Huambo, Lubango, Benguela e Lobito afiguram-se como os principais pólos de negócios e de investimentos. A AICEP está a incentivar os empresários portugueses nessa nova dinâmica do mercado angolano e vai reforçar o dispositivo de apoio aos negócios e ao investimento com a abertura, brevemente, junto do Consulado Geral de Portugal em Benguela, de uma representação da AICEP, cuja acção se expandirá posteriormente a outras cidades angolanas.

"Angola é mais que Luanda"

Convidado a discursar na abertura do Fórum Empresarial Angola-Portugal, realizado quinta-feira, na cidade do Lobito, o chefe de Estado português voltou a lembrar aos empresários portugueses que existem oportunidades de negócios em outras partes de Angola.
“Existem oportunidades em toda a extensão do território angolano, no litoral e no interior, que podem ser aproveitadas com vantagens para ambos os países”, realçou. Referindo-se às cidades de Benguela e Lobito, o chefe de Estado português apontou a requalificação do Corredor do Lobito, onde as obras de reabilitação do Caminho-de-Ferro do Benguela estão em curso, associada a potencialidade que oferece o Porto Comercial do Lobito que encerra o valor estratégico determinante para o futuro de Angola, tendo realçado o seu papel como plataforma de acesso aos restantes países da África Austral, onde a Comunidade de Desenvolvimento de países oferece oportunidades de investimento, recursos e potencialidades que representam um mercado de milhões de consumidores.
O Presidente Cavaco Silva realçou a decisão da AICEP em instalar uma delegação em Benguela, tendo adiantado que a mesma servirá como importante estímulo para as empresas portuguesas que já se encontram na região, assim como para as que aí se pretendem instalar com projectos económicos.

Pensar e Falar Angola

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Shopping Fortaleza: rodeado de história - Jornal O País/Luanda





Mais um ...
...se não houver outros meios vai ser lindo chegar à Ilha ...
Shopping Fortaleza: rodeado de história
Será erguido entre o museu a fortaleza de S.Miguel que alberga o Museu das Forças Armadas e o futuro Museu da Ciência e Tecnologia.
Shopping Fortaleza terá acesso pela Avenida 4 de Fevereiro e situa-se no caminho para a Ilha do Cabo e para o novo centro urbano da Chikala, fica assim, no centro histórico de Luanda cercado de pólos de interesse turístico e cultural.
Oferecendo 473 lugares de estacionamento, o centro, que terá dois pisos, foi desenhado, segundo os seus promotores, dentro dos padrões arquitectónicos mais modernos do mundo.
A fachada envidraçada assegura a iluminação natural e permite manter o consumo energético em níveis relativamente baixos ao longo do dia.
No piso 1 as lojas terão as fachadas para um amplo átrio, ou corredor, e será possível, em determinados pontos, ver os outros andares, o que possibilita uma melhor orientação. O acesso aos outros pisos poderá ser feito por escadas rolantes ou por elevadores estrategicamente colocados perto das chamadas lojas âncoras. No átrio principal haverá um elevador panorâmico.

O piso 2 contará com mais 4 metros de largura que o primeiro, o objectivo é potenciar a interacção visual entre as lojas. Já no piso 3 estarão concentradas as áreas de lazer distribuídas pelos sectores da alimentação, cinemas e eventos. A área de alimentação será servida por uma praça ampla, com cobertura
metálica em arco e iluminação natural. Esse espaço terá vista para a baía e para a fortaleza. Os serviços de restauração estarão assegurados por 10 bares ou restaurantes com uma média de 50 m2 cada e por dois restaurantes VIP que somam 470 m2, com terraços exclusivos. A área de eventos estará ligada por corredores de serviço que facilitarão a prestação de serviços gastronómicos em ocasiões especiais.

Os cinéfilos terão quatro salas, numa oferta total de 990 lugares quepoderão servir para acolher palestras e outras realizações. Os promotores do projecto, que o apontam como O Novo Centro de Luanda, vêm no seu empreendimento a cara da Nova Angola, que cresce e desperta a atenção do mundo. Dizem também que "além de conforto para os angolanos, o Shopping Fortaleza vai ajudar a gerar empregos e rendimentos para o país" e afirmam que "o empreendimento será um marco na reconstrução do centro de Luanda, trazendo modernidade e valorização do seu tecido urbano".


No entanto, para os luandenses, fica a proposta dos promotores em liderar a transformação das ruínas da antiga fábrica de sabão, no Largo do Baleizão, no futuro Museu da Ciência e Tecnologia, valorizando o passado industrial da área, e a recuperação de uma das casas adjacentes para o seu uso como ponto de informação turística. Fica, assim, explicada e valorizada a opção por construir um centro comercial num local tão próximo de um dos mais importantes pólos de atracção turística da capital angolana, a fortaleza de S. Miguel. Sem negligenciar a piscadela de olho aos mais jovens que serão, seguramente a grande maioria dos visitantes do museu, sabendo-se da apetência que têm pelo consumo.

Em termos de inserção paisagística, os projectistas do centro garantem que não haverá choque com a arquitectura da área, nem com a fortaleza, ganhando-se, antes, com a ligação de todas as zonas envolventes com a nova cara de Luanda e, principalmente, com o modernismo das construções que se estão a erguer na capital, com particular destaque para a zona baixa.
A localização estratégica do projecto permitir-lhe-á uma boa relação com a avenida marginal de Luanda que vem sendo palco de obras para o seu alargamento. Desta forma, com a esperada requalificação urbanística da Ilha do Cabo e o com o prolongamento da Avenida Marginal para a Chikala e para a Samba, e com a construção do novo centro administrativo na Praia do Bispo, o
Shopping Fortaleza fica igualmente situado no meio de uma importante rota de circulação de pessoas de todas as classes e idades, em lazer e em trabalho, um trunfo que torna obrigatório seguir-lhe o percurso, numa altura em que a concorrência não dará tréguas.



sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Mercado Municipal do Kuito



· Um Mercado Municipal de Kuito/ Bié totalmente reabilitado e equipado com ATM específico, em funcionamento desde o dia 08 de Março de 2008;

· Um Mercado de grande dimensão em construção de raiz, com cerca de 30.000 metros quadrados de área, 672 bancas de mercado, 15 pequenos estabelecimentos comerciais a retalho, 5 armazéns, 2 fabricas de gelo, câmaras de conservação e congelação, edifício de administração, postos de socorro e segurança, jango e parque infantil.


in palestra de Gomes Cardoso - 27 de Junho 2008


Pensar e Falar Angola

terça-feira, 10 de junho de 2008

Comércio Externo

O ministro da indústria, Joaquim David, fez uma visita de trabalho à República da Coreia do Sul.
No âmbito do programa da sua deslocação, o governante angolano, acompanhado pelo embaixador no Japão e na Coreia do Sul, Albino Malungo, reuniu-se, com o ministro coreano da tecnologia e economia, Youn Ho Lee, com quem esboçou acções de cooperação no quadro bilateral.
Durante o encontro, Joaquim David informou ao seu interlocutor sobre o quadro evolutivo da economia angolana e teceu referências as enormes potencialidades do país em recursos naturais, alvitrando a complementaridade entre os dois estados, dado que a Coreia do Sul, a décima segunda maior economia do mundo, possui tecnologia e recursos humanos altamente qualificados.
O ministro angolano da indústria conversou com o vice-presidente da Associação Coreana de Comércio Internacional (KITA), constituída por cerca de 65 mil empresas.
O vice-presidente Ryu Chang Moo manifestou o interesse crescente das suas associadas em operarem em Angola, face as oportunidades de investimento que o país oferece.
O ministro Joaquim David que termina a visita na Quinta-feira, chefia uma delegação composta pelo director geral do Instituto de Desenvolvimento Industrial de Angola (IDIA), Kiala Gabriel e pelo director adjunto do seu gabinete, João Tomás.
Integra igualmente a comitiva do ministro, que tem agendado encontros com o vice-presidente do Eximbank da Coreia do Sul e com a direcção da companhia Daewoo International, o presidente do conselho de administração da Feira Internacional de Luanda (FIL), Matos Cardoso.

Pensar e Falar Angola

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Café

As autoridades angolanas estão desenvolvendo, em Porto Amboim, na província do Quanza-Sul, um projeto-piloto destinado a aumentar a produção de café no país, segundo informações da Cafangol. O projeto, estimado em 8,5 milhões de dólares, prevê o cultivo de café robusta numa área com cerca de 17 mil hectares com vistas a obter uma produção anual de 40 mil toneladas, que corresponderá a 650 mil sacas de café. Números relativos a 2005 mostram que a produção do café em Angola alcançou apenas 75 mil sacas, muito abaixo da Etiópia, Uganda e Quênia, os principais produtores de café de África.
A Cafangol, entidade a quem o governo atribuiu competências para colocar o café angolano no mercado externo, calcula que uma tonelada de café (aproximadamente 16 sacas de 60 quilos) é cotada, atualmente, em cerca de mil dólares.
O governo pretende que a Angola volte a posicionar-se como um dos grandes produtores mundiais de café, à semelhança dos anos 1970, quando chegou a ser o 4º da escala mundial. Atualmente, a produção angolana não vai além de um décimo do que produzia em 1976. Segundo a Procafé, após o fim da guerra civil, o setor de café em Angola começou a registrar um crescimento assinalável, apesar das dificuldades que ainda condicionam o seu desenvolvimento, passando de 800 toneladas (aproximadamente 13 mil sacas de 60 quilos) para 5 mil toneladas/ano (aproximadamente 83 mil sacas de quilos).



Pensar e Falar Angola

domingo, 8 de julho de 2007

1º mês


Faz hoje 1 mês que este BLOG deu-se de caras ao mundo. Nasceu de uma conversa virtual, porém real. Duas pessoas foram trocando ideias, corrige daqui, acrescenta dali, apaga isto, coloca aquilo... e na verdade a 8 de Junho tornou-se público. Após se ter escrito os Objectivos se efectuaram uns vinte convites a 'amigos' desta coisa da internet em que o denominador comun era simplesmente gostarem de ANGOLA para aqui escreverem ou 'postarem' o que lhes apetecesse. Não se olhou a cores políticas, passados, idades ou outras condicionantes. Uns logo responderam aceitando e colaborando de imediato, outros aceitaram mas, pelas mais diversas razões, ainda não 'postaram' e outros ainda nem responderam. Aqui talvez por falta de actualização dos e-mail's ou porque simplesmente não querem.

Ao longo deste mês mais convites foram efectuados, mantendo o mesmo critério e porque um de nós se lembrou do nome.

Mas ao fim do 1º mês faço um balanço positivo, não só pela qualidade do 'template', mas sobretudo pela qualidade e interesse dos 'post' que aqui vão sendo colocados e pelo número de visitas que se vão registando diariamente.

Mas como vou 'festejar' este 'mensário'? A dúvida foi-se arrastando ao longo do dia e nenhuma ideia surgiu. Nasceu a angústia... e com ela o vazio parecia maior.


Optei por não pensar mais nisso e fui às compras a uma grande superficie (é assim que se diz?). Compra-se o que se precisa e coincidência das coincidências - tinha assunto para 'postar' aqui.





Uma das compras foi:






mas como pode uma caixa de plático despertar uma ideia?

A ideia surgiu quando se virou ao contrário para limpar e estava lá gravado: Afinal de contas Angola não exporta só ouro negro e diamantes.

Pensar e Falar Angola

RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...