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terça-feira, 3 de abril de 2012

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Cinema Português com perfume de Angola




Pensar e Falar Angola

domingo, 23 de janeiro de 2011

Cinema Português com perfume de Angola




Pensar e Falar Angola

domingo, 5 de dezembro de 2010

Realizador recusa prémio de melhor documentário

Realizador português rejeita prémio do Festival Internacional de Cinema de Luanda
Fotografia: DR
O realizador português Jorge António recusou o prémio do júri do Festival Internacional de Cinema de Luanda atribuído ao seu documentário “O Lendário Tio Liceu e os Ngola Ritmos”. 
Numa nota de imprensa enviada, esta semana, aos órgãos de comunicação social, Jorge António afirmou: “não poderei aceitar tal distinção”.
Segundo explicações do realizador, não aceitou o prémio porque, embora a temática do documentário seja angolana, “como acontece na generalidade dos meus trabalhos cinematográficos”, não o são nem a sua produção nem o realizador.
Acrescentou que a sua atitude vai evitar eventuais equívocos, “o que permitirá que eu continue a trabalhar sem constrangimentos na área do cinema, quer em Angola, quer no meu país de origem”, lê-se na nota de imprensa.
“Gostaria que o prémio pecuniário fosse entregue a uma instituição de jovens carenciados e desejo que o FIC-Luanda, que ajudei a criar, se torne uma referência cultural nacional e internacional para a cidade de Luanda”. 
O realizador agradeceu à direcção do Festival Internacional de Cinema de Luanda (FIC-Luanda) e ao júri da terceira edição, por lhe terem concedido o prémio de melhor documentário na categoria dos filmes angolanos. 
Em declarações ao Jornal de Angola, disse que o filme foi enquadrado na competição nacional por causa da sua temática, e que a nota de imprensa reflecte apenas uma posição que acha necessária, para que não existam más interpretações ou mal entendidos.
Autor da primeira co-produção luso-angolana intitulada “O Miradouro da Lua” (1993), o realizador informou estar decidido em continuar a trabalhar. Natural de Lisboa, começou a actividade cinematográfica durante os estudos secundários, num cine clube, tendo realizado dezenas de filmes amadores em suporte 8mm e Super 8. Em 1985, ingressa na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, cujo curso termina em 1988, especializando-se na área de Produção. Em 1991, inicia-se na realização de cinema com a curta-metragem “O Funeral”. É também, desde 1995, o produtor executivo da Companhia de Dança Contemporânea de Angola, da coreógrafa e investigadora Ana Clara Guerra Marques.
Com 13 filmes realizados, entre documentários e ficção, é, ainda, autor do filmes “Angola, Histórias da música popular” (2005), “Kuduro, Fogo no Museke” (2007),”O Lendário “Tio Liceu” e os Ngola Ritmos”(2010)




 in Jornal de Angola
Pensar e Falar Angola

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Trienal de Artes de Luanda

 A estreia absoluta em Angola do ultimo Doc. da trilogia da música.
Dia 14, 19H30. A Entrada é gratuita para todos os filmes.
Aos domingos, fim de tarde, depois da praia no Cine Teatro Nacional.







Pensar e Falar Angola

terça-feira, 4 de maio de 2010

Tio Liceu e os Ngola Ritmos

Para quem não pode estar no passado dia 30 de Abril no Culturgest, o filme de Jorge António "O Lendário Tio Liceu e os Ngola Ritmos " volta a passar":
na próxima quinta-feira, dia 6 às 21H, na Sala 3 do S. Jorge no âmbito do Festival FESTIN / Cinema da CPLP.
A entrada é livre.


Pensar e Falar Angola

domingo, 5 de abril de 2009

Fwd: kuduro


Bom dia já de tarde,
 
Isto de ter mudado de profissão depois dos quarenta acho deve ter caído do céu. Parece os briefings, as campanhas, as estatísticas de mercado, os balancetes e tudo o mais são já mesmo do século passado porque isto de ser trabalho ir a espectáculos, ouvir música, ler e descobrir novidades e ainda receber por isso é bilhete premiado mesmo. E foi neste âmbito que ontem fui parar ao Centro Cultural da Malaposta, em Odivelas, sem saber ao que ia. Dois documentários apresentados pelo próprio realizador, um tal de Jorge António, "História da Música em Angola" e "Kuduro, há fogo no Musseke". Precisas ver. Informativo e hilariante também.
 
. O Dog Murras ao volante de um carro que vai circulando por Luanda vai falando do seu percurso, da sua vida e de como o que ganha se reduz a cumprir as necessidades básicas. A câmara vai descendo e passa pelo volante focando o logo da BMW...
 
. No programa "Quintal de ???" sobre o kuduro em que um dos convidados é o Tony Amado, um dos presentes, deveras entusiasmado constata que afinal o kuduru é como o paracetamol de tão bem que faz que tudo cura, mas noutro programa a discussão acende de tal forma sobre afinal quem o melhor, o pioneiro, o verdadeiro rei que os moderadores são forçados a interromper o programa antes que a coisa dei para o torto.
 
. A entrevista a Beto Gourgel em que ele questiona a impossibilidade de dar continuidade à sua vida artística na canção de intervenção porque vai cantar contra quem, sempre pode cantar contra a fome, as más condições de vida mas não tem contra quem porque já cantou a favor de quem devia cantar agora. Parece o Beto morreu pouco depois.
 
E mais um desfilar de gente que para mim eram completamente desconhecidos mas que foram e são ainda os heróis de muitos angolanos. Lourdes Van Dunnen (uma figura!) e os Ngola Ritmos, Kamoso, Paulo Flores, Minguito, Duo Ouro Negro, Waldemar Bastos, Seme, Noite e Dia e mais muiiitos.
 
Sabes porque é que se chama kuduro? É mesmo por isso sim senhor.
 

 


Por isto vale a pena fazer o Pensar e Falar Angola.
Obrigado e um grande bem haja para ti, São.

RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...