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quinta-feira, 2 de maio de 2024

Os Bantu na visão de Mafrano


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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Benguela - Luena CFB em Abril


O comboio apitará em Abril no Luena, segundo anúncio dodiretor comercial do Caminho de Ferro de Benguela (CFB), Aquiles de Carvalho e da competência da ”China Railway 20 Bureau Group Corporation”,com recurso a uma linha de crédito da China. a caminho da Zâmbia e do Congo,  bem falta faz…
Luanda, 11 jan (Lusa) – O diretor comercial do Caminho de Ferro de Benguela (CFB), Aquiles de Carvalho, anunciou hoje que até 30 de abril o comboio deverá chegar até ao Luena, capital da província angolana do Moxico.
Citado pela agência angolana Angop, o responsável esclareceu que a primeira deslocação de uma locomotiva da empresa ao Luena vai ser uma viagem experimental e enquadrar-se-á no programa de alargamento das rotas da companhia.
Aquiles de Carvalho adiantou que a empresa começou no início deste mês a fazer viagens experimentais entre o Lobito e o município do Kuito, província do Bié, e vice-versa.
O comboio do CFB faz a carreira comercial entre Lobito e Huambo todas as terças-feiras e o sentido inverso às quintas, transportando pelo menos 250 passageiros e ainda mercadorias, acrescentou o diretor comercial.
A circulação ferroviária neste troço foi retomada em agosto do ano passado, ao fim de 27 anos de interrupção devido à guerra.
No final de novembro, o ministro dos Transportes angolano anunciou que a ligação ferroviária entre Benguela e a fronteira com a Zâmbia deverá concretizar-se em 2012.
Augusto Tomás disse na altura que o Governo angolano espera que a República Democrática do Congo e a Zâmbia “façam o seu trabalho”, para haver “conexão entre as linhas ferroviárias”.
Com 1.301 quilómetros de linha e mais de 107 anos de existência, o Caminho de Ferro de Benguela (CFB) atravessa todo o País e é a única ligação ferroviária da África Central ao Atlântico.
A reabilitação do Caminho de Ferro de Benguela está a cargo de uma empreiteira chinesa, a “China Railway 20 Bureau Group Corporation”, com recurso a uma linha de crédito da China.
Esse crédito, inicialmente avaliado em 200 milhões de dólares (150 milhões de euros), possibilitou a aceleração da reabilitação total da via férrea.
O plano nacional ferroviário prevê a reparação de locomotivas e pontes, a substituição de travessas, a requalificação de estações e desminagem.



Pensar e Falar Angola

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Programa de médio prazo no Luena

Luanda, 20.Dezembro – O processo de elaboração do plano nacional para o quinquénio 2009/2013, que está a decorrer em todo o país, fez deslocar esta quinta-feira, o vice-ministro do Planeamento, Carlos Alberto Lopes, ao Luena, província do Moxico.
Em breves declarações à Angop, no Aeroporto Internacional “4 de Fevereiro”, Carlos Lopes informou que este contacto directo com as províncias, contrariamente aos processos de elaboração de planos anteriores, permitiu que se estabelecesse uma metodologia que visa a preparação do plano da base ao topo, isto é, integrando os diferentes níveis hierárquicos da administração do Estado até ao órgão central do planeamento.
Com este procedimento, estamos a criar uma base que vai solidificar os procedimentos de planeamento, permitindo que este sistema seja mais fluido e criar uma maior interacção entre as equipas técnicas que trabalham no processo”, referiu.
Segundo o governante, que encabeça uma delegação, a par dos trabalhos de fiscalização, vão fazer, também, a abordagem de metodologias sobre o processo de programação para aqueles municípios que neste momento se enquadram dentro do programa de melhoria da gestão municipal e que já foram transformados em unidades orçamentais.
O Plano de Desenvolvimento Económico-Social, cujo processo de elaboração a nível nacional teve início em Junho do corrente ano, vai englobar componentes dos agregados macro-económicos, do desenvolvimento sectorial e do desenvolvimento do território.
Actualmente, as províncias do Moxico, Zaire, Bié, Lunda Norte e Uíge estão a beneficiar de maior atenção por serem aquelas que, do ponto de vista metodológico, carecem do apoio do Ministério do Plano.

angop







Pensar e Falar Angola

RITA GT em Viana do Castelo

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