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quinta-feira, 23 de março de 2023

23 de Março de 1988

Reza a História que neste dia, na Província do Cuando-Cubango, na maior batalha de Ãfrica, se começou a desenrolar o imbróglio de África Austral, que levou à Independência da Namíbia, ao fim do apartheid na África do Sul e à saída do contingente Cubano de Angola. 
Lenda ou realidade? a História um dia será contada na verdade dos factos e não com o coração dos ditos

Pensar e Falar Angola

quinta-feira, 1 de abril de 2021

Arlindo Barbeitos


Arlindo Barbeitos: morreu uma figura ímpar da intelectualidade angolana
Arlindo do Carmo Pires Barbeitos nasceu a 24 de Dezembro de 1940 em Catete, Icolo e Bengo, província do Bengo. Passou a sua infância entre Catete e o Dondo, fez os seus estudos primários e secundários em Luanda. Aos 17 anos foi para Portugal, de onde saiu com 21 anos por motivos políticos, indo para França, Alemanha, onde fez estudos de Sociologia, Antropologia, além de Filosofia, Economia e Estatística na Universidade de Frankfurt. Nesse período também viajou por toda a Europa.










“E então, esse regresso – se é que é regresso – às culturas africanas, o desejo de as conhecer bem, de articular de uma maneira elaborada aquilo, que eram coisas que eu tinha visto na minha infância – coisas em que algumas pessoas da minha família mesmo haviam participado, e, parcialmente, até eu... -, isso me levou a uma outra coisa: foi, em certo momento, aceitar que uma pessoa é como é e não, por vergonha ou outra razão, o que poderia ou deveria ser.”. In: Michel Laban. Angola. Encontro com Escritores. Porto, Fundação Eng. António de Almeida, 1991, II vol. p. 529.
Em 1971 aderiu ao MPLA, regressando a Angola integrado nas suas fileiras, dando aulas na Frente Leste. Em 1972 vítima de doença vai tratar-se na Europa, onde volta a estudar, iniciando uma tese de doutoramento em Etnologia sobre “As realezas sagradas”. Em 1975 na sequência da Revolução de 25 de Abril de 1974, regressou a Angola. Foi professor no ISCED (Lubango), Adido-Cultural na República da Argélia.
Poeta, é considerado como integrante da geração dos anos 70. É membro fundador da UEA, com colaboração dispersa em vários jornais e revistas angolanas, portuguesas e outras.
Suas principais obras publicadas são: Angola, Angolê, Angolema (1976), Nzoji (1979), O Rio. Estórias de Regresso (1985), Fiapos de Sonho (1992).
A esposa, Maria Alexandre Dáskalos, faleceu há duas semanas.
Fonte: dados retirados do portal da UEA





Pensar e Falar Angola

terça-feira, 30 de março de 2021

Há 50 anos...Julgamento de Joaquim Pinto de Andrade

Assisti hoje no FaceBook a esta conversa on-line comemorativa dos 50 anos de Julgamento do Joaquim Pinto de Andrade onde Diana Adringa fez a História, Ferreira Fernandes comoveu, Brochado Coelho acrescentou, Adolfo Maria adicionou dados da História e Ondjaki comentou esse deslembramento, agradecendo os amigos do Tio Joaquim e recordou a sua infância junto a Joaquim Pinto de Andrade. Precisamos de mais aulas de História assim


Há 50 anos...Julgamento de Joaquim Pinto de Andrade, nacionalista angolano – Conversa Online
A 30 de Março de 1971, os três juízes do Tribunal Plenário de Lisboa – Fernando António Morgado Florindo, Bernardino Rodrigues de Sousa e João de Sá Alves Cortês – ditavam a sentença de um processo de dez pessoas acusadas de apoio ao MPLA, Movimento Popular de Libertação de Angola.

Hoje o Museu do Aljube Resistência e Liberdade, através deste encontro, associa-se a esta iniciativa de homenagem a Joaquim Pinto de Andrade, e a todas as mulheres e homens que lutaram pela libertação e independência de Angola.

Intervenientes: Diana Andringa, Ferreira Fernandes, Mário Brochado Coelho, Adolfo Maria e Ondjaki

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Pensar e Falar Angola

RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...