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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

17 de Setembro - Dia do Heroi Nacional


O dia 17 de setembro, marca o Dia do Herói Nacional, pois nesta data em 1922, nascia Antonio gostinho Neto, médico e o primeiro Presidente de Angola.

O governo divulgou um programa de atividades, do Dia do Herói Nacional. Neste dia está programado :

1- Um Encontro de Reflexão sobre a Infância do médico Agostinho Neto. E a deposição de flores no Monumento Agostinho Neto.

2-Uma apresentação sobre o Carnaval de 2011 a realizar-se na Avenida Deolinda Rodrigues e a Praça da Independência com a apresentação de 17 grupos
Concurso de desenho: Poesia de Agostinho Neto, poesia de Angola e Conferência Agostinho Neto "O homem e a nação e o Povo".

4- Exposição fotográfica sobre a vida e a obra dos primeiro presidente angolano.

5- Recital de Poesia de Agostinho Neto
Mesa Redonda sobre os temas
e palestras

Agostinho Neto, foi por várias ocoasiões presos pelo PIDE-DGS antiga polícia política portuguesa, e deportado para Tarrafal, Cabo Verde, sendo -lhe fixada residência em Portugal, de onde fugiu para o exílio e assumiu a direção do MPLA do qual foi presidente de honorário até 1962.
Historia de Agostinho Neto
António Agostinho Neto (Ícolo e Bengo, 17 de Setembro de 1922 —Moscovo, 10 de Setembro de 1979) foi um médico angolano, formado naUniversidade de Coimbra, que em 1975 se tornou o primeiro presidente de Angola até 1979. Em 1975-1976 foi-lhe atribuído o "Prémio Lenine da Paz".
Fez parte da geração de estudantes africanos que viria a desempenhar um papel decisivo na independência dos seus países naquela que ficou designada como a Guerra Colonial Portuguesa ou Guerra do Ultramar como também é conhecida. Foi preso pela PIDE e deportado para oTarrafal, sendo-lhe fixada residência em Portugal, de onde fugiu para oexílio. Aí assumiu a direcção do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), do qual já era presidente honorário desde 1962.

Agostinho Neto morreu num hospital em Moscovo no decorrer de complicações durante uma operação a um cancro hepático de que sofria, poucos dias antes de fazer 57 anos de idade. Foi substituído na presidência de Angola por José Eduardo dos Santos.que até agora esta no poder
Obra literária
Poesia
  • 1957 Quatro Poemas de Agostinho Neto, Póvoa do Varzim, e.a.
  • 1961 Poemas, Lisboa, Casa dos Estudantes do Império
  • 1974 Sagrada Esperança, Lisboa, Sá da Costa (inclui os poemas dos dois primeiros livros)
  • 1982 A Renúncia Impossível, Luanda, INALD (edição póstuma)
Política
  • 1974 - Quem é o inimigo… qual é o nosso objectivo?
  • 1976 - Destruir o velho para construir o novo
  • 1980 - Ainda o meu sonho

Pensar e Falar Angola

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Me apetece falar

Procurava eu fotos antigas de Angola. Na verdade tenho visto que muita coisa bonita se está a fazer em Angola. É claro que em Luanda é dificil ver-se porque em Luanda não se vê mesmo nada para além de um trânsito impossivel, gente que corre em todas as direcções - acho que ainda não vi ninguém a correr na vertical ascendente, mas na descendente já vi e não gostei.
Mas comecei por dizer que procurava fotografias antigas, não as do tempo colonial que essas já estão tão gastas que já não é possivel ver-se nada com nitidez, mas fotos que apanhassem todo o processo revolucionário, fotos dos herois que se foi ouvindo falar ao longo dos tempos e quase nada encontrei. Esta, num blog brasileiro - o Blog do Bob - apenas assim e datando de 1992. Penso que se preparava a comemoração dos Heróis Angolanos. Se não era seria outra comemoração oficial, uma homenagem aos Heróis anónimos.
Este ano o dia é dedicado ao Dr. Agostinho Neto, primeiro Preseidente da República popular de Angola, assim chamada na proclamação da Independência. Nota-se um interesse crescente no conhecimento da História de Angola, dos seus protagonistas e Agostinho Neto é disso um exemplo. Mas há que procurar outros muitos, que com armas ou apenas com a inteligência, com abenegação fizeram nascer ANGOLA e poder assim mostrar os alicerces deste novel país.
Um Viva enorme a todos os Heróis Angolanos.




Pensar e Falar Angola

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Investigar a Obra de Agostinho Neto

Palestra
Historiador defende maior investigação sobre o legado de Agostinho Neto

Luanda - O historiador angolano Júlio Mendes defendeu hoje, em Luanda, que o legado do poeta e primeiro presidente de Angola,
Agostinho Neto, precisa ser cada vez mais investigado para perpetuá-lo às novas gerações.
Júlio Mendes, igualmente professor do Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED), tomou esta posição quando proferia a palestra sobre “Agostinho Neto e os valores culturais nacionais e alheios”, no auditório da Universidade Óscar Ribas, numa promoção do Ministério da Cultura.
Para o historiador, o vasto legado de Agostinho Neto, que está por se estudar, contém vários aspectos relativos aos sacrifícios por ele
consentidos para lutar contra o colonialismo português, que culminou a 11 de Novembro com a independência nacional, bem como a sua influência positiva para catalizar a geração do seu tempo para esta luta.
“Neto, fazendo recurso à sua poesia, obrigou a quebrar as grilhetas do colonialismo, já que transmitia a mensagem de esperança ao povo de que é possível transcender a escravidão da altura”, asseverou.
Nos poemas “Sábados nos Musseques” e “ Ansiedade”da obra Sagrada Esperança, segundo disse, está evidente o sofrimento do homem negro, demonstrando, assim, que Agostinho Neto estava interessado pela desalienação do seu povo.
Júlio Mendes, no final da sua alocução, solicitou aos estudantes, investigadores e outras sensibilidades da sociedade a trabalhar de modo a estudar e perpetuar a trajectória do primeiro presidente de Angola, Agostinho Neto.
A realização desta palestra enquadra-se nas actividade em alusão do Dia do Herói Nacional, a assinalar-se a 17 de Setembro.

ANGOP

Pensar e Falar Angola

Dia do Héroi Nacional

Uma exposição fotográfica que retrata os percursos históricos na vertente política, económica, social, cultural e desportiva, do primeiro Presidente da República, António Agostinho Neto, e do actual, José Eduardo dos Santos, foi aberta esta segunda-feira, ao público num acto enquadrado na jornada do Dia do Herói Nacional.

A exposição fotográfica, que perdura até ao próximo dia 20 do mês em curso em homenagem às duas máximas figuras políticas, encontra-se na sede do governo da província e foi oficialmente aberta pelo vice-governador do Kuando Kubango, José Maria Ferraz dos Santos, em cerimónia testemunhada pelos responsáveis do executivo daquela região, entre outros convidados.

Segundo José Maria, a jornada comemorativa do 17 de Setembro iniciou no dia 28 de Agosto e esta exposição é uma das acções agendadas, consoante o programa do governo da província, em saudação ao Dia do Herói Nacional.

Explicou que a exposição, sendo cada figura homenageada com os seus tratados fotográficos, reserva factores de interesse histórico, como envolvimento pessoal de António Agostinho Neto na luta de libertação nacional até 1979.

Para o presidente José Eduardo dos Santos, avançou o governante, a exposição de várias fotografias datam desde o dia 20 de Setembro de 1979 até a presente data, mostrando ao público as trajectórias na vertente económica, política, cultural, diplomática e desportiva, em função de todo esforço feito pelo actual Chefe de Estado, como timoneiro da independência, estabilidade, desenvolvimento e a unidade nacional dos angolanos.

Na ocasião, o vice-governador convidou a população a visitar a exposição, apelando na necessidade de todos comparecerem na sede do governo, no sentido de aperceberem-se, ao pormenor, da história das duas personalidades.

No Kuando Kubango, o acto provincial do 17 de Setembro, Dia do Herói Nacional, será realizado no município do Calai, a sul da sede capital, Menongue, jurisdição fronteiriça à República da Namíbia, onde as condições essenciais para o efeito já estão sendo criadas, com vista a uma homenagem condigna aos heróis nacionalistas, tanto conhecidos como os anónimos.

ANGOP
Pensar e Falar Angola

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Angolanos recordam hoje os heróis nacionais


Hoje Angola homenageia o Dr. Agostinho Neto, primeiro Presidente da República. Esta homenagem se estende, simbolicamente a todos aqueles que tombaram na guerra e que quiseram fazer de Angola um País.





Pensar e Falar Angola

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

ANGOLA , seus sonhos , heróis e ídolos

Mandume



ANGOLA, SEUS SONHOS, HERÓIS E ÍDOLOS.

Os actuais países europeus e outros precisaram de muitas centenas de anos para aprenderem e melhorarem seus governos e tornarem-se estruturalmente mais organizados .

Os países tecnológicos do norte, chamados de mais desenvolvidos, nestas centenas de anos cometeram e cometem muitos erros nos níveis sociais, religiosos, económicos, militares, ecológicos e outros, erros estes por vezes muito graves e desastrosos tais como as últimas grandes guerras na Europa, os processos de descolonização em África e em outros continentes, as enormes catástrofes ambientais actuais e futuras, a exterminação de quase todas as suas florestas originais, a exterminação de raças humanas, de animais e plantas, etc.

Ainda hoje, estes países do norte tecnológico não compreendem os graves problemas ambientais sociais e ecológicos causados pelos seus erros de governação e não estão dispostos a alterar radicalmente seus privilegiados hábitos altamente consumistas e egoístas como, por exemplo, o consumo de energia não renovável nem querem mudar suas economias desenfreadas e gananciosas .

Concluindo, os actuais países denominados desenvolvidos ou países do Primeiro Mundo precisaram de muitas centenas de anos para aprenderem a governar um pouco melhor e melhorarem económica e socialmente seus próprios países mas continuam a cometer erros graves nessa governação, afectando com isso não só seus países como também os outros.

Angola e todos os actuais novos países lusófonos conquistaram sua independência com muito esforço mental e físico.

Estes novos países, seus povos e seus governos não tiveram nenhum apoio nem nenhuma preparação técnica por parte dos antigos países coloniais para governarem-se.

Tem sido um grande esforço pessoal , de cada um , aprender e conseguir executar suas tarefas de governação o melhor possível .

É muito difícil governar qualquer país , mais ainda sem preparo científico e sem experiências passadas , pois administrar e liderar são funções muito técnicas e como todas as técnicas precisam de muito estudo, muito preparo e experiência para serem executadas o melhor possível.

Foi e é muito difícil conseguir manter a funcionar bem , estruturalmente , estes novos países e foi e é de uma heroicidade grande este trabalho de administração diante das muitas e dificeis realidades internas e externas destes novos países .

(clique em Ler mais para aceder ao texto integral)



Os governantes e líderes, passados, actuais e futuros, destes novos países sejam eles políticos, religiosos, sociais, professores, jornalistas, ecologistas, artistas, cientistas, trabalhadores em geral, etc., precisaram e precisam muitas vezes de heroísmo para conseguirem assumir com responsabilidade e seriedade suas funções e assim ajudarem a melhorar estruturalmente o funcionamento de seus países.

Houve uma série de graves erros cometidos pelos chamados países coloniais por não terem aprendido a visionar devidamente o futuro, o que ia acontecer, e por isso não souberam assumir com responsabilidade e seriedade suas obrigações de prepararem estrutural e administrativamente os novos países para assumirem sua própria governação após a sua independência.

No caso de Angola, país privilegiado, tanto a nível de seu povo como de riquezas naturais, foi de uma enorme heroicidade e capacidade conseguir manter a funcionar estruturalmente esta grande nação diante de uma conjuntura internacional desestabilizadora, gananciosa e imoral.

Foi e ainda é uma tarefa extremamente difícil conseguir que este grande país caminhe rumando para um maior desenvolvimento sustentado como é desejo de seu pacífico povo e de todas as suas lideranças actuais, dentro e fora do governo, e que têm dado provas de uma maior maturidade, capacidade e união fraternal.

O povo angolano e todas as suas lideranças actuais estão a dar um óptimo exemplo de sapiência ao mundo assim como o grande mestre Nelson Mandela, hoje primeiro embaixador vivo da consciência humana, herói e ídolo de muitos jovens e adultos mais conscientes do mundo inteiro que se referenciam nele para construírem um presente e um futuro mais harmonioso compreendendo e aprendendo os erros do passado.

Angola necessita de redescobrir mais todos os seus heróis e ídolos, neste inicio do século XXI, em todas as áreas do pensamento, em todas as áreas sociais, económicas, politicas, religiosas, ecológicas, desportivas, científicas, artes, etc.. Pois os jovens e adultos necessitam deles para se projectarem como seres humanos mais competentes.

Angola precisa muito de seus muitos Heróis e Ídolos que com sua atitude exemplar ajudem esta Nação a manter-se em pé orgulhosa de si e consciente de que precisa aprender e melhorar muito mais e quer um futuro mais brilhante.

Todos os jovens e adultos necessitam espelhar-se em heróis e ídolos, que são pessoas que têm sucesso em suas áreas de trabalho, para encontrarem um caminho melhor senão ficam sem referências para desbravar seu próprio caminho.

É preciso transformar todos os seus mais velhos em heróis, sejam eles quem forem, pois mesmo diante de tantas dificuldades conjunturais e estruturais nacionais e internacionais conseguiram manter em pé as estruturas básicas desta bela nação Angolana.

É necessário transformar em ídolos desta nação todos os desportistas, professores, cientistas, artistas, ecologistas, jornalistas, escritores, etc., todas as pessoas que tenham sucesso nas diferentes e úteis áreas da sociedade angolana, aqui ou na diáspora, pois é um caminho que certamente traz muitos e bons frutos.

O sonho é o primeiro passo para o desenvolvimento e um povo sem sonhos é um povo sem projectos.

Ter heróis ou ídolos é despertar a memória, é permitir o sonho, é ter projectos de vida, é querer construir uma Nação que se quer cada vez mais respeitada e respeitosa.

Pensar e Falar Angola

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Homenagem a Guevara

A sua morte, no dia 9 de outubro de 1967, aos 39 anos, interrompeu o sonho de estender a Revolução Cubana à América Latina, mas não impediu que seus ideais continuassem a gozar de popularidade.
Passaram 40 anos.






Pensar e Falar Angola

RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...