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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Cidades mais caras do mundo / Most expensive cities in the world!!




The most expensive cities in the world
Research by ECA International

THE MOST EXPENSIVE CITIES IN THE WORLD
ECA International survey (June 2008): Introduction Table: World Table: Europe Table: Asia
UBS survey (March 2008): Most expensive cities (Intro) World's most expensive cities (table) Richest cities by personal earnings (table) Richest cities by purchasing power (table
Mercer survey (July 2008): Most expensive cities
EIU survey (2007): Most expensive cities

RICHEST CITIES BY GDP
Introduction 150 richest cities in 2005 150 richest cities in 2020 Europe's richest cities


Most expensive cities in the world
Rank 2008
Rank 2007
Cities
Countries
1
1
Luanda Angola
2
2
Oslo Norway
3
4
Stavanger Norway
4
5
Copenhagen Denmark
5
3
Moscow Russia
6
9
Geneva Switzerland
7
8
Libreville Gabon
8
12
Zurich Switzerland
9
15
Basel Switzerland
10
17
Bern Switzerland
11
14
Helsinki Finland
12
6
Kinshasa Congo
13
13
Tokyo Japan
14
16
Abidjan Cote d'Ivoire
15
18
Yokohama Japan
16
21
Abuja Nigeria
17
11
St Petersburg Russia
18
7
Seoul South Korea
19
27
Paris France
20
20
Nagoya Japan
21
29
Berlin Germany
22
28
Vienna Austria
23
26
Istanbul Turkey
24
10
Central London UK
25
33
Strasbourg France
26
23
Dakar Senegal
27
36
Stockholm Sweden
28
31
Munich Germany
29
30
Kobe Japan
30
37
Rome Italy
31
41
The Hague Netherlands
32
38
Milan Italy
33
40
Brussels Belgium
34
47
Gothenburg Sweden
35
39
Dusseldorf Germany
36
46
Dublin Ireland
37
45
Ankara Turkey
38
62
Tel Aviv Israel
39
59
Jerusalem Israel
40
53
Toulouse

domingo, 29 de julho de 2007

Caminhos de Globalização

O mundo em que vivemos está cada vez mais pequeno e todavia têm que caber nele cada vez mais e mais seres humanos.
Esta "diminuição" do tamanho do nosso mundo, que se faz por via de um acesso quase instantâneo à informação e ao conhecimento do que se passa nos antípodas, é no entanto muito mais aparente do que real.
O conhecimento e a informação não estão assim tão acessíveis como nos querem fazer crer. Na verdade estamos perante um gigantesco jogo de "sombras chinesas", através do qual os "senhores do mundo", autênticos manipuladores da realidade, nos fazem acreditar que:
  • a globalização económica é inevitável e é a solução miraculosa que há-de levar o mundo à salvação;
  • os líderes mundiais estão genuinamente preocupados com o bem estar das populações e disponibilizam toda a informação para que os governados possam fazer as suas escolhas conscientemente;
  • neste movimento inexorável, a diversidade é respeitada e promovida, de tal forma que as diferenças entre todos os seres humanos acabarão por se esbater (veja-se a contradição dos termos).
É devido a estas e outras patranhas da retórica política, que aos poucos a ideologia e o debate das políticas públicas se vão progressivamente esvaziando. Tudo fica submetido à necessidade de "ser pragmático". Tudo se reduz à tecnocracia e a tecnicidade. Esquece-se a "Cidadania" e a "Polis".
Mas será isto inevitável? Terão os cidadãos alguma possibilidade de intervir na vida pública, recuperando as suas margens de liberdade e autonomia?
Penso que sim! Seja através do exercício de actividade e debate político no seio de partidos (nos países onde tal é permitido), seja através do exercício da liberdade de pensamento e partilha desse pensamento, usando as tecnologias disponíveis.
Mas para que esse exercício seja efectivo, consequente e possa promover a mudança, torna-se imprescindível uma aposta firme na Educação das populações. Só a educação pode dar o conhecimento e as competências necessárias para o exercício da cidadania.

É por saberem isso que muitos governos, em todo o mundo, não investem o necessário na educação dos seus cidadãos, garantindo dessa forma a perpetuação de um poder que, podendo ser democrático na sua forma exterior (realização de eleições, alternância de partidos no governo), não o é na prática, pois exclui a maioria da população do acesso consciente e informado às decisões sobre a sua vida.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Soberania(s)


O «Comité de Segurança Aérea Europeu» incluiu a TAAG numa lista de companhias proibidas de voar para e no espaço aéreo europeu.
Alegadamente a TAAG não cumpre as normas de segurança definidas por este comité, o que impede que os seus aviões possam transportar passageiros de e para os vários países europeus (Portugal incluído).
Parece que o problema terá a ver com uma 'queixa' das autoridades francesas, que alegam que os aviões da TAAG não terão os manuais actualizados.
Mas o ponto é que neste mundo globalizado há sempre países 'mais globais' e países 'menos globais'. Assim, os europeus e em particular os britânicos (que nestas coisas de soberania ainda acham que estamos nos tempos do 'Império'), resolveram tomar em relação à TAAG uma posição de força que não tomaram em relação às linhas aéreas indonésias. É que no que aos indonésios diz respeito, os europeus façanhudos 'baixaram a bola' e autorizaram-nos a utilizar os mesmos aviões que não servem quando têm a Palanca desenhada nas asas.


Felizmente, neste caso parece que as autoridades angolanas estão a saber dar a resposta certa. Se não há negócio de transporte aéreo para a companhia nacional angolana entre Luanda e a Europa, então também não haverá negócio de transporte aéreo para as companhias europeias entre as capitais europeias e Luanda.
O tempo da submissão colonial ainda não terminou de todo, uma vez que as pressões neo-coloniais exercidas pelas agências internacionais, pelas multinacionais e pelos governos dos países centrais da tríade EUA/Japão/UE continuam a fazer-se sentir. Mas é bom ver que alguns países do chamado 'terceiro mundo', ou como actualmente passaram a ser designados - PMD (países menos desenvolvidos), começam a saber exercer o seu direito de soberania.
O caso do Irão que não vergou às exigências dos EUA e da UE e manteve o seu programa nuclear é um bom exemplo. Tal como o caso da Venezuela e da sua proposta de criação de uma nova agência para o comércio e exploração de recursos energéticos.
A decisão agora tomada pelas autoridades angolanas, marcando uma posição clara em defesa da sua companhia de bandeira numa das indústrias globais em maior expansão, como é o caso do transporte aéreo, constitui um motivo de orgulho para todos quantos se sentem ligados a Angola, pois representa um acto de afirmação de soberania que é de aplaudir.

RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...