segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022
A ORIGEM DO TOPÓNIMO CABINDA - ALBERTO OLIVEIRA PINTO - LEMBRA-TE, ANGOLA - Episodio 54
Pensar e Falar Angola
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022
Vale do Bero - Vinho da Província do Namibe - Moçâmedes
É com elevada estima que a família M. Murias o convida para a apresentação oficial do primeiro vinho do Namibe,Vale do Bero.
Após uma longa e desafiante caminhada desde a sua implantação a todo o delicado processo produtivo, apresentamos com orgulho um vinho produzido localmente pela família M. Murias aliado com a sabedoria do Enólogo Mário Andrade, que acreditamos culminar em um vinho genuíno.
Aguardamos a confirmação da sua presença.
Com os nossos melhores cumprimentos,
M. Murias
Pensar e Falar Angola
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022
terça-feira, 8 de fevereiro de 2022
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022
HERÓIS DO 4 DE FEVEREIRO HOMENAGEADOS EM MOÇÂMEDES
HERÓIS DO 4 DE FEVEREIRO HOMENAGEADOS EM MOÇÂMEDES
O 4 de Fevereiro de 1961 marcou uma viragem na situação política e social de Angola e criou condições que permitiram aos angolanos lutarem com todos os meios disponíveis, na época, contra o regime colonial português, que dominava o país há cerca de 500 anos.
Para saudar a efeméride, foi realizada em Moçâmedes a cerimónia de deposição de coroa de flores ao Túmulo do Soldado desconhecido, sob presidência da Governadora Provincial em Exercício, Ema Samali da Silva.
Na ocasião, Ema Samali da Silva afirmou que o Início da Luta Armada de Libertação Nacional foi o ponto de partida para a conquista da soberania e Independência de Angola.
A Governadora Provincial em Exercício, considerou importante a valorização dos feitos dos Heróis do 4 de Fevereiro, tendo frisado que os princípios que nortearam os nacionalistas, inspiram as autoridades a desenvolverem acções que visam a melhoria das condições de vida da população.
"Vamos continuar a criar condições para que os Angolanos em geral e as populações do Namibe em particular, tenham resiliência, para que consigam ter meios de subsistência e possam desenvolver as suas actividades produtivas", reafirmou.
A cerimónia de celebração do 4 de Fevereiro, que decorre sob o lema "Angolanos de Mãos Dadas para o Futuro", foi testemunhada pelos representantes dos Órgãos de Defesa e Segurança, Deputados à Assembleia Nacional, Membros do Governo e Sociedade Civil.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2022
terça-feira, 25 de janeiro de 2022
446 LUANDA
A cidade de Luanda está de parabéns. Muito se fez, muito há para fazer no muito que se faz.
Cidade complexa onde se misturou a arquitetura colonial, a desarquitectura mussequeira e o modernismo das altas torres.
Luanda cidade difícil em todos os aspectos, sofrendo desde os seus primórdios com lagoas a terem que ser secas, até aos rios que numa vez por outra em que se transformam as suas ruas. Luanda suporta.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2022
domingo, 23 de janeiro de 2022
sexta-feira, 21 de janeiro de 2022
Mulatos no Brasil e em Angola: uma abordagem comparativa do século XVII ao século XXI
Mulatos no Brasil e em Angola: uma abordagem comparativa do século XVII ao século XXI 1
2018, Lilia M. Schwarcz, Maria Helena P.T. Machado "Emancipação, Inclusão e Exclusão - Desafios do Passado e do Presente"
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2022
segunda-feira, 17 de janeiro de 2022
terça-feira, 11 de janeiro de 2022
O IMPERADOR E O PRÍNCIPE: A PARTICIPAÇÃO DO GOVERNO IMPERIAL BRASILEIRO NA CRISE DINÁSTICA NO REINO DO CONGO. (1857 – 1860).
FERREIRA, Frederico Antonio. O Imperador e o Príncipe: A participação do governo
imperial brasileiro na crise dinástica no Reino do Congo. (1857 – 1860). 220 f. Dissertação
(Mestrado em História). Programação de Pós-Graduação em História. Universidade Federal
Rural do Rio de Janeiro. 2015.
A dissertação busca tratar da Política Externa do II Reinado para as colônias portuguesas na
África, especialmente Angola e adjacências, durante as décadas de 1850 e 1860, período no
qual a historiografia tradicional considera como sendo de pouco ou nenhum contato. Com a
utilização de documentos das chancelarias brasileira, portuguesa e britânica, assim como de
registros escritos por africanos, esta dissertação foca na acusação de participação do cônsul
geral brasileiro, o médico Saturnino de Sousa e Oliveira nos protestos engendrados pelo
príncipe Nicolau de Água Rosada e Sardônia, do Reino do Congo, contra a interferência da
coroa lusitana no processo sucessório no referido Reino, ocorrido entre 1858-1860, assim
como em seu assassinato. Mostrando que apesar do término do tráfico de escravos após 1850
o Estado imperial brasileiro buscava manter vínculos econômicos e políticos na África
Portuguesa apesar do fortalecimento do Estado Colonial português na região e da presença
crescente de outros países europeus.
Palavras-chaves: Brasil Império; Reino do Congo; Diplomacia do 2º Reinado.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022
sábado, 8 de janeiro de 2022
terça-feira, 4 de janeiro de 2022
Feriados em Angola
Feriados de 2022
Dia 4 de Fevereiro - Início da Luta Armada (sexta feira)
Dia 1 de Março - Carnaval (terça feira )
Dia 8 de Março - Dia Internacional da Mulher (terça feira)
Dia 23 de Março- Dia da Libertação da África Austral (quarta feira)
Dia 04 de Abril - Dia da Paz (segunda feira)
Dia 15 de Abril - Sexta feira Santa (sexta feira)
Dia 17 de Abril - Páscoa (domingo )
Dia 01 de Maio - Dia do Trabalhador (domingo)
Dia 17 de Setembro - Dia do herói Nacional (sábado)
Dia 02 de Novembro- Dia dos Finados (quarta feira)
Dia 11 de Novembro - Dia da Independência (sexta feira)
Dia 25 de Dezembro - Natal (domingo)
Prolongados
04 a 06 de Fevereiro
28 de Fevereiro a 01 de Março (ponte)
07 a 08 de Março (ponte)
02 a 04 de Abril (prolongado)
15 a 17 de Abril (prolongado)
11 a 13 de Novembro (prolongado)
segunda-feira, 3 de janeiro de 2022
sexta-feira, 31 de dezembro de 2021
A Nossa África - Ensino e Pesquisa
quinta-feira, 23 de dezembro de 2021
segunda-feira, 20 de dezembro de 2021
quinta-feira, 16 de dezembro de 2021
As Guerras de Libertação e os Sonhos Coloniais
As guerras de Libertação e os Sonhos Coloniais
Maria Paula Meneses e Bruno Sena Martins
(Org.)
As Guerras de Libertação e os Sonhos Coloniais
Alianças secretas, mapas imaginados
Prefácio por Boaventura de Sousa Santos
segunda-feira, 13 de dezembro de 2021
sexta-feira, 10 de dezembro de 2021
As Guerras de Libertação e os Sonhos Coloniais
Maria Paula Meneses e Bruno Sena Martins
(Org.)
As Guerras de Libertação e os Sonhos Coloniais:
Alianças secretas, mapas imaginados
organização
Maria Paula Meneses e Bruno Sena Martins
autores
Amélia Neves de Souto | Aniceto Afonso | Bruno Sena Martins | Carlos de Matos Gomes
Catarina Gomes | Celso Braga Rosa | Maria Paula Meneses | Miguel Cardina
editor
EDIÇÕES ALMEDINA, S.A.
Rua Fernandes Tomás, n.os 76, 78 e 80 – 3000‐167 Coimbra
Tel.: 239 851 904 · Fax: 239 851 901
www.almedina.net · editora@almedina.net
design de capa
fba.
impressão e acabamento
??????
Agosto, 2013
quarta-feira, 8 de dezembro de 2021
A Grande Guerra e a Medicina em África
segunda-feira, 6 de dezembro de 2021
KIMBUNDICES, INDIGENATO E MUSSEQUES - ALBERTO OLIVEIRA PINTO - LEMBRA-TE ANGOLA ep 44
Pensar e Falar Angola
quarta-feira, 1 de dezembro de 2021
Atlas da Lusofonia Angola: a presença portuguesa
Contribuindo para a História de Angola este blog está aberto a todas as informações que tenham lógica e nos pareçam credíveis.
Neste sentido temos vindo a divulgar documentos vários que nos fazem chegar.
Agora partilhamos: Atlas da Lusofonia
Academia. edu
terça-feira, 30 de novembro de 2021
Portugal e as Campanhas de África: da imposição de soberania à Grande Guerra
segunda-feira, 29 de novembro de 2021
sexta-feira, 26 de novembro de 2021
O colonialismo espelhado nas águas do Cunene (1884 - 1975)
Cunene e o coonialismo Simoni Mendes de Paula
Tese submetida ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Santa Catarina, como requisito para a obtenção do título de Doutora em História Cultural.
Orientador: Prof. Dr. Sílvio Marcus de Souza Correa.
segunda-feira, 22 de novembro de 2021
segunda-feira, 15 de novembro de 2021
domingo, 14 de novembro de 2021
Os caminhos de ferro coloniais em Angola e Moçambique (c. 1870 - c. 1915)
Cultura material, progresso, civilização e identidade nacional:
Os caminhos de ferro coloniais em Angola e Moçambique(c. 1870 - c. 1915)1
Resumo
A partir de começos da década de 1870, Portugal iniciou nas
suas colónias ultramarinas um esforço de fomento
semelhante ao que vinha aplicando no território
metropolitano desde 1851. Até às vésperas da Primeira
Guerra Mundial, milhares de quilómetros de carris foram
assentes tanto em Angola como em Moçambique. Neste
artigo, pretendemos analisar este processo de
implementação tecnológica como produtor de uma nova
cultura material. Mostraremos que esta cultura material, que
espelhava as crenças metropolitanas de progresso assentes
na tecnologia, procurou influenciar as populações africanas
locais e as demais nações coloniais europeias. No final,
tentou contribuir para a implementação de uma identidade
nacional na África Portuguesa e para facilitar a colonização
económica e sobretudo cultural dos domínios ultramarinos
nacionais. Para atingir estes objetivos, recorreremos a fontes
textuais diversas (debates parlamentares, relatórios
técnicos, textos de diplomas legais) e a fontes iconográficas,
guardadas em diversos arquivos portugueses e estrangeiros.
Palavras-chave: Nacionalismo Tecnológico. Saint-simonismo.
Colonização. Iconografia.
Hugo Silveira Pereira
Doutor em História pela Universidade do Porto.
Investigador auxiliar no Centro Interuniversitário
de História das Ciências e da Tecnologia
(Universidade NOVA de Lisboa); Honorary
Visiting Fellow no Institute of Railway Studies
(Universidade de York).
Caparica - PORTUGAL
hugojose.pereira@gmail.com
orcid.org/0000-0002-7706-2686
Para citar este artigo:
PEREIRA, Hugo Silveira. Cultura material, progresso, civilização e identidade nacional: Os
caminhos de ferro coloniais em Angola e Moçambique (c. 1870 - c. 1915). Tempo e
Argumento, Florianópolis, v. 11, n. 27, p. 221 - 254, maio/ago. 2019.
DOI: 10.5965/2175180311272019221
http://dx.doi.org/10.5965/2175180311272019221
sábado, 13 de novembro de 2021
Caminho de Ferro de Moçâmedes - História
O caminho de ferro de Moçâmedes: entre projeto militar, instrumento tecnodiplomático e ferramenta
de apropriação colonial (1881-1914)
Hugo Silveira Pereira1
CIUHCT – U. Nova de Lisboa
Institute of Railway Studies – U. York
hugojose.pereira@gmail.com
Resumo: A partir da década de 1880, Portugal decidiu aplicar em Angola o projeto de de-
senvolvimento fontista que vinha implementando na metrópole desde 1850 e que as-
sentava, em grande medida, na construção ferroviária. Depois de o investimento inicial
se dirigir para Luanda e Ambaca, os responsáveis nacionais viraram a sua atenção para
Moçâmedes. Neste artigo, iremos analisar o processo de implementação da ferrovia nes-
te distrito do sul de Angola, desde a década de 1880 até à I Guerra Mundial, em três
momentos diferentes: o processo de decisão, a construção e a exploração. Recorrendo
à bibliografia já existente e a documentação inédita de arquivos portugueses e britâni-
cos, iremos evidenciar as motivações que subjazeram à decisão de construir um caminho
de ferro (tecnodiplomáticas, militares e económicas) e os desafios que se levantaram à
construção e exploração. No final, explicaremos até que ponto as expectativas criadas e
estimativas antecipadas foram efetivamente cumpridas.
Palavras-chave: tecnodiplomacia; Angola; colonização; scramble for Africa
https://drive.google.com/file/d/1HS7eQFtv6R8m6n3mokZVpGk7vo8-GEHw/view?usp=sharing
quinta-feira, 11 de novembro de 2021
46 º Aniversário da Independência de Angola
segunda-feira, 8 de novembro de 2021
domingo, 7 de novembro de 2021
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