sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Vale do Bero - Vinho da Província do Namibe - Moçâmedes





É com elevada estima que a família M. Murias o convida para a apresentação oficial do primeiro vinho do Namibe,Vale do Bero.

Após uma longa e desafiante caminhada desde a sua implantação a todo o delicado processo produtivo, apresentamos com orgulho um vinho  produzido localmente pela família M. Murias aliado com a sabedoria do Enólogo Mário Andrade, que acreditamos culminar em um vinho genuíno.

Aguardamos a confirmação da sua presença.

Com os nossos melhores cumprimentos,
M. Murias

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independência dos países em África

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

HERÓIS DO 4 DE FEVEREIRO HOMENAGEADOS EM MOÇÂMEDES

HERÓIS DO 4 DE FEVEREIRO HOMENAGEADOS EM MOÇÂMEDES
O 4 de Fevereiro de 1961 marcou uma viragem na situação política e social de Angola e criou condições que permitiram aos angolanos lutarem com todos os meios disponíveis, na época, contra o regime colonial português, que dominava o país há cerca de 500 anos.
Para saudar a efeméride, foi realizada em Moçâmedes a cerimónia de deposição de coroa de flores ao Túmulo do Soldado desconhecido, sob presidência da Governadora Provincial em Exercício, Ema Samali da Silva.
Na ocasião, Ema Samali da Silva afirmou que o Início da Luta Armada de Libertação Nacional foi o ponto de partida para a conquista da soberania e Independência de Angola.
A Governadora Provincial em Exercício, considerou importante a valorização dos feitos dos Heróis do 4 de Fevereiro, tendo frisado que os princípios que nortearam os nacionalistas, inspiram as autoridades a desenvolverem acções que visam a melhoria das condições de vida da população.
"Vamos continuar a criar condições para que os Angolanos em geral e as populações do Namibe em particular, tenham resiliência, para que consigam ter meios de subsistência e possam desenvolver as suas actividades produtivas", reafirmou.
A cerimónia de celebração do 4 de Fevereiro, que decorre sob o lema "Angolanos de Mãos Dadas para o Futuro", foi testemunhada pelos representantes dos Órgãos de Defesa e Segurança, Deputados à Assembleia Nacional, Membros do Governo e Sociedade Civil.



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terça-feira, 25 de janeiro de 2022

446 LUANDA

A cidade de Luanda está de parabéns. Muito se fez, muito há para fazer no muito que se faz.
Cidade complexa onde se misturou a arquitetura colonial, a desarquitectura mussequeira e o modernismo das altas torres. 
Luanda cidade difícil em todos os aspectos, sofrendo desde os seus primórdios com lagoas a terem que ser secas, até aos rios que numa vez por outra em que se transformam as suas ruas. Luanda suporta.


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terça-feira, 11 de janeiro de 2022

O IMPERADOR E O PRÍNCIPE: A PARTICIPAÇÃO DO GOVERNO IMPERIAL BRASILEIRO NA CRISE DINÁSTICA NO REINO DO CONGO. (1857 – 1860).


FERREIRA, Frederico Antonio. O Imperador e o Príncipe: A participação do governo imperial brasileiro na crise dinástica no Reino do Congo. (1857 – 1860). 220 f. Dissertação (Mestrado em História). Programação de Pós-Graduação em História. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. 2015. A dissertação busca tratar da Política Externa do II Reinado para as colônias portuguesas na África, especialmente Angola e adjacências, durante as décadas de 1850 e 1860, período no qual a historiografia tradicional considera como sendo de pouco ou nenhum contato. Com a utilização de documentos das chancelarias brasileira, portuguesa e britânica, assim como de registros escritos por africanos, esta dissertação foca na acusação de participação do cônsul geral brasileiro, o médico Saturnino de Sousa e Oliveira nos protestos engendrados pelo príncipe Nicolau de Água Rosada e Sardônia, do Reino do Congo, contra a interferência da coroa lusitana no processo sucessório no referido Reino, ocorrido entre 1858-1860, assim como em seu assassinato. Mostrando que apesar do término do tráfico de escravos após 1850 o Estado imperial brasileiro buscava manter vínculos econômicos e políticos na África Portuguesa apesar do fortalecimento do Estado Colonial português na região e da presença crescente de outros países europeus. Palavras-chaves: Brasil Império; Reino do Congo; Diplomacia do 2º Reinado.

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terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Feriados em Angola

Feriados de 2022

Dia 4 de Fevereiro - Início da Luta Armada  (sexta feira)
Dia 1 de Março - Carnaval (terça feira )
Dia 8 de Março - Dia Internacional da Mulher (terça feira)
Dia 23 de Março- Dia da Libertação da África Austral (quarta feira)
Dia 04 de Abril - Dia da Paz (segunda feira)
Dia 15 de Abril - Sexta feira Santa (sexta feira)
Dia 17 de Abril - Páscoa (domingo )
Dia 01 de Maio - Dia do Trabalhador (domingo)
Dia 17 de Setembro - Dia do herói Nacional (sábado)
Dia 02 de Novembro- Dia dos Finados (quarta feira)
Dia 11 de Novembro - Dia da Independência (sexta feira)
Dia 25 de Dezembro - Natal (domingo)

Prolongados 
04 a 06 de Fevereiro 
28 de Fevereiro a 01 de Março (ponte)
07 a 08 de Março (ponte)
02 a 04 de Abril  (prolongado)
15 a 17 de Abril (prolongado)
11 a 13 de Novembro (prolongado)

sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

A Nossa África - Ensino e Pesquisa

Agradecendo a faculdade que a Academia. edu me dá de ter aceso a alguns documentos, achando eu que os devo partilhar, para um contributo para a História ou para a cultura Geral, eis aqui mais um Documneto:


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quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

As Guerras de Libertação e os Sonhos Coloniais

As guerras de Libertação e os Sonhos Coloniais

Maria Paula Meneses e Bruno Sena Martins
(Org.)

As Guerras de Libertação e os Sonhos Coloniais
Alianças secretas, mapas imaginados

Prefácio por Boaventura de Sousa Santos



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sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

As Guerras de Libertação e os Sonhos Coloniais


Maria Paula Meneses e Bruno Sena Martins
(Org.)

As Guerras de Libertação e os Sonhos Coloniais:
Alianças secretas, mapas imaginados
organização
Maria Paula Meneses e Bruno Sena Martins
autores
Amélia Neves de Souto | Aniceto Afonso | Bruno Sena Martins | Carlos de Matos Gomes
Catarina Gomes | Celso Braga Rosa | Maria Paula Meneses | Miguel Cardina
editor
EDIÇÕES ALMEDINA, S.A.
Rua Fernandes Tomás, n.os 76, 78 e 80 – 3000‐167 Coimbra
Tel.: 239 851 904 · Fax: 239 851 901
www.almedina.net · editora@almedina.net
design de capa
fba.
impressão e acabamento
??????
Agosto, 2013

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

A Grande Guerra e a Medicina em África

Coordenação de
Carlos Filipe Afonso
Vitor Lourenço Borges

Atas do Seminário

Portugal e as Campanhas de África:
da imposição de soberania à Grande Guerra

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quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Atlas da Lusofonia Angola: a presença portuguesa

Contribuindo para a História de Angola este blog está aberto a todas as informações que tenham lógica e nos pareçam credíveis.
Neste sentido temos vindo a divulgar documentos vários que nos fazem chegar.
Agora partilhamos: Atlas da Lusofonia
Academia. edu

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terça-feira, 30 de novembro de 2021

Portugal e as Campanhas de África: da imposição de soberania à Grande Guerra


Coordenação de
Carlos Filipe Afonso
Vitor Lourenço Borges



INSTITUTO DE ESTUDOS SUPERIORES MILITARES

Atas do Seminário

Portugal e as Campanhas de África:
da imposição de soberania à Grande Guerra

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sexta-feira, 26 de novembro de 2021

O colonialismo espelhado nas águas do Cunene (1884 - 1975)


Cunene e o coonialismo Simoni Mendes de Paula

Tese submetida ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Santa Catarina, como requisito para a obtenção do título de Doutora em História Cultural.
Orientador: Prof. Dr. Sílvio Marcus de Souza Correa.


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domingo, 14 de novembro de 2021

Os caminhos de ferro coloniais em Angola e Moçambique (c. 1870 - c. 1915)

Cultura material, progresso, civilização e identidade nacional: Os caminhos de ferro coloniais em Angola e Moçambique(c. 1870 - c. 1915)

Resumo 
A partir de começos da década de 1870, Portugal iniciou nas suas colónias ultramarinas um esforço de fomento semelhante ao que vinha aplicando no território metropolitano desde 1851. Até às vésperas da Primeira Guerra Mundial, milhares de quilómetros de carris foram assentes tanto em Angola como em Moçambique. Neste artigo, pretendemos analisar este processo de implementação tecnológica como produtor de uma nova cultura material. Mostraremos que esta cultura material, que espelhava as crenças metropolitanas de progresso assentes na tecnologia, procurou influenciar as populações africanas locais e as demais nações coloniais europeias. No final, tentou contribuir para a implementação de uma identidade nacional na África Portuguesa e para facilitar a colonização económica e sobretudo cultural dos domínios ultramarinos nacionais. Para atingir estes objetivos, recorreremos a fontes textuais diversas (debates parlamentares, relatórios técnicos, textos de diplomas legais) e a fontes iconográficas, guardadas em diversos arquivos portugueses e estrangeiros. 
Palavras-chave: Nacionalismo Tecnológico. Saint-simonismo. Colonização. Iconografia. 

Hugo Silveira Pereira Doutor em História pela Universidade do Porto. Investigador auxiliar no Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia (Universidade NOVA de Lisboa); Honorary Visiting Fellow no Institute of Railway Studies (Universidade de York). Caparica - PORTUGAL hugojose.pereira@gmail.com orcid.org/0000-0002-7706-2686 
Para citar este artigo: PEREIRA, Hugo Silveira. Cultura material, progresso, civilização e identidade nacional: Os caminhos de ferro coloniais em Angola e Moçambique (c. 1870 - c. 1915). Tempo e Argumento, Florianópolis, v. 11, n. 27, p. 221 - 254, maio/ago. 2019. 
DOI: 10.5965/2175180311272019221 http://dx.doi.org/10.5965/2175180311272019221



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sábado, 13 de novembro de 2021

Caminho de Ferro de Moçâmedes - História

O caminho de ferro de Moçâmedes: entre projeto militar, instrumento tecnodiplomático e ferramenta
de apropriação colonial (1881-1914)
Hugo Silveira Pereira1
CIUHCT – U. Nova de Lisboa
Institute of Railway Studies – U. York
hugojose.pereira@gmail.com

Resumo: A partir da década de 1880, Portugal decidiu aplicar em Angola o projeto de de-
senvolvimento fontista que vinha implementando na metrópole desde 1850 e que as-
sentava, em grande medida, na construção ferroviária. Depois de o investimento inicial
se dirigir para Luanda e Ambaca, os responsáveis nacionais viraram a sua atenção para
Moçâmedes. Neste artigo, iremos analisar o processo de implementação da ferrovia nes-
te distrito do sul de Angola, desde a década de 1880 até à I Guerra Mundial, em três
momentos diferentes: o processo de decisão, a construção e a exploração. Recorrendo
à bibliografia já existente e a documentação inédita de arquivos portugueses e britâni-
cos, iremos evidenciar as motivações que subjazeram à decisão de construir um caminho
de ferro (tecnodiplomáticas, militares e económicas) e os desafios que se levantaram à
construção e exploração. No final, explicaremos até que ponto as expectativas criadas e
estimativas antecipadas foram efetivamente cumpridas.
Palavras-chave: tecnodiplomacia; Angola; colonização; scramble for Africa


https://drive.google.com/file/d/1HS7eQFtv6R8m6n3mokZVpGk7vo8-GEHw/view?usp=sharing


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quinta-feira, 11 de novembro de 2021

46 º Aniversário da Independência de Angola


Angola tornou-se independente a 11 de Novembro de 1975, com a proclamação da Independência Nacional, pelo primeiro Presidente, António Agostinho Neto, busto hoje inaugurado na Cidade de Moçâmedes, Província do Namibe,




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RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...