Pesquisar neste blogue

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Entrevista ao Antigo Chefe da Força Aérea Cubana em Angola


Antigo prisioneiro na Jamba fala dos horrores da guerra
Kumuênho da Rosa| - Hoje


Em entrevista ao Jornal de Angola, o coronel Manuel Rojas Garcia, antigo chefe da Força Aérea Cubana no país, que acabou capturado pela Unita em Outubro de 1987, fala em exclusivo e pela primeira a um jornal nacional sobre o tempo em que esteve sequestrado, até ser libertado em Agosto de 1988. Recorda-se das conversas com Jonas Savimbi e das noites “extraordinariamente escuras” na Jamba. Ele esteve há pouco tempo em Luanda a preparar o lançamento do livro “Prisioneiro da Unita nas terras do fim do mundo” e, impressionado com o desenvolvimento do país, disse não ter dúvidas de que o “maior obstáculo da paz em Angola deixou de existir há dez anos”.

Jornal de Angola - O que recorda do dia em que foi capturado pela Unita?

Manuel Rojas Garcia - Lembro-me de tanta coisa desse dia, que precisava de muitas páginas para escrever o que aconteceu. É um dia que ficou gravado para sempre na minha memória.

JA - Chegou a temer pela vida?



MRG - Nunca. Até àquele dia tinha 32 anos de voo. É muito tempo. Pessoas na minha condição têm que ter uma preparação psicológica muito forte. Nestes momentos não nos ocorre pensar na família ou nos amigos. Temos de lutar pela vida e, claro, sair vivos do acontecimento.

JA - O míssil que atingiu o seu avião era de fabrico americano?

MRG - É verdade. Era um stinger de fabrico norte-americano, mas que a Unita pode ter comprado num outro país, ou nos próprios EUA. Penso que foram as autoridades americanas que deram esse armamento à Unita. Mas isso hoje já não é relevante.

JA - Como viveu o momento em que o avião foi derrubado?

MRG - O míssil stinger tem características muito próprias. Ele segue os pontos de maior temperatura e a maior temperatura no avião, pelo menos o que eu tripulava, fica na parte traseira, onde estão os gases de saída, com uma temperatura de perto de 800 graus. Se estivermos a voar abaixo dos 2.500 metros de altitude, como estávamos, ele apanha e destrói todos os comandos do avião. Depois é como uma viatura que vai em alta velocidade, sem direcção, sem travões e sem que o condutor possa abrir a porta para sair.

JA - Conseguiram ejectar-se?

MRG - Sim. É por isso que estamos vivos. O pára-quedas foi de facto uma grande invenção! Voávamos a uns 900 quilómetros à hora, quando saltámos.

JA - Quando foram atingidos sabia que não tinha hipótese de ser resgatado?

MRG - Na realidade nós tínhamos dois helicópteros perto. Numa base que ficava a uns 40 quilómetros mais ou menos.

JA - Isso dava tempo suficiente para o resgate?

MRG - Mais ou menos. Quando caímos já não olhámos para atrás. Começámos logo a correr e os homens da Unita atrás de nós, disparando. Mas dez minutos depois surgiram os dois helicópteros e os nossos perseguidores tiveram que parar para reagir e isso deu-nos tempo para continuar a fugir, pois sabíamos que eles não estavam ali para brincar. Queriam matar-nos, porque nós também não estávamos ali a despejar rebuçados mas sim bombas e isso deixou-os irritados.

JA - Vocês chegaram a ver os helicópteros que foram em vosso socorro?

MRG - Nas matas os homens desenvolvem o sentido do ouvido. E nós apenas nos demos conta que os homens que vinham no nosso encalço pararam por causa dos helicópteros. Foi muito fogo sobre os aviões que acabaram por se ir embora sem nós. Por isso não tivemos outra escolha senão continuar a correr e com mais força ainda, pois só dependia de nós salvar as nossas vidas.

JA - Foram apanhados quanto tempo depois?

MRG - Dia e meio depois. E não por aqueles homens que vinham em nossa perseguição, mas por um outro grupo que vinha no apoio.

JA - Em que região?

MRG - Foi no Luei, perto do Lucussr, numa região que se chama Galago, onde as nossas tropas tinham um posto de comando avançado. Nós pretendíamos chegar até lá.

JA - Estavam a que distância do posto de comando?

MRG - Estávamos a mais ou menos 40 quilómetros.

JA - Isso significava quanto tempo para estarem a salvo?

MRG - Na selva pode ser um dia de caminhada. É que nós caminhávamos de noite e quando isso acontece é normal que se perca um pouco a orientação. Nós sabíamos que o nosso aparelho tinha caído a 270 graus. E sabíamos que seguindo à esquerda estávamos a ir no sentido Norte. Além disso havia as estrelas que nos ajudaram na orientação e caminhámos bem. Mas com uma escuridão que vocês não imaginam.

JA - Então porque foram capturados?

MRG - Provavelmente por termos caminhado durante o dia. Eu não queria, mas como tinha sofrido graves queimaduras nas pernas, decidimos caminhar de dia. Os ferimentos tornavam quase impossível caminhar de noite, embora também estivesse consciente de que de dia era muito arriscado. Tínhamos que o fazer de noite, porque a noite é escura para nós e também para o inimigo.

JA - Que aconteceu após serem apanhados?

MRG - Houve alguma confusão. O homem que comandava o grupo sacou da pistola e apontou à minha cabeça, perguntou o meu nome e depois disse: você sabe que é prisioneiro da Unita? Eu respondi que sim. Disse que me podia matar e eu apenas encolhi os ombros. Mas o homem afastou a pistola e disse: agora não.

JA - O que lhe passou pela cabeça nessa altura?

MRG - Eu pensei que se levasse um tiro na cabeça não sentiria mais nada. E disse comigo mesmo: que seja! Não tinha medo de morrer dessa forma. O que eu temia era a minha reacção à tortura. Não sabia como havia de reagir se fosse torturado.

JA - O que aconteceu para ser poupado?

MRG - Tivemos a sorte de eles estarem em comunicação com Mavinga, por rádio. Acredito que se não fosse isso e tivéssemos sido capturados por um grupo que não tivesse comunicações, seríamos mortos.

JA - Que recordações tem do tempo em que esteve preso?

MRG - Lembro-me do 11 de Novembro daquele ano em que fomos capturados. A Unita realizava um festival por ocasião do 11 de Novembro, com desfile de tropas e tudo. Soube que naquele dia eles haviam derrotado uma brigada das FAPLA na região do Cuito Cuanavale, por isso estavam contentes. Foi um dia muito agitado na Jamba, muitos jornalistas, muitas entrevistas, muitas conversas com Savimbi e com outros chefes. Lembro-me ainda de quando Savimbi me apresentou aos habitantes da Jamba. O povo estava eufórico e gritava “morte, morte, morte…”. Nunca me esqueço disso. Também não me esqueço das noites na Jamba. Eram extraordinariamente escuras.

JA - Tinha noção do que representava a sua captura?

MRG - Inicialmente não. Era próprio da época, ter um cargo como aquele era quase nada. Por causa de muitas situações éramos todos iguais na tropa apesar do cargo que exercia. Tive a noção da importância da minha situação quando Savimbi disse que tinha estado em Miami. Aí foi um golpe forte para mim, porque não tinha pensado nisso.

JA - Quando é que se apercebeu?

MRG - Depois de Savimbi ter estado nos EUA e falar com cubanos que me conheciam. Eles disseram-lhe que eu não era somente um piloto, que eu era chefe, falaram da minha vida, que tinha estudado na China e na Rússia. Quando voltou à Jamba falou aos generais e depois todas as semanas traziam uma cerveja grande, uma caixa de cigarros e maçãs. E depois quando falei com NZau Puna, ele disse que eu era chefe e que me tinha de dar outro tratamento. Mas eu acho que o homem pensa como vive.

JA - Chegou a conversar com Savimbi?

MRG - Sim. Falámos duas ou três vezes durante horas.

JA - Do que falavam?

MRG - Falávamos sobre política. Lembro que uma vez, na presença de todos os seus chefes militares, perguntei-lhe por que estava contra os russos e os cubanos, se foram eles que ajudaram os movimentos de libertação nacional em África? Não foram os EUA, a França ou a Inglaterra. Ele falava muito sobre o Acordo de Alvor, que era algo que eu não dominava na altura, mas que logo depois passei a interessar-me por compreender o que foram os acordos.

JA - Que informações tinha sobre as negociações para a sua libertação?

MRG - Acredito que a nossa libertação foi uma vontade pessoal de Savimbi. Ele quis, simplesmente. Não houve dinheiro, nem pressão nenhuma sobre ele. Decidiu libertar-nos a pedido de Felix Houphouet Boigny, que era seu grande amigo. Aliás, a Costa do Marfim era a retaguarda segura de Savimbi. A mim disse que queria demonstrar que a Unita também sabia fazer política. E soltou-nos. Tivemos sorte. Foram muitas circunstâncias que se juntaram para que nós fôssemos libertados. Até porque houve muitos pilotos angolanos que foram mortos, alguns sobreviveram, mas a maioria foi morta.

JA - Como era o dia-a-dia dos prisioneiros na Jamba?

MRG - Eles tinham uma organização como os alemães nazistas. Nunca diziam onde estávamos. Andávamos em matas fechadas. Umas vezes via as estrelas, outras apenas escuridão. Eu tinha a sensação de ser não apenas prisioneiro daqueles homens, mas também da natureza.

JA - A sua experiência como piloto militar não lhe permitia saber aonde estava?

MRG - Sim. Sabia que estava no Sul, perto da fronteira com a Namíbia. Depois já me dei conta que estava perto da fronteira com a Zâmbia. Estava a mais ou menos 30 quilómetros da fronteira com a Zâmbia e a 50 quilómetros da Namíbia.

JA - São estes temas que trata no seu livro?

MRG - O livro intitula-se “Prisioneiro da Unita nas terras do fim do mundo”. Não gosto de escrever sobre a guerra, os mortos ou destruição, apesar de ter combatido muito, tanto em Angola como noutros lugares. Mas prefiro descrever, por exemplo, Savimbi, como caminhava, como se vestia, como era a sua voz. E também prefiro não utilizar qualificativos, adjectivos ou rótulos, mas sim fazer reflexões sobre a guerra em si. Porquê a guerra em Angola? De quem era a culpa da guerra em Angola? Porque foram os angolanos que não conseguiram chegar a acordo, por isso digo que a culpa da guerra em Angola foi dos próprios angolanos. A esse propósito reservei no livro um capítulo sobre esse tema, que se intitula reflexões de um prisioneiro.

JA - Essas reflexões tiveram algum condicionamento?

MRG - De certa forma. A um prisioneiro nas minhas condições nada mais restava senão olhar e pensar. Eu já não pensava se seria ou não libertado. Por isso a dada altura decidi começar a pensar noutras coisas, como, por exemplo, o porquê das guerras. Porquê a guerra em Angola. Comecei a reflectir sobre estas coisas.

JA - O que espera alcançar com este livro?

MRG - É um livro em que falo da paz. África é um continente muito rico e é por isso que os países capitalistas o desejam. É por isso que se diz que a terceira guerra mundial vai ser por causa da água. Aqui há muita água. O livro é uma mensagem para que os povos do mundo não deixem colonizar as suas mentes. É necessário que cada povo tenha a sua cultura. O livro é uma mensagem para os angolanos e também para os cubanos olharem a história dos seus próximos. Agora temos a paz, mas quantos tiveram que morrer para isso? Não quero falar de mortes, mas é preciso recordar para que nunca mais aconteça a guerra. Para que nunca mais haja um Savimbi e que nunca mais as ambições pessoais de alguém levem a um povo a lutar entre si.

JA - Lança o livro em homenagem ao décimo aniversário da paz em Angola?

MRG - É uma feliz coincidência. Estava dependente do patrocínio. Mas não deixa de ser importante reflectir nisso. É que o principal obstáculo para a paz em Angola deixou de existir há dez anos.Era a ambição pessoal de um homem que não aceitou os resultados eleitorais e decidiu mergulhar o país na guerra. Converso com amigos angolanos que fazem algumas críticas, mas digo-lhes que dez anos na vida de um povo representam muito pouco. O MPLA encontrou em 1975, analfabetismo, muitas doenças, falta de médicos, muita fome. Esses problemas não podiam ser resolvidos com a guerra tão atroz que foi imposta aos angolanos. Só depois dos acordos de paz é que foi possível trabalhar com força para atacar os problemas.

JA - Com que impressão ficou ao regressar a Angola mais de duas décadas depois?

MRG - Escrevi sobre o Cuito Cuanavale da época em que cá estive, há 25 anos. E agora ao regressar visitei centros infantis e escolas. Vi crianças a brincar e vi o futuro. Sinceramente, valeu a pena lutar. Compreendo que haja pessoas que criticam, mas se acompanharmos o crescimento de uma criança quase nem notamos as várias etapas que ela atravessa. Mas se ficarmos alguns anos afastados, temos um susto quando olhamos para essa criança. Ela cresceu e mudou tanto, que às vezes nem a reconhecemos.

JA - Foi isso que sentiu quando regressou a Angola?

MRG - Sim, foi isso. Houve mudanças profundas. Hoje podem dizer que as Universidades não estão boas, que falta isto e aquilo, mas até há bem pouco tempo nem sequer existiam universidades. Agora andamos por essa Angola e vemos bandeiras a sinalizar escolas. Isso é cultivar conhecimento, é o futuro do país que está ali.

JA - Como vê o processo de reconciliação entre os angolanos?

MRG - Em África existem poucos exemplos de acordos de paz duradouros. Infelizmente é assim. Mas em Angola a paz veio para ficar. Isso quer dizer que a política de reconciliação nacional está correcta. É muito importante que não haja mais guerra, mortes e tudo de mau que havia aqui. Era horrível e estou certo que nenhum angolano quer que este tempo volte. Quando o povo fica entretido, guerreando entre si, os capitalistas gostam, porque se o povo está em guerra fica incapaz de discernir. Eles aproveitam-se das questões de classe para dividir. Por isso os jovens têm que ler e conhecer a História do seu país. Em relação a isso recordo-me sempre das palavras de um camarada quando disse que as guerras são momentos trágicos para a vida dos povos, tanto na derrota como na vitória.



Pensar e Falar Angola
Enviar um comentário

Nuvem

Angola na Imprensa (1772) música (399) jornais (324) Ágora (247) livros (228) F.Pereira (221) Historia de Angola (218) pintura (208) opinião (206) cultura (186) Luanda (116) desporto (114) fotografia (104) Território (74) literatura (73) africa (64) vídeo (64) culinária (60) Angola (55) Saúde (55) arte (55) escritores (55) reconstrução (54) Fauna (52) arquitectura (52) humor (51) personalidades (50) reciclagem (50) partidos políticos (49) turismo (49) Namibe (48) CAN2010 (47) futebol (46) energia (44) Luis Sá Silva (43) publicidade (43) Filatelia (42) Gastronomia Angola (42) Poesia (42) Cinema (41) economia (41) automobilismo (40) fotos (40) LAC (39) gastronomia angolana (37) sociologia (37) musica (36) Luanda Antena Comercial (35) POLITICA (34) valdemaribeiro (34) eleições (33) ensaios (32) Construção (31) visitando blogues (29) 95.5 (28) Elinga Teatro (28) informação (27) Girabola (26) eleições 2012 (26) Podcast (25) Lubango (24) automóveis (24) blogs (24) dança (24) teatro (24) Companhia de Dança Contemporânea de Angola (23) política (23) basquetebol (22) bonecas (22) futebol angolano (22) rádio (22) CDC (21) cronicas . ensaios (21) imprensa (21) sabores (21) Angola em fotos (20) Natal (20) Ondjaki (20) educação (19) notícias (19) frutas (18) Huambo (17) artesanato (17) cronicas (17) eventos (17) GP3 (16) debate político (16) festas (16) Benguela (15) Cozinha Angolana (15) Independência (15) Lobito (15) Parques Naturais (15) Presidente José Eduardo dos Santos (15) Sala de Música (15) curiosidades (15) receitas (15) Agostinho Neto (14) CASA-CE (14) EDUCAÇAO (14) entrevista (14) fotos antigas (14) Bloco Democrático (13) Companhaia de Dança (13) Rui Ramos (13) animais de Angola (13) 4 de Fevereiro (12) Angola descrita (12) Angola-Brasil (12) F.Quelhas (12) José Mena Abrantes (12) Solidariedade (12) comércio (12) memória (12) texto de leitor (12) viagens (12) áudio (12) Afrikya (11) Cabinda (11) Huila (11) José Rodrigues (11) Rádios Angolanas (11) agenda cultural (11) ambiente (11) ciência (11) escravatura (11) flora (11) kuduro (11) pessoas (11) Comentário (10) Jazz (10) Paulo Flores (10) Ruy Duarte de Carvalho (10) afrobasket (10) aniversário (10) escultura (10) estórias (10) futuro (10) geografia (10) malária (10) população (10) postais (10) povos (10) prémios (10) taag (10) unita (10) 27 de Maio (9) Huíla (9) Mateus Gonçalves (9) Palancas Negras (9) cplp (9) exposição (9) paludismo (9) pobreza (9) CAN2008 (8) Café da Manhã (8) Carnaval (8) Jorge António (8) Pepetela (8) SOCIOLOGIA POLÍTICA (8) Sérgio Conceição (8) baía de Luanda (8) comboio (8) feriados (8) gentes (8) património (8) selecção de Angola (8) transporte (8) viagens no tempo (8) Festas do Mar (7) João Melo (7) Luandino Vieira (7) Malange (7) Marcolino Moco (7) O País (7) Rui Mingas (7) SIDA (7) efemérides (7) ensino (7) falecimento (7) festival de teatro (7) heróis (7) percussão (7) Abel Chivukuvuku (6) Bom Dia - Bom dia (6) CAN2012 (6) Hóquei (6) Luisa Fançony (6) MPLA (6) ajuda (6) andebol (6) campanha eleitoral (6) chuva (6) colecção cartazes (6) filme (6) moda (6) sociedade (6) 4ª Conferência sobre Mulher e Desporto (5) Cartoon (5) Chá de Caxinde (5) Eleições em Notícia (5) FILDA (5) Luena (5) Mário Pinto de Andrade (5) Nelson Mandela (5) antiguidades (5) caminhos de ferro (5) contos (5) convite (5) crianças (5) cultos (5) desenho (5) dia de África (5) diversão (5) documentos (5) estradas (5) liberdade (5) lusofonia (5) o nosso Povo (5) petróleo (5) televisão (5) valdemar ribeiro (5) 25 de Abril (4) A Escola da Música (4) A Guerra (4) ADRA (4) Adams Kiluanji Smiths (4) Ana Clara Guerra Marques (4) André Mingas (4) Brasil (4) CFB (4) Capas de singles angolanos (4) Comemorações da Independência de Angola (4) Constituição (4) Diplomáticos (4) Duo Ouro Negro (4) Elias Dya Kimwezo (4) Expo 2010 (4) Fundação Sindika Dokolo (4) IIº Festival Internacional de Teatro e Artes (4) Jornal de Angola (4) N'gola Ritmos (4) Okutiuka (4) Ouvir Angola (4) Paulo Jorge (4) Pensar e Falar Angola (4) Raul do Rosário (4) Saurimo (4) Sónia Ferreira (4) Trincheira Firme (4) agricultura (4) arquitectura popular (4) colares (4) corrupção (4) desportos (4) ecologia (4) etnografia (4) hoquei em Patins (4) internet (4) media (4) medicina (4) moeda (4) tradição (4) urbanismo (4) África (4) Ana Paula Tavares (3) António Jacinto (3) Baía dos Tigres (3) Caminhos de Ferro de Moçâmedes (3) Catumbela (3) Cuito Cuanavale (3) Denudado (3) Dia Mundial da Dança (3) Dia da Mulher (3) Dia do Herói Nacional (3) Ernesto Lara Filho (3) Filipe Mukenga (3) Homenagem (3) INFRAESTRUTURAS (3) Interclube (3) Investimentos (3) Jogos Olímpicos (3) Jorge Kalukembe (3) José Eduardo Agualusa (3) Justino Pinto de Andrade (3) Kudijimbe (3) Lino Damião (3) Manifesto (3) Manuel Victória Pereira (3) Mosquito (3) Mulheres de Angola (3) Mundial de Hóquei (3) Mário Tendinha (3) Patrício Batsîkama (3) Paulo Araujo (3) Pedroto (3) Prémio Maboque (3) Pérolas (3) Ricardo Teixeira (3) Rock Angolano (3) Teta Lando (3) Universidade (3) Yuri da Cunha (3) adivinhas (3) autores (3) candomblé (3) cidadania (3) coleccionismo (3) comunicação (3) conselhos (3) curso (3) david oliveira (3) democracia (3) deputados (3) desastre (3) desenvolvimento (3) design textil (3) dia da Independência (3) e-mail (3) elinga (3) empreendorismo (3) empresa (3) engenharia (3) estatística (3) estudantes (3) exportação (3) formação (3) globalização (3) governo (3) história natural (3) ideias (3) imobiliário (3) indústria (3) jornalismo (3) kuanza-Sul (3) legislação (3) lingua portuguesa (3) linguas (3) livro (3) mel gambôa (3) negritude (3) poesia lusófona (3) polícia (3) rios (3) trabalho (3) ||| Trienal de Luanda (3) 11 de Novembro (2) 1º de Maio (2) 3º ano (2) A Matéria do Tempo (2) Agostinho André Mendes de Carvalho (2) Agualusa (2) Andulo (2) Angola no Afrobasket2013 (2) António Ole (2) Arlindo Barbeitos (2) Assembleia Nacional (2) BD (2) Beatriz Salucombo (2) Belita Palma (2) Bonga (2) Bonga Kwenda (2) CHAN (2) CUBE RECORDS (2) Café Negro (2) Cambambe (2) Campeonato do Mundo de Hóquei (2) Cangandala (2) Caála (2) Comissão Nacional Eleitoral (2) Correia Adão (2) Cuca (2) DTA (2) Divagações (2) Dog (2) Dog Murras (2) Don Sebas (2) Elinga Bar (2) Encontro (2) Estudos Angolanos (2) Estúdio de Actores (2) FAO (2) FBaião (2) FIC (2) FLEC (2) Festival Internacional de Jazz (2) Festival Internacional de Rock do Huambo (2) Festival de Cinema (2) Filipe Zau (2) Formula 3 (2) Fortaleza de Luanda (2) Fotografias (2) Fotografias de Angola (2) Francisco Vidal (2) Gustavo Costa (2) Helena Justino (2) Helena Magalhães (2) Hospital Pediátrico David Bernardino (2) Isabel dos Santos (2) Januário Jano (2) João Arrmando (2) João Baptista Vieira Lopes (2) Kilamba (2) Kwanza Norte (2) Leba (2) Lev'Arte (2) Luís Damião (2) Lúcio Lara (2) Mampuya (2) Mangovo (2) Manifestações (2) Manuel Ruy Monteiro (2) Margarida Paredes (2) Mbanza Congo (2) Mia Couto (2) Micaela Reis (2) MinhaAngola (2) Monza (2) Mucuio (2) Museu de História Natural (2) Nara (2) Nelo Teixeira (2) Neves e Sousa (2) O Blog Realmente Aberto (2) Online (2) Palácio de Ferro (2) Papa Bento XVI (2) Paulo Jazz (2) Paulo de Carvalho (2) Pedras Negras (2) Prémio Nacional da Cultura (2) Reacreativo do Libolo (2) Recordações (2) Reginaldo Silva (2) René Pélissier (2) Roderick Nehone (2) Rosa Coutinho (2) Rádio Ecclesia (2) SIEXPO (2) Sabby (2) Salvador Correia (2) Samakuva (2) Sambizanga (2) Savimbi (2) Sonangol (2) Sumbe (2) TPA Internacional (2) Tchokwé (2) Terra (2) Tio Liceu (2) Togo (2) Tonspi (2) Uíge (2) Valdemar Bastos (2) Viriato da Cruz (2) Visita de Estado (2) Viteix (2) Yaru Cândido (2) advogados (2) alimentação (2) angolanidade (2) antropologia (2) artes plásticas (2) aviação (2) bebidas (2) biodiversidade (2) ciclismo (2) cidades (2) conhecimento (2) contestação (2) direitos e deveres (2) divulgação (2) educ'arte (2) escola (2) espectaculo (2) feira (2) fim de ano (2) fome (2) governação (2) herois (2) hino (2) instrumentos (2) kimalanga (2) kizomba (2) legislativas (2) leis (2) marginal (2) negócios (2) pensamentos (2) pesca (2) provérbio (2) racismo (2) religião (2) reportagem (2) resultados eleitorais (2) revistas (2) toponimia (2) transporte aéreo (2) trânsito (2) vias de comunicação (2) vistos (2) Álvaro Macieira (2) óbitos (2)  Zé Pestana Namibe Angola em fotos (1) "O Ocaso dos Pirilampos". (1) 04 de Abril (1) 1 de Maio (1) 15 de Março (1) 1º de Agosto (1) 2006 (1) 2008 (1) 2011 (1) 2012 (1) 2014 (1) 95 (1) A Poesia Angolana noa Caminho Doloroso da História (1) A Orfã do Rei (1) A Safra (1) ANGOLATELECOM (1) Acordos Luso-Angolanos (1) Acordos de Paz de Bicesse (1) Actores (1) Acácio Barradas (1) Adolfo Maria (1) Adriano B. de Vasconcelos (1) Adriano Botelho de Vasconcelos (1) Adriano Mixinge (1) Adriano Sebastião (1) Aeroporto Internacional de Luanda (1) Afrologia (1) Alda Lara (1) Alda do Espírito Santo (1) Alfabetização (1) Aline Frazão (1) Allende (1) Ana Dias Lourenço (1) Ana Paula dos Santos (1) Angola 74 (1) Angola Avante (1) Angola Rural (1) Angola e NBA (1) Angolares (1) Animação (1) António Kassoma (1) António Magina (1) António dos Santos (1) Anália de Victória Pereira (1) Apartheid (1) Apostolado (1) Artur Nunes (1) Assassinato (1) Associação 25 de Abril (1) Associação Kalu (1) Autódromo (1) Bahia (1) Baixa de Cassange (1) Banda (1) Banda Desenhada (1) Banda Maravilha (1) Before Crush (1) Benfica (1) Bienal (1) Bilhete de Identidade (1) Bimbe (1) Bié (1) Black Soul (1) Boas Fertas (1) Bruno M (1) COI (1) COSISA (1) CPJ (1) CRONICAS ENSAIOS (1) Cabo Ledo (1) Caleidoscópio (1) Calos Alberto Mac-Mahon de Vitoria Pereira (1) Cangola (1) Caotinha (1) Carlos Alberto Mac-Mahon de Vitoria Pereira (1) Carlos Ferreira (1) Carlos Ferreirinha (1) Carlos Morais (1) Carteira do Artista (1) Casa 70 (1) Casa do Gaiato (1) Casa do Gaiato de Benguela (1) Cavaqueira no Poste (1) Cesaire (1) Cesária Évora (1) Chia KMK (1) Chibia (1) Chiwale (1) Cinema Atlântico (1) Comité Olímpico (1) Companhia de Teatro Dadaísmo (1) Companhia de Teatro Gente (1) Congresso (1) Cooperação Luso Angolana (1) Corte-Real Pereira (1) Costa Andrade (1) Cuba (1) Cubal (1) Cunene (1) Cónego Manuel das Neves (1) DNIC (1) Dalila Cabrita (1) David Zé (1) Death Metal Angola (1) Demósthenes (1) Dharmasena Pathiraja (1) Dharmasena Pathirajad (1) Dia da Mulher Africana (1) Dia de Camões (1) Dia internacional da Criança (1) Direitos Humanos (1) Direitos de autor (1) Discurso do Presidente Agostinho Neto (1) Dondo (1) Doutoramento (1) Drepanocitose (1) Duarte Ferreira (1) EXPO 2012 (1) Edgardo Xavier (1) Edite Soeiro (1) Eiffel (1) Embaixada de Angola em Portugal (1) Embaixador (1) Eng. Fernando Falcão (1) Espaço SIEXPO (1) Estórias de Angola (1) Etel Ferrão (1) Eugénio Costa Almeida (1) ExameAngola (1) Expo 2008 (1) FAA (1) FC Bravos do Maquis (1) FIL (1) FNLA (1) Fernando Baião (1) Fernando Laidley (1) Fernando Pacheco (1) Fernando Tavares Pimenta (1) Festival da Canção (1) Filhos da Pátria (1) Flávio Ferrão (1) Ford (1) Forum Angolanao (1) Força aérea (1) Fragata de Morais (1) Francisco Costa Andrade (1) Frases (1) Frei João Domingos (1) Frutos de Angola (1) Fundo de Solidariedade Lwini (1) Fátima Roque (1) Gabela (1) Gana (1) Gari Sinedima (1) Gastronomia Angolana (1) General Pakas (1) Graciano António Manuel Kalukango (1) Granito (1) Grupo Lareira (1) Grupo Pitabel (1) Grupo de Reflexão da Sociedade Civil de Angola (1) Guiné-Bissau (1) Gustave (1) Gustavo da Conceição (1) Gás (1) Helder Mendes (1) Henrique Artes (1) Herberto Helder (1) Hinos partidários (1) Holden Roberto (1) INESAAODH (1) INOVAR (1) Icolo e Bengo (1) Imbondeiro (1) Inocência Mata (1) Inscrições (1) Iraldo (1) Irina Vasconcelos (1) Isaura Maria da Conceição Epanda (1) Ismael Mateus (1) J.M.Coetzee (1) Jacinto Lemos (1) Jandira Sassingui (1) Jeremy Xido (1) Jerónimo Belo (1) Joaquim Furtado (1) Jodi Burch (1) Jomo Fortunato (1) Jonh Bela (1) Jordi Galcerán (1) Jorge De Palma (1) José Chaves (1) José Luis Mendonça (1) José Marcos Mavungo (1) José Maria Chaves (1) José Redinha (1) João Jorge Xavier (1) João Kassinda (1) João Soares (1) Kalandula (1) Kalumba (1) Kambumbe Lodje (1) Kandjila (1) Kaparandanda (1) Kate Hama (1) Kifangondo (1) Kiluanji Kia Henda (1) Kinaxixe (1) Kito Kimbenze (1) KuBass (1) Kuanza (1) Kuduro International Conference (1) Kwanza (1) LODGE (1) Lambarena (1) Levy César Marcelino (1) Lilly Tchiumba (1) Lito Vidigal (1) Loanda (1) Luanary (1) Luanda Maputo (1) Luciano António (1) Lucira (1) Lugares (1) Luis Fernando (1) Luis Rosa Lopes (1) Lulendo (1) Lunda (1) Luz Veio (1) Luís Fernando (1) M'pty Head (1) MOVICEL (1) Maianga (1) Mano a Mano Produções (1) Manucho (1) Manuel Agostinho Salvador Ribeiro (1) Manuel Ennes Ferreira (1) Manuel Rui (1) Mara Dalva (1) Mara Manuela Cristina Ananaz (1) Maria Esperança Pascoal (1) Maria Mambo Café (1) Maria Rita (1) Massalo (1) Matála (1) Mayamba Editora (1) Memória de uma alcoólica (1) Menha Ma Zumbi (1) Menongue (1) Mestre Humberto (1) Miguel Anacoreta Correia (1) Miguel Barros (1) Miguel Zenón Quartet (1) Ministros de Angola (1) Miss Angola 2007 (1) Miss Mundo (1) Miss World (1) Monami (1) Morro Maluco (1) Morro da Luz (1) Morro da Maianga (1) Movimento Estudantil Angolano (1) Movimento X (1) Moçambique (1) Muanamosi Matumona (1) Mucubais (1) Mulher Desporto África 2008 (1) Murras (1) Museu Nacional de História Natural (1) Musongué da Tradição (1) Mutamba (1) Mário Guerra (1) MárioPalma (1) NASCAR (1) NEBLINA (1) Nastio (1) Ngolamirrors (1) Nito Alves (1) Njinga Rainha de Angola (1) Nossangola (1) Nzila (1) Nástio (1) Nástio Mosquito (1) O Moringue (1) O Método de Groholm (1) O Preço do Fato (1) O Rock Lalimwe Eteke Ifa (1) O Submarino Angolano (1) ONG (1) ONU (1) Orfanato (1) Orlando Sérgio (1) Ortopedia (1) Os Lambas (1) Ottoniela Bezerra (1) PENSAMENTO (1) PTNETangola (1) Pangueia Editora (1) Parlamento (1) Pauko Flores . música (1) Paulo Araújo (1) Paulo Capela (1) Paulo Kussy (1) Pedrito do Bié (1) Pedro Pinote (1) Petro (1) Photosynth (1) Processo dos 50 (1) Projecto Perpetuar (1) Prémio José Saramago (1) Quarta-feira (1) Quimbele (1) Quitexe (1) RNA (1) Rafael Marques (1) Raid Cacimbo (1) Raid TT (1) Rainha Ginga (1) Rainha Nzinga (1) Raul David (1) Recreativo da Caála (1) Ricardo Abreu (1) Rio Kuanza (1) Ritmo e Cultura (1) Robert Hudson (1) Roberto Ivens (1) Rocha Pinto (1) Romi Anauel (1) Ruca Van-Dúnem (1) Rui Almeida (1) Rui Costa (1) Rui Monteiro (1) Rui Tavares (1) Ryszard Kapuscinski (1) Rádio Luanda (1) S.Tomé e Príncipe (1) SISTEC (1) Samba (1) Santocas (1) Sexta-feira (1) Silerstone (1) Silverstone (1) Simão Toco (1) Sita Valles (1) Slide de fotografias (1) Soyo (1) Suzana Inglês (1) Sérgio Guerra (1) Sérgio Mabombo (1) TEDxLuanda (1) Taekwondo (1) Tantã Cultural (1) Tchivinguiro (1) Terra dos Sonhos (1) Toke (1) Tomaz Jorge (1) Toty Semedo (1) Traumatologia (1) Tribunal de Contas (1) Trienal de Luanda (1) Tv (1) TvZimbo (1) Té Macedo (1) Tômbwa (1) UEA (1) UNITEL (1) União de Escritores Angolanos (1) Urbano de Castro (1) VIH/SIDA (1) VUM-VUM KAMUSASADI (1) Victor Gama (1) Vítor Burity da Silva (1) Waldemar Bastos (1) Welwitschia Mirabilis (1) Wilker Flores (1) Xadrez (1) Xá de Caxinde (1) Yonamine Miguel (1) You Failed... Now We Rule!!! A Nossa Vez!!! (1) Zeca Moreno (1) Zé Pestana Namibe Angola em fotos (1) abacate (1) acidentes (1) acordo ortográfico (1) agradecimento (1) alambamento (1) alfandega (1) angolano lá fora (1) antologia poetica (1) anuncio (1) anúncio (1) arbitrariedade (1) baleia (1) bancos (1) bandeira (1) barack obama (1) baía (1) biblioteca (1) bicicleta (1) borboletas (1) brancos (1) cacusso (1) capacitação (1) carta aberta (1) casamento (1) cine art angola (1) clima (1) cogumelos (1) colóquios (1) combustível (1) comunidades (1) concertos musicais (1) concurso fotografia (1) contador (1) contrafacção (1) convívio (1) cooperação desportiva (1) crónicas (1) cursos (1) desalojados (1) desarmamento (1) descolonização (1) desgraça (1) design grafico (1) desporto paralímpico (1) dia do pai (1) dimantes (1) dinheiro (1) doclisboa 2012 (1) doença do sono (1) dvd (1) e--books (1) emprego (1) encontro mulheres angolana (1) escr (1) estorieta (1) explicação (1) expressão dramática (1) f (1) facebook (1) famílias (1) feira do Livro (1) feminismo (1) feministas (1) ficção (1) fiscalidade (1) floresta (1) fm (1) fábulas (1) férias (1) gora (1) graffiti (1) hobby (1) humor angolano (1) idolos (1) igreja (1) iniciativa (1) intercâmbio (1) interrupção (1) investigação (1) jindungo (1) jo (1) justiça (1) juventude (1) kalulu (1) kamussekele (1) kassekele (1) kimbos (1) kit surf em Angola (1) lendas (1) luto (1) línguas nacionais (1) militares (1) minas (1) minas de prata (1) miss Universo (1) modernização (1) mosca tsé-tsé (1) motas (1) muamba (1) música. fotos antigas (1) narrativa (1) natação (1) nação negra (1) negros (1) néo-liberalismo (1) o mundo (1) off-road (1) parabens (1) passados. estórias (1) passatempo (1) pecuária (1) pensar (1) perdidos e achados (1) piri-piri (1) poe (1) porto de Luanda (1) povo (1) primeira-dama de Angola (1) prisões (1) prédio Cuca (1) qualificação das pessoas (1) ra (1) raça (1) recuperação (1) refugiados (1) registo eleitoral (1) renovação (1) repatriamento (1) restaurantes (1) san (1) segurança (1) sem etiqueta (1) seminário (1) soberania (1) surf em Angola (1) taxis (1) telecomunicações (1) todo o terreno (1) tragedia (1) tripanossomíase (1) turtulhos (1) twitter (1) técnica (1) um livro. solidariedade (1) valdemar F. Ribeiro (1) vfr (1) vigarices (1) violência (1) voz (1) youTube (1) «ANGOLA: A TERCEIRA ALTERNATIVA» (1) Álvaro Ascenso (1) Álvaro Mateus (1) Óscar Ribas (1) ética (1) ídolos (1)