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A mostrar mensagens de 2016

HABEMUS PhD EM DIREITO.

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HABEMUS PhD EM DIREITO.
Angola soma e segue. Depois de mais um título das nossas meninas do andebol, Angola recebe mais um PhD: É Marcolino Moco, defendeu no dia 12 de Dezembro de 2016, pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, a tese de doutoramento:  "Contribuição para uma apreciação jus-internacional da integração regional africana" Marcolino José Carlos Moco foi Primeiro Ministro de Angola, É licenciado e mestre em Direito pela Universidade Agostinho Neto. Entre o mestrado e o doutoramento foi professor e director da Faculdade de Direito na Universidade Lusiada de Angola. Natural da Província do Huambo, planalto central de Angola, . aldeia de Chitue, no Ekunha – antiga Vila Flor. Descende de uma importante linhagem de chefes tradicionais, um dos quais foi Tchítue, fundador da aldeia onde nasceu. O seu título é com certeza dedicado ao seu pai, um dos sobas mais influentes do grupo etnolinguístico Ovimbundu, falecido há exactas duas semanas. Parabéns Angola!!!
P…

Franck Lundangi

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Pensar e Falar Angola

A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER E OS DIREITOS HUMANOS

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A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER E OS DIREITOS HUMANOS
Caras Companheiras,
A afirmação do direito à igualdade na perspectiva jurídico-política que assiste à mulher é um entendimento que decorre da dignidade da pessoa humana subjacente ao conceito de Estado democrático de Direito. Na medida em que  a maior parte dos países hodiernamente aderiu ao conceito, trata-se de um modelo organizacional de Estado que estrutura as relações com o cidadão na base de princípios recíprocos de direitos de deveres,  estes  atendem a ideais específicos dos quais se destaca o da igualdade. A igualdade de tratamento entre os cidadãos apresenta-se, assim, como um dos princípios estruturantes dos chamados Estados democráticos de direito e historicamente mostra uma longevidade, no conjunto dos demais, ao mesmo tempo que se manifesta também como o mais versátil. Daí que apesar da exigência de igualdade de tratamento entre cidadãos é possível vislumbrar as chamadas políticas de discriminação positiva que no caso concreto…

11 de novembro

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Pensar e Falar Angola

Angola: 41 anos após a independência: o que há ainda por fazer?

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Hoje é dia de Festa: 41 anos de Nação. Os angolanos têm um país que faz hoje os seus 41 primeiros anos. Entre Guerras, inventonas, perseguições, adulterações e outras convulsões todos somos conscientes de que valeu a pena.  Se calhar grande parte do País não se recorda, ou simplesmente não sabe, o nome dos Pioneiros da Nação, a História da Luta de Libertação, a História pré-Independência.   Hoje é dia de Festa, mas não é dia de esquecer o que ainda falta fazer, o que deveria estar feito e não está, a transparência que se exige nos dias de hoje, num mundo que ser quer justo e igualitário. Hoje é dia de Festa e valeu a pena.

Pensar e Falar Angola

Recreativo do Libolo e a Taça de Angola

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O Recreativo do Libolo tenta na sexta-feira conquistar a Taça de Angola de futebol, na final que disputa frente ao Progresso do Sambizanga, depois de falhado o objectivo de vencer o Girabola. A 14.ª final da competição está agendada para às 16h de 11 de Novembro, feriado nacional que assinala os 41 anos da independência do país e acontece poucos dias depois de terminado o campeonato de futebol da primeira divisão, em que o Recreativo do Libolo terminou em terceiro lugar, atrás do Petro de Luanda e do novo campeão, o 1.º de Agosto. Apesar de falhar a reconquista do título (2014 e 2015), o treinador da equipa, João Paulo Costa, recusa ver a presente época como um falhanço, e ainda com a final da taça para disputar. “Falarmos em fracasso, acho que é demasiado pesado para aquilo que é o nosso contexto actual, para o carácter dos jogadores que ficaram. Foi isso que fizemos todos e, logicamente, não estamos satisfeitos, porque o objectivo que tínhamos era sermos campeões. Mas não foi tão n…

As 1ªs Jornadas Científicas do ISCAH

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INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DE ADMINISTRAÇÃO E HUMANAS ISCAH


As 1ªs Jornadas Científicas do ISCAH 09 e 10 de Novembro de 2016
Damos as boas vindas a todos os convidados, docentes, investigadores e estudantes universitários, funcionários dos Ministérios de Ensino Superior e de Ciência e Tecnologia, assim como as instituições parceiras, empresas e organizações que têm ligação às ciências de administração e humanas e aos estudantes finalistas do Ensino Médio. Sejam todos bem-vindos as 1ªs Jornadas Científicas do ISCAH, Instituto Superior de Ciências de Administração e Humanas (ISCAH), que visam consolidar o trabalho de investigação científica, debater questões relacionadas com as reflexões de cada curso face aos desafios da sociedade angolana e cumprir com o seu cronograma de actividades, programadas para 2016. Estas jornadas ciêntifícas decorrerão sob o lema: “Reflexões sobre as ciências de administração e humanas face aos desafios da sociedade angolana.
Objectivos: 1.Fazer uma reflexão…

a arte de contar histórias

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REPOSIÇÃO DA PEÇA “CECI N’EST PAS UNE PORTE”

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REPOSIÇÃO DA PEÇA “CECI N’EST PAS UNE PORTE”

Ainda no âmbito da celebração do seu 25º Aniversário, a Companhia de Dança Contemporânea de Angola apresenta, em reposição, CECI N’EST PAS UNE PORTE, uma peça sobre a condição humana, as suas fobias e prisões psicológicas. Esta peça, que é também um protesto pela falta de teatros em Luanda, é um hino ao surrealismo, ao caos e à hipocrisia em que vive mergulhado um mundo em que, cada vez mais, o que se vê não é o que aparenta ser. Dentro de caixas os bailarinos disputam o espaço, pretendendo dizer: “Isto não é um teatro! As caixas não são uma janela. E a porta não é o que aparenta ser. A sobrevivência é um facto!” Com coreografia de Ana Clara Guerra Marques e Nuno Guimarães, esta obra será apresentada no Camões-Centro Cultural Português. Os espectáculos, classificados para maiores de 12 anos, terão lugar do dia 12 ao dia 16 de Outubro, às 19.30 H (de 4ª a Sábado) e às 18.30 H (Domingo). Os bilhetes serão vendidos no local da apresentação, ao…

O novo desafio dos advogados angolanos - Reginaldo Silva

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O novo desafio dos advogados angolanos
REGINALDO SILVA·TERÇA-FEIRA, 4 DE OUTUBRO DE 2016
Foi pela mão dos advogados, mais exactamente da direcção da Ordem dos Advogados de Angola (OAA) que teve a amabilidade de me convidar para "botar faladura" na sua Vª Conferencia Nacional, que estive recentemente pouco mais de 24 horas na cidade do Lubango, onde já não punha os pés, garantidamente, há cerca de 30 anos.
A minha história com o Lubango remonta à primeira metade dos anos 70, quando a minha mãe decidiu sair de Luanda e levar toda a sua família para aquela cidade à procura de melhores condições de vida e sobretudo, de um outro ambiente mais salutar, para eu e os meus três irmãos estudarmos, uma vez que na capital as coisas não iam nada bem em matéria de aproveitamento escolar.
Não sei como é que fiquei tanto tempo sem voltar ao Lubango, mas lembro-me perfeitamente que nos últimos dez anos, já com a paz alcançada, sempre que, estando em Benguela, pensava em prolongar para sul o turi…