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A mostrar mensagens de Novembro, 2008

(42) - Ágora - Acácias que floriam em Álamos- Luanda 17/10/08

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No dia 9 de Outubro de 1978, falecia Jacques Brel, uma das muitas vozes, que acordou muita consciência, e as levou a trilhar o caminho do inconformismo.Brel, tem temas que são intemporais, e que marcaram o canto de intervenção, numa fase primária, do tempo em que as palavras e as músicas começavam a desafiar os poderes e a ideologia instalada.Foi um militante de causas em toda a sua vida, e apoiou muitos desconhecidos intérpretes, que na fuga à repressão nos seus países o procuravam para que os apoiasse nos seus projectos, e quiçá nalgumas utopias.Entre os muitos que receberam esse apoio de Brel, conta-se o homem do Huambo, Luis Cília, que para a editora Chants du Monde, faz o seu trabalho Portugal-Angola: Chants de Lutte, disco esgotadíssimo, com uma capa coberta de fotos que ilustravam os desmandos do mando colonial em Angola.Não era para vir a propósito, mas já que se falou em Brel ou Cília, lembrei-me de falar de Luis Filipe Colaço, o próprio colaborador deste jornal, que de uma f…

Sábado Musical

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Pensar e Falar Angola

AJAPRAZ

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A Associação dos Jovens Angolanos Provenientes da República da Zâmbia (AJAPRAZ) fez hoje, quinta-feira, uma entrega de 13 toneladas de bens alimentares e brinquedos ao Hospital Esperança da capital.
No momento da entrega dos bens alimentares, o presidente da AJAPRAZ, Bento Raimundo, explicou que é mais um gesto de solidariedade a estender-se ao Hospital Esperança, na qual irá apoiar o dia Mundial de Luta Contra a Sida, visto que Angola e os governantes mundiais estão preocupados com esta endemia de formas a estanca-la. Fonte: portalangop 27/11/2008







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Chinatown, Africa

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Um grande obrigado a MarianaVanZeller por me ter dado a possibilidade de conhecer esta optima peça jornalistica que acabou de estrear na Current Tv dos Estados Unidos de América.
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Há literatura em África

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E boa, acrescento. Por mais que esta afirmação seja óbvia, ainda existem muitas pessoas que ignoram a produção literária do continente africano. Muita gente ainda acredita que África é apenas safáris, tribos exóticas, aventuras no deserto e recordações do passado. Assim num mero acaso me veio parar às mãos "Angola e Moçambique – Experiência Colonial e Territórios Literários", da professora Rita Chaves. O livro é uma resenha de ensaios e artigos que retratam a literatura de Angola e Moçambique. Do passado colonial português e com uma história marcada profundamente por mandos e desmandos da metrópole européia, Angola e Moçambique criaram autores que procuraram a construção, aparentemente utópica, de uma identidade nacional. Com uma linguagem clara e direta, sem apoiar-se na estrutura hermética comum em muitos textos acadêmicos, a professora Rita Chaves faz, por exemplo, uma leitura brilhante da obra de Pepetela, o escritor mais famoso e premiado do país. A autora traz também u…

Morena de Angola

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"Morena de Angola" - pintura de Cláudia Regina.


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Filomena Cabral

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Escritores Angolanos - Raul David

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Bio-bibliografia:

Raul David nasceu em 1918 na cidade da Ganda, província de Benguela. Fez os estudos primários na cidade natal onde passou a infância. Frequentou o seminário católico de Ngalangui. Iniciou a sua actividade literária aos 45 anos de idade. Mas estreia-se aos 57 anos, já no alvorecer da independência. Publicou Colonos e Colonizadores (1974), Escamoteados na Lei (1987), Cantares do nosso Povo,versões escritas de cantos e poemas em língua Umbundu (1987) Narrativas ao Acaso (1988), Ekaluko lya kwafeka ( 1988) Crónicas de Ontem para ouvir e contar (1989), Da Justiça Tradicional nos Umbundos (ensaio) (1997).
A leitura de toda a sua obra permite detectar a existência de um fio condutor que aponta para a predominância da narrativa-testemunho, apesar das incursões que realiza nos domínios da poesia oral em versões escritas e da ensaística. Mesmo assim está subjacente uma intenção de transmitir um conhecimento que, tendo-lhe chegado pela via…

Uma vez por outra eu comento

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As eleições democráticas foram há quase 3 meses. A organização nacional vai-se fazendo. Para uns muito lentamente, para outros rapidamente, demais até. Agora é necessário reorganiizar a sociedade civil e fazê-la actuar na vida do país.
A informação está a melhorar com os novos orgãos em papel que têm surgido, falando-se noutros meios de som e de imagem a aparecer em breve, e com isto melhora-se a organização civil.
Terminada a guerra a sociedade civil tem de ajudar o Estado, tem de contribuir para que este Estado consiga ter capacidade de reconstruir-se, tem de ter capacidade reivindicativa/fiscalizadora.

Por isso saúdo o incío da 2ª Conferência Angolana da Sociedade Civil, fazendo votos para que hája uma verdadeira diferença entre Sociedade Civil e Estado.

A segunda Conferência Angolana da Sociedade Civil debateu hoje, no seu primeiro dia, a questão do mecanismo de coordenação das organizações da Sociedade Civil em Angola, representatividade e legitimidade.
Estão reservados para os últi…

Angola na Imprensa (6)

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A educação em análise no novo livro de António Burity da Silva
Reflexões sobre o processo de formação sustentada de Angola
Filipe Zau Tal como Luanda, onde ocorre a grande maioria dos actos culturais deste teor, também Benguela não deixa de ser uma cidade emblemática. Foi porto escoadouro de escravos para a Europa e para o novo mundo, especialmente, para o Brasil, quando este país ascendeu à independência, em 7 de Setembro de 1822. Foi em Benguela, mais propriamente, no Forte de S. Filipe, que, na sequência do “Grito do Ipiranga”, foi dado o primeiro grito de independência por um oficial do exército, que era um nativo “Filho do País”. Tratava-se do tenente-coronel Francisco Pereira Diniz, um homem negro, natural de Benguela, que comandava as companhias de linha da capitania e dirigiu o movimento, que hasteou a bandeira do café e, do tabaco. Foi, em Dezembro de 1869, fundada a província de Angola, como resultado da união dos reinos do Ndongo e de Benguela, no mesmo ano em que ocorreu a a…

Thó Simões

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Pinturas de Thó Simões

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(41) - Ágora - O Incontornável Dr. Videira - Luanda 09/10/08

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Um determinado indivíduo estava na barra do tribunal acusado de ter chamado "filho da p...", com todas as letras que nós conhecemos, a um outro que então se queixava. O advogado de acusação, o Dr. Videira, pedia punição severa, como era seu hábito. O outro causídico, na pele de advogado de defesa, dizia que, afinal, "filho da p..." não era ofensa... que era assim a modos que... uma palavra que se dizia, que entrava no vocabulário normal... que era só uma expressão que já era vernácula, normal... O bom do Dr. Videira ia ouvindo... ouvindo... e... nada, não mexia um músculo da cara. Até que o Juiz, admirado com a passividade, o interrogou mesmo. - Será que a acusação não tem nada a dizer? E o Dr. Videira, com o ar de bonacheirão que sempre teve... foi dizendo: - Claro que não, meritíssimo. Depois da brilhante defesa que o "filho da p..." do meu colega fez... que é que eu posso dizer? E o outro: - Senhor Dr. Juiz... Senhor Dr. Juiz...o meu colega Videira está …

Sábado Musical

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Tenda das letras

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Quarta "Tenda das Letras" será sábado e domingo na escola 147

Luanda - Cinco escrirotes angolanos estarão sábado e Domingo na IVª Tenda das Letras, para uma sessão de autográfos e manter contactos com o público, a ter lugar na escola do Iº nível 147, nos combatentes, em Luanda.

Os escritores John Bela, autor do livro "Zamba o rei sou eu", Cremilda de Lima, "Balão vermelho", Tazuary Keita "A minha pulseira de ouro", Noqui Nogueira "Sinais de Sílabas" e António Fonseca "Contos de antológias" estarão sábado e Domingo na referida tenda, com estes e outros dos seus livros.

Segundo Gabriel Cabuço, membro da organização da Tenda, estarão igualmente expostos e a venda livros de diversas editoras e livrarias do país, das 10h às 17h destes dois dias.

A actividade insere-se no programa Novembro Cultural, do Instituto Nacional do Livro e do Disco.

A terceira Tenda das Letras teve lugar nos dias 15 e 16 deste mês. ANGOP

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Nova Imprensa

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Aos poucos vai-se constituindo um leque que permite uma maior e, consequentemente, uma melhor escolha na informação prestada aos angolanos.
A juntar ao diário Jornal de Angola, ainda uma referência (com as devidas reticencias e consequente necessidade de filtragem), aos semanários de difícil leitura porque pecam duma impressão gráfica incipiente, porque serão muitas vezes fruto de 'carolice', porque são edições marcadamente políticas, têm aparecido uma nova imprensa, apoiada numa maior força económica, que desejamos venha a vingar para lá da fase inicial, para lá dos foguetes de lançamento. Há necessidade de não esquecer que informação é cultura.
Em tempos saudámos o NOVO JORNAL, hoje, com algum atraso saudamos o O País e a segunda edição do Angola In.

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Neves e Sousa, Pintor de Angola

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Capa de uma publicação para a Nestlé enviado por Rodrigues Vaz, a quem agradecemos a colaboração.

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ANMAP

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Pensar e Falar Angola

Angola na Imprensa (5)

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As fortes chuvas que desde Outubro se têm feito sentir em Angola já fizeram quatro mortos e deixaram desalojadas quase cinco mil pessoas, anunciou ontem o Serviço Nacional de Protecção Civil (SNPC).
A época das chuvas só começou há um mês e já deixou estragos avultados, principalmente nas províncias do Cuango-Cubango, Uige, Zaire, Kuanza Sul e Kuanza Norte e também Moxico.
A província do Uige, além de ter sido palco para duas das quatro mortes, viu cerca de 1800 pessoas ficarem desalojadas. Já em Luanda-Norte 738 famílias ficaram sem casa.

A Protecção Civil apoiou as pessoas que ficaram desalojadas recebendo-as no centro de abrigo e providenciando apoio alimentar. O SNPC pôs em prática algumas acções no sentido de minimizar os efeitos negativos das chuvas e que assentam principalmente no resgate e transporte das pessoas em perigo para locais mais seguros. No que diz respeito a acções de prevenção, foi levada a cabo uma campanha de sensibilização da população para que evitem zonas de mai…

CLAUDIO VERSIANI

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Festival de Cinema

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Festival Internacional de Cinema de Luanda







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Jornadas médicas

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JÁ FOI
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Taag Hiace

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