quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

O passado repete-se



De alguns anos para cá que tem sido assim.
As chuvas vêm e fazem das suas, e quando se vão, vêm ELES dizer que já nos preparamos e no próximo ano será diferente.

E assim sucessivamente até que...

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Mundial de Andebol

Francisco Eduardo Jornal de Angola
Selecção apura-se para os quartos -de -final
Angola assegurou ontem o oitavo lugar do campeonato do Mundo de Andebol sénior feminino ao vencer a Macedónia por 33-25 na penúltima jornada da fase de grupos, disputada na Salle les Arenes, em Metz. Apesar de faltar ainda um jogo, nesta fase, Angola já pode começar a preparar-se para enfrentar nos quartos-de-final a Alemanha, ou mesmo a Hungria, em caso de vitória das pupilas de Gerónimo Neto, amanhã diante da Rússia, actual campeã em título.
Uma vitória no jogo a eliminar, correspondente aos quartos-de-final (frente à Alemanha) catapulta automaticamente Angola para as meias–finais, do campeonato do Mundo. Por tudo que Angola jogou até agora, as expectativas são enormes, pois os “experts” não hesitam em considerar que as campeãs africanas possuem estaleca e motivação redobradas para enfrentar qualquer dos colossos do Andebol mundial. Ontem, o jogo começou equilibrado, como ilustra o resultado de 10-10, aos 20 minutos mas as campeãs africanas acertaram a sua defesa e lançaram a partir daí o seu eficiente contra-ataque apoiado que marcou a diferença, ao longo de todo encontro. Perante um adversário praticamente fora dos quartos-de-final e com poucos argumentos para enfrentar o poderio das comandadas de Gerónimo Neto, o sete nacional enfrentou no entanto, algumas dificuldades e esteve a perder aos 23 minutos por 10-12.
O empate chegou aos 26 minutos, com um remate fulminante de Belezura mas a toada de parada e resposta continuou até que Marcelina Kiala marcou e estabeleceu o resultado de 16-14. Mesmo em cima dos 30 minutos, uma penetração de Ilda Bengue permitiu às angolanas chegar ao intervalo a vencer por 17-14. O combinado nacional teve o mérito de gerir a vantagem na segunda metade, terminando o jogo com o “score” final de 33 - 25.
Com esta vitória Angola ocupa o terceiro lugar do grupo e, em princípio deverá cruzar com a Alemanha, segunda colocada do “Grupo II” qualificativo aos quartos-de-final. O dia de hoje é reservado ao descanso das equipas e amanhã Angola defronta a Rússia, enquanto a França, nossa concorrente directa ao terceiro posto, joga contra a Noruega.
FICHA TÉCNICA
Salle les Arenes em Metz. Sob arbitragem da dupla japonesa F. Liu e S. Liu, as equipas alinharam como se segue:
ANGOLA – Odete Tavares, Maria Pedro e Cristina Branco (Guarda – redes); Teresa Joaquim (1), Ilda Bengue (7), Filomena Trindade (2), Bombo Ca­landula, Nair Almeida (7), Rosa Amaral (1), Isabel Fernandes (5), Marcelina Kiala (6), Luísa Kiala (3), Natália Bernardo e Cilízia Tavares (1). Oficiais: Geró­nimo Neto, Albertino de Oliveira, Sebastião Lemos e Teresa de Sousa.
MACEDÓNIA – Olga Kolesnik e Tanja Andrjeva (Guarda – redes); Robertina Mecesvka, Natasa Koce­vska, Anzela Platon (1), Elena Gjorgjievska, Daniela Noveska, Valentina Radu­lovic (6), Natalija Todo­rovska (6), Julija Portjanko (2), Biljana Crvenkoska (3), Dragana Pecevska (4), Marina Lambevska (2) e Mirjeta Bajramovska (1). Oficiais: Ljubomir Savevski, Ivan Bojkov, Rubinco Srbinovski e Angel Velkov.









Pensar e Falar Angola

Edificio para escritórios

Baía Park




Pensar e Falar Angola

Reserva Parcial de Luiana

Origem - Estabelecido como Reserva Parcial a 17-09-1966.
Classificação - Reserva Parcial, IV.
Localização - Província de Cuando-Cubango, 550 km a sul de Menongue, Terras do Fim do Mundo. Faz fronteira com a Zâmbia e a Namíbia.
Área - Ocupa 8.400 km².
Limites Geográficos - 16 11' a 17 53' de Latitude Sul e 22 10' a 23 26' de Longitude Este.
Limites Naturais - Limitado a Norte pela Picada que vai de Bambangando, Simbundo, Chitangua, Cata até ao marco 17. Limitado a Leste pela linha de Fronteira com a Zâmbia do marco 17 até ao marco das 3 fronteiras. Limitado a Oeste por uma linha recta de Bambangando até ao marco 10 e a Sul pela linha da fronteira com a Namíbia do marco 10 até ao marco das 3 fronteiras.
Descrição - A Reserva contem planícies extensas e grandes pântanos, com uma altitude que vai dos 970 aos 1.024 metros. A temperatura média anual é de 20,6°C e a humidade de 77%. O mês mais frio é Julho, com uma média de 14,5°C, e o mais quente é Outubro, com 24,2°C. Chove em média 92 dias por ano e a humidade relativa é de 51%.
Os dois tipos de vegetação principais são a floresta aberta de árvores ricas em frutos secos e savana com algumas árvores, xanatos, dispersas.
Os Mamíferos existentes na Reserva são a onça, a hiena, o mabeco (Lycaon), o texugo, o leão, o elefante, o rinoceronte negro, o hipopótamo, a inhala (Kobus ellipsiprymnus - cabra de água), o puku , o chango (Redunca redunca), o topi, a impala, o oribi, o steenbok (Raphicerus campestris), o lechwe (Kobus leche), o búfalo e o olongo (Strepsiceros strepsiceros - kudu).

O avestruz (Struthio camelus) e o secretário (Bugeranus carunculatus) são as aves mais abundantes.


http://www.cpires.com/angola_parques.html






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sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Só imagem






Pensar e Falar Angola

Se...


"Se em Angola e Moçambique houvesse 20 ou 30 milhões de negros, o problema para nós seria extremamente grave; ainda bem que essas populações são tão reduzidas. Eu não sei se isto resultou da exportação que se fez para o Brasil; se foi isso, ainda bem que se fez essa exportação."


Fonte: Kaulza de Arriaga in O problema estratégico português




TEXTO SECUNDÁRIO




Pensar e Falar Angola

Escritores Angolanos - Viriato da Cruz



Nasceu em Kikuvo, Porto Amboim em 1928. Fez os estudos liceais em Luanda. Considerado um dos mais importantes impulsionadores de uma poesia regionalista angolana nas décadas de 40 e 50, e da actividade política dos poetas que permaneceram em Angola, foi Secretário Geral do MPLA, durante os primeiros anos da década 60.
Saíu de Angola em 1957 e em Paris foi juntar-se a Mário Pinto de Andrade, tendo desenvolvido intensa actividade política e cultural.
Depois de ter abandonado a liderança do movimento de libertação nacional, veio a falecer na China em 13 de Julho 1973.
Publicou Poemas (1961). Entre os seus textos poéticos, destacam-se Namoro, Sô Santo e Makézu.

http://www.nexus.ao/kandjimbo/viriato_cruz.htm







Pensar e Falar Angola

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Roque Santeiro - entre a ficção e a realidade







A história do mercado Roque Santeiro, considerado um dos maiores do continente africano, está transcrita no livro "Roque Santeiro - Entre a Ficção e a Realidade", da autoria do docente universitário Carlos M. Lopes, a ser lançado hoje às 18 horas, na Universidade Católica, em Luanda.
Na apresentação dessa obra literária, o escritor angolano e prémio Camões 1997, Artur Pestena dos Santos "Pepetela", escreve que "Roque Santeiro - Entre a Ficção e a Realidade" estuda o nascimento do mercado com todas as suas envolventes económicas, sociais e políticas da época e as razões que o fizeram prosperar.
"Vai descrevendo, com números e opiniões diversas à mistura, o bulício e a actividade desse formigueiro humano que, a um momento dado, tinha um peso muito grande na vida dos luandenses (...). O Roque é (...) um exemplo da criatividade do espírito angolano, da sua enorme habilidade na luta contra a carência e o sofrimento e, também, da capacidade de inventar dos luandenses (...)", escreve o apresentador da obra.
Continua escrevendo que o Roque Santeiro, como mercado, está condenado, pois o livro será um requiem contado antecipadamente. "De forma analítica, pérola concentrando em si muitas horas de trabalho, de cansaço e de suor, pó compactado pelas caminhadas do autor entre odores, gritos, vozes, ritmos, amores e desgraças de muita gente. Roque Santeira - Entre a Ficção e a Realidade será um dia um documento histórico, sabemo-lo antecipadamente. Nada mau, para começar".
Carlos Lopes, mestre em Desenvolvimento Económico e Social em África, é docente no mestrado de Estudos Africanos do ISCTE e na licenciatura de Desenvolvimento Comunitário do ISPA. O autor tem vindo a debruçar-se sobre diversas áreas de investigação, nomeadamente desenvolvimento económico/economia urbana; economia informal/urbanização nos países em desenvolvimento e África Subsahariana/Palop/Angola/Moçambique.





Fonte: Jornal de Angola









Roque Santeiro - Entre a Ficção e a Realidade
Autor(a):
Lopes, Carlos
Data: 2007, Novembro
ISBN: 978-989-8131-01-0
N. Páginas: 272
Formato: 165 x 240cm










Pensar e Falar Angola

Reserva Natural do Ilhéu dos Pássaros




Origem - Estabelecida como Reserva Natural Integral a 21-12-1973.
Classificação - Reserva Natural Integral, IV.
Localização - Situada 8 km a sul de Luanda.
Área - Ocupa 1,7 km².
Limites Geográficos - 08 55 45" a 08 56 23" de Latitude Sul e 13 08 01" a 13 08 42" de Longitude Este.
Limites Naturais - Limitada a Norte pela faixa marítima dos 80 metros, desde o marco 1 do foral de 1966 até à ponta do Caluca. Limitada a Oeste pela faixa marítima desde a ponta de Caluca até à foz do Rio Mondo, seguindo o seu curso até à estrada E.N. Benguela-Namibe. A Nordeste é limitada por uma linha quebrada que liga os marcos farol 5, 4, 3, 2 e 1. A Sul é limitada pela berma norte da estrada EN-6, marco 5 do farol de 1966, berma da estrada e uma linha recta que vai daqui ao marco 5 do farol de 1966.
Descrição- É uma pequena ilha com 17 km², que sofre inundações periódicas, pelo que o tipo de vegetação predominante são os mangais. A temperatura média anual é de 24.6°C e a humidade de 80%. Os meses mais frios são Julho e Agosto, com uma média de 20.7°C. Março é o mês mais quente, com 27.4°C.
Chove em média 54 dias por ano, num total de 449mm.

Existem poucos mamíferos, mas há muitos tipos de aves migratórias, palmípedes e pernaltas.


http://www.cpires.com/angola_parques.html




Pensar e Falar Angola

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Luanda - futuro

ERA ASSIM


Ao longo da Baía estão ainda em curso dragagens, prevendo-se também a abertura de um canal navegável e, entre outras movimentações, a descontaminação do local.
De acordo com o "Notícias Lusófonas", dois anos, até ao final de 2009, é o prazo estimado para a conclusão das obras da frente terrestre, que coincidirá com a finalização global do projecto "Baía de Luanda". O concurso internacional para esta nova dimensão já foi lançado e as propostas deverão ser recebidas até Fevereiro próximo. A requalificação e o reordenamento urbano da área de intervenção, está, agora, na finalização da segunda fase da empreitada da obra marítima, que enquadra a dragagem do canal na zona sul da Baía de Luanda para o alargamento da Avenida 4 de Fevereiro. Os trabalhos de dragagem e aterro em curso, abrangem uma área que vai desde o início da Ilha do Cabo (local de maior alargamento devido à futura construção do viaduto no nó da Fortaleza) até ao Posto de Informação, localizado em frente ao Largo do Baleizão, explica uma nota da entidade promotora. Esta fase marítima dos trabalhos que está prestes a ser concluída tem este mês de Dezembro como limite, consubstanciando ainda a construção de um aterro no interior da Baía da Chicala destinado a suportar parte das infra-estruturas do futuro viaduto no nó da Fortaleza. Até ao momento estão finalizadas duas fases do projecto na área marítima, que são a abertura do canal e a constituição do aterro no prolongamento do Largo 17 de Setembro, a recuperação e limpeza das estações de bombagem e do sistema de recolha de esgotos da marginal, incluindo a dragagem e aterro que estarão concluídos nas próximas semanas. A responsável pela área de comunicação do projecto "Baía de Luanda", Catarina Sierra, revelou que no global o projecto vai custar 135 milhões de dólares (91,5 milhões de euros).








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Rainhas fazem história


A selecção faminina angolana pela 1ª vez na segunda fase do mundial, agora segue-se a França.

O Mundial de Andebol feminino ficará para a história da modalidade em Angola.
Pela primeira vez, a Selecção passou a primeira fase da prova e está entre as doze melhores do Mundo. As angolanas são rainhas de África há uma década, preparam-se para disputar o campeonato continental da modalidade em Janeiro, mas por enquanto vão dando cartas em França. A vitória de terça-feira frente à República Dominicana confirmou a equipa orientada por Gerónimo Neto na segunda fase, na qual vai defrontar a primeira classificada do Grupo A, a anfitriã França.

O Mundial angolano iniciou-se com uma derrota frente à Noruega, campeã do mundo em 1999 e uma das candidatas a vencer a prova deste ano. Apesar da derrota, a formação angolana foi elogiada pela coragem evidenciada em campo. Angola saiu com um resultado negativo de 32-26, mas com boas indicações para a partida seguinte.

Esse jogo, com a Áustria, viria a ser decisivo e Angola arrancou uma exibição enorme. Para aspirar à qualificação para a segunda fase, as angolanas tinham de vencer a equipa europeia. Conseguiram-no, num jogo em que entraram de forma demolidora, com Marcelina Kiala a deitar abaixo a defesa contrária, ajudada pela guardaredes Odete Tavares – 18 defesas na partida, uma eficácia de 48 por cento!

A veterana Ilda Bengue, 33 anos, também teve papel importante, e à medida que o tempo passava, Angola não só aumentava a vantagem, como também já tinha ganho o público francês, que ficou de boca aberta com o desempenho das rainhas de África. O jogo terminou com 33-22 para as angolanas.

Frente à República Dominicana foi apenas “cumprir calendário”. A superioridade de Angola foi natural, perante uma equipa que se estreou em mundiais. Desde o primeiro minuto que se percebeu que Angola sairia vencedora do encontro, e os números finais só confirmam essa ideia: 41-20.

A França também é uma das candidatas ao título, e Angola terá de saber lutar não só com a equipa adversária, mas também com o forte apoio que os franceses vão dar à selecção gaulesa. A tarefa é complicada, mas não há impossíveis.

Fonte: Maisfutebol Angola
(edição de 06 de Dezembro 2007)


Pensar e Falar Angola

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Constrói Angola 2007


Um grupo imobiliário de Amarante - Taminvest – vai investir 230 milhões de dólares (160 milhões de euros) em Angola em dois empreendimentos habitacionais e turísticos de grande dimensão. São dois loteamentos com alguns milhares de habitacões, unidades de comércio, equipamentos desportivos e recreativos, que vão gerar dois empreendimentos de luxo, a construir próximo das cidades de Benguela (Blue Ocean) e de Luanda (Bom Jesus).
A promoção e comercialização dos empreendimentos serão feitos pela Taminvest Angola SA, que se instalou há menos de dois anos no mercado angolano em parceria com uma empresa local, a Propar-Projectos e Participações SA.
O empreendimento de Luanda (cerca de dois mil fogos), na província de Bengo, a cerca de 5 quilómetros do novo aeroporto da capital angolana, representa um investimento de 80 milhões de dólares em infra-estruturas, a edificar numa área de 550 hectares. A área de construção prevista é de 66 hectares.
Por seu turno, o Blue Ocean (Praia Azul) – foto da maqueta em cima –, nos arredores de Benguela, tem previsto mais de 300 hectares de área edificável (cinco mil habitações de várias tipologias), a implantar em terrenos com mais de 1.300 hectares.
O investimento neste empreendimento de luxo, que fica situado a 18 quilómetros de Benguela e inclui serviços de hotelaria, um campo de golfe e uma marina, é de 150 milhões de dólares.Compreende lotes para habitação multifamiliar, em banda ou geminada, unifamiliar e ainda a custos controlados.
Os dois projectos imobiliários foram apresentados no mercado angolano na semana passada – durante a quinta edição da Constrói Angola 2007, em Luanda, onde o Blue Ocean ganhou o prémio de melhor empreendimento de Angola.




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e a temperatura vai subindo...

Escritores Angolanos - Amélia Dalomba

Amélia Dalomba, nasceu em Cabinda aos 23 de Novembro de 1961.


Tem exercido actividades profissionais em diversas áreas do jornalismo, nomeadamente radiofónico e de imprensa. Publicou poemas e artigos no Jornal de Angola. Presentemente prossegue os estudos superiores de Psicologia. É uma das poucas vozes femininas que no nosso meio literário demonstra um relevante interesse em trazer contribuições novas para a poesia angolana. A sua dicção poética insere-se, até este momento, numa das correntes visíveis entre os autores da Geração das Incertezas, a chamada Geração de 80. Tal tendência ou corrente manifesta-se através de um ostensivo tratamento estético da relação que se estebelece entre o homem e a mulher. Nota-se o recurso a um despojamento vocabular denso do ponto de vista semântico, resultando daí aquilo a que poderia denominar uma poética corporal.



Sobre a poesia desta autora, Manuel Rui diz: "No sentir, o laboratório dos sentidos para escrita, percebe-se à primeira vista, que é mesmo feminino". Amélia Dalomba é membro da União dos Escritores Angolanos em cujos corpos gerentes tem ocupado diversos cargos.
Publicou: Ânsia (1995) e Sacrossanto Refúgio (1996)

http://www.nexus.ao/kandjimbo/dalomba.htm







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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

BRUCUTUS




Pensar e Falar Angola

Estreia de documentário sobre Angola

KUDURO, FOGO NO MUSEKE
Um documentário do realizador Jorge António
Com Dog Murras, Tony Amado, SeBem, Fofandó, Puto Prata, Noite & Dia
Portugal / Angola, 2007 – 52 minutos

“Kuduro, Fogo no Museke” é a 2ª parte de uma trilogia que o autor dedica à musica angolana, iniciada em 2005 com Angola – Histórias da musica popular. A partir das questões; O que é o Kuduro? Porquê este nome? Porquê tanta polémica?,
Jorge António oferece-nos um retrato social e cultural de uma nova geração, através de um género musical que ultrapassou fronteiras e se tornou já um fenómeno internacional.



Dia 6 (Quinta) - Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, Lisboa, 21.30
Dia 7 (Sexta) - Cinema Passos Manuel, Porto, 22.00
Dia 9 (Domingo) - Auditorio Vila do Conde, 21.30









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domingo, 2 de dezembro de 2007

Plano Urbanístico Luanda Norte (parte 2)








(clique na imagem para ampliar)



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Micaela Reis é a segunda mais bela do mundo!












A angolana Micaela Reis classificou-se em segundo lugar no concurso de beleza feminina Miss Mundo que decorreu sábado passado, dia 1 de Dezembro, na ilha de Hainan, situada na parte meridional da China.

Na etapa final da disputa Zi superou a angolana Micaela Reis, segunda classificada; a mexicana Carolina Morán, ficou em terceiro;

Micaela Reis chegou a miss-Angola depois de ter ganho o concurso que elegeu a mais bela angolana em Portugal. Nos últimos anos, as candidatas angolanas ocupavam já posições prestigiosas quer nos concursos Miss Mundo quer no Miss Universo.

A edição deste ano contou com a participação das 106 mulheres mais belas do planeta e mais de dois biliões de telespectadores acompanharam em directo a transmissão em duzentos países.

O concurso de Miss Mundo deste ano foi dedicado à luta contra a VIH-Sida -Aids, cujo Dia Mundial é comemorado a 1 de Dezembro, e antes da decisão final do júri, as 106 participantes cantaram no palco, entre enormes laços vermelhos, uma canção contra a doença.

Coincidindo com o dia mundial do combate ao VIH-Sida, os organizadores convidaram uma filha de Nelson Mandela, devido ao engajamento da respectiva família no combate contra a pandemia.

A imprensa oficial chinesa havia informado que os hotéis receberam a orientação de colocar preservativos em cada quarto em resposta ao aumento assustador de casos de Sida na capital da China.

De 19 anos de idade, Micaela Reis, tem 1,75 metros, e foi eleita Miss Angola/2007, em acto realizado no Cine Atlântico, em Luanda, em Dezembro de 2006.

Micaela Reis, é também embaixadora da Boa Vontade na luta conta o HIV-Sida.

A sucessora de Micaela Reis será conhecida no próximo dia 14 do corrente.

Para ver um blogue não oficial feito em Angola e de homenagem a Micaela Reis clique aqui.

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sábado, 1 de dezembro de 2007

Preguiça e motivação

"As condições da mão-de-obra indígena dificilmente se modificariam, por ser difícil, se não impossível, tirar ao indígena, na sua terra, o hábito da ociosidade, inveterado durante séculos por condições normais de vida"


Fonte: Relatório de José Cabral, governador de Angola, 1910.

Foto: Tonspi


"A pretensa preguiça do preto é quase sempre o resultado da sua subalimentação ou da sua pouca saúde. É preciso que tenha razões para se interessar pelas tarefas que se lhe impõem ou que as procure sob a pressão da necessidade.

Se se lhe ensinar, se se lhe der a possibilidade de experimentar, se se lhe oferecerem boas condições de pagamento e de tratamento, o africano pode igualar e ultrapassar mesmo, em habilidade e em ardor, o trabalhador europeu."


Fonte: "Angola e o futuro - Alguns problemas fundamentais" de Augusto Casimiro



Pensar e Falar Angola

Sábado musical











Pensar e Falar Angola

RITA GT em Viana do Castelo

https://youtube.com/shorts/qZkb4CfXTZQ?si=3K65JJEr5VQqsZZS Ao longo dos últimos dois anos tive a oportunidade de desenvolver “8”, uma obra d...