Escravos na Líbia - Universidade Agostinho Neto

Com base em informações e imagens de várias fontes, a Universidade Agostinho Neto (UAN) tomou, hoje, 29 de Novembro de 2017, posição sobre a situação anacrónica da existência de escravos africanos na Líbia.  Através de uma Declaração, redigida em três (3) línguas -  português, francês e inglês - a Universidade Agostinho Neto considera que "foi com enorme espanto e incontido sentimento de indignação e de repulsa que os docentes, discentes e a Reitoria tomaram conhecimento da existência de milhares de cidadãos africanos que são vendidos como escravos a partir da Líbia, num claro atentado aos mais elementares direitos humanos."

 A Universidade Agostinho Neto pede, em consequência,  "o julgamento e a condenação dos responsáveis por estes crimes, bem como uma intervenção rápida e eficaz do Tribunal Penal Internacional e da Organização das Nações Unidas."

Queiram, por favor, encontrar em anexo a referida Declaração e solicitamos a sua divulgação como parte das vozes inconformadas com a situação, que merece a repulsa de todos os homens e instituições comprometidas com a dignidade da pessoa humana. 


Saudações académicas.
Arlindo Isabel

Director do GICD - Gabinete de Informação Científica e Documentação/Reitora da Universidade Agostinho Neto

Anexo



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